Olá, amigos ingénuos. Nós hoje vimos falar-vos da grande conspiração por parte de algumas pessoas para conseguir fazer uma arma mais devastadora do que aquelas a que chamamos de nucleares.
Como todos sabem, todos adoram uns bons pastelinhos de nata, acabados de sair e um cafézinho ou outra bebida igualmente fortificante, e se for nos Pastéis de Belém, ainda melhor.
Os pastéis de nata são o supra-sumo da doceria ocidental, o que apenas é reconhecido em Portugal... OK, talvez só em Lisboa... e nos Pastéis de Belém, mas isso não interessa agora. O importante é que foi descoberto um artefacto de valor incalculável nas areias de Amiais de Baixo, debaixo de uma estátua dedicada ao grande Carlos Lopes, que como todos sabem, é um dos mais conhecidos agentes da Ordem dos Filatelistas Fetichistas de Póvoa de Iria e membro honorário do muito conhecido Núcleo de Rebobinadores de Cassetes Estragadas de Vila Nova de Gaia.
Ora, debaixo dessa estátua estava escondido um manuscrito datado de 1276 da era comum, escrito em Luso-Polaco, que era como todos sabem a língua secreta que veio depois dar azo ao Açoreano. O manuscrito são as instruções detalhadas de como fazer, e pasme-se, um pastel de nata 125 vezes mais delicioso do que aqueles que agora avidamente devoramos.
Como podem calcular, estas são notícias alarmantes. Quem descobriu o manuscrito virou para o lado negro e está agora a conspirar com a Seita de Ninjas Cor-de-Rosa Descalços do Zimbabué para criar uma bomba atómica de pastéis de nata. Sim, porque uma receita igual à que estava no manuscrito teria propriedades bombásticas e catastróficas para a sociedade. Isto porquê? Porque essa bomba teria a capacidade de matar milhões de pessoas por êxtase, o que estaria fora da alçada legal de todos os tribunais conhecidos, fora o Tribunal Intranacional Arbitrário da Federação Portuguesa de Salto com Vara. É que ninguém pode acusar outrém de ser um assassino em massa, e o trocadilho é intencional, quando as pessoas morrem em êxtase de um bolo que... não tem massa! É verdade meus amigos! Segundo alguns excertos roubados à Seita supramencionada, a receita de pastéis de nata bombásticos não leva qualquer tipo de massa, o que leva a que as coisas fiquem catastroficamente difíceis para uma intervenção que pare o fabrico da dita bomba.
Pior do que isso, a direcção dos Pastéis de Belém desmente categoricamente todas e quaisquer alegações da existência do manuscrito, pois isso iria contra os interesses da companhia que diz reter a receita original e os que seus pastéis são os melhores e os únicos pastéis de nata originais.
Infelizmente, e devido à falta de cooperação das autoridades, tivemos de pedir a ajuda da Companhia de Armas Químicas das Cantinas das Faculdades Públicas de Lisboa, que se prontificaram a inserir mais socas nas sopas e mais cabelos, unhas e ranho na comida em geral, para que lançássemos uma bomba degradante em cima do Zimbabué, aniquilando a conspiração. Isso foi feito, mas infelizmente o manuscrito foi destruído. Contudo, há relatos de uma cópia desse manuscrito realizada em 1411 e deixada num local visível apenas àqueles que descobrissem uma poção que permitiria ver o manuscrito que se encontra invisível para sua protecção. Para que isso aconteça, há que ir às Caves do Vinho do Porto e beber 10 litros de Vinho do Porto de um determinado barril, o que proporcionaria ver o dito manuscrito.
É uma tarefa dura, mas ninguém disse que a vida era fácil, por isso, vamos para lá agora ajudar à tarefa de tentar descobrir o manuscrito. Então adeusinho e até ao nosso regresso.
Bloguistas Conspiradores.
Crucifies my enemies....
sexta-feira, setembro 23, 2005
Astronautas regressam à Lua em 2018
A NASA anunciou que quatro astronautas serão enviados à Lua em 2018 a bordo de uma cápsula que seguirá para o satélite da Terra numa nave espacial. A missão deverá durar uma semana.
( 17:57 / 19 de Setembro 05 )
De acordo com o administrador da agência espacial norte- americana, Michael Griffin, a missão dos quatro astronautas na Lua deverá durar uma semana.
A viagem durará quatro vezes mais do que as missões de «Apollo» à Lua em 1972, referiu Griffin.
«Vamos regressar à Lua em 2018 e alargar a presença humana ao longo do sistema solar e também para lá dele», afirmou o administrador da NASA, revelando que o projecto custará cerca de 85,5 mil milhões de euros.
Os quatro astronautas irão viajar numa nave espacial, apelidada de «Crew Exploration Vehicle» (CEV), que deverá estar pronta em 2012.
Segundo Michael Griffin, este programa espacial «permitirá estabelecer uma presença permanente na Lua», numa plataforma lunar na qual os astronautas se poderão preparar para missões mais longínquas, como a exploração do planeta Marte.
No site na Internet, a NASA dá conta que a nova nave espacial foi desenhada para transportar quatro pessoas para a Lua, mas vai estar preparada para futuras missões para Marte, suportando até seis tripulantes, e para enviar astronautas e mercadorias para a Estação Espacial Internacional.
Quando a plataforma lunar estiver pronta, a tripulação poderá permanecer na Lua até seis meses e a nova nave espacial poderá operar automaticamente e sem astronautas em órbita.
No âmbito do projecto «Apollo», a 20 de Julho de 1969, Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar a Lua na primeira de várias missões da NASA no satélite natural da Terra, que levaram a solo lunar cerca de uma dezena de astronautas.
( 17:57 / 19 de Setembro 05 )
De acordo com o administrador da agência espacial norte- americana, Michael Griffin, a missão dos quatro astronautas na Lua deverá durar uma semana.
A viagem durará quatro vezes mais do que as missões de «Apollo» à Lua em 1972, referiu Griffin.
«Vamos regressar à Lua em 2018 e alargar a presença humana ao longo do sistema solar e também para lá dele», afirmou o administrador da NASA, revelando que o projecto custará cerca de 85,5 mil milhões de euros.
Os quatro astronautas irão viajar numa nave espacial, apelidada de «Crew Exploration Vehicle» (CEV), que deverá estar pronta em 2012.
Segundo Michael Griffin, este programa espacial «permitirá estabelecer uma presença permanente na Lua», numa plataforma lunar na qual os astronautas se poderão preparar para missões mais longínquas, como a exploração do planeta Marte.
No site na Internet, a NASA dá conta que a nova nave espacial foi desenhada para transportar quatro pessoas para a Lua, mas vai estar preparada para futuras missões para Marte, suportando até seis tripulantes, e para enviar astronautas e mercadorias para a Estação Espacial Internacional.
Quando a plataforma lunar estiver pronta, a tripulação poderá permanecer na Lua até seis meses e a nova nave espacial poderá operar automaticamente e sem astronautas em órbita.
No âmbito do projecto «Apollo», a 20 de Julho de 1969, Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar a Lua na primeira de várias missões da NASA no satélite natural da Terra, que levaram a solo lunar cerca de uma dezena de astronautas.
Tony Variations
Canção porreira na actual conjuntura.
Tu estás livre e eu estou livre
E há uma noite pra passar
Porque não vamos unidos
Porque não vamos ficar, na aventura dos sentidos
Tu estás só e eu mais só estou
Que tu tens o meu olhar
Tens a minha mão aberta
À espera de se fechar, nessa tua mão deserta
Vem que o amor não é o Tempo
Nem é o tempo que o faz
Vem que o amor é o momento
Em que eu me dou e em que te dás
Tu que buscas companhia
E eu que busco quem quiser
Ser o fim desta energia
Ser um corpo de prazer, ser o fim de mais um dia
Tu continuas à espera
Do melhor que já não vem
Que a esperança foi encontrada
Antes de ti por alguém, e eu sou melhor que nada
Vem que o amor não é o Tempo
Nem é o tempo que o faz
Vem que o amor é o momento
Em que eu me dou e que te dás
Tu estás livre e eu estou livre
E há uma noite pra passar
Porque não vamos unidos
Porque não vamos ficar, na aventura dos sentidos
Tu estás só e eu mais só estou
Que tu tens o meu olhar
Tens a minha mão aberta
À espera de se fechar, nessa tua mão deserta
Vem que o amor não é o Tempo
Nem é o tempo que o faz
Vem que o amor é o momento
Em que eu me dou e em que te dás
Tu que buscas companhia
E eu que busco quem quiser
Ser o fim desta energia
Ser um corpo de prazer, ser o fim de mais um dia
Tu continuas à espera
Do melhor que já não vem
Que a esperança foi encontrada
Antes de ti por alguém, e eu sou melhor que nada
Vem que o amor não é o Tempo
Nem é o tempo que o faz
Vem que o amor é o momento
Em que eu me dou e que te dás
Merda de noite
Pois lá está, poder-se-ia dizer que talvez até mereça, mas não sei. Que foi uma merda de noite foi, cheio de febre a acordar constantemente. Enfim. Espero hoje já estar melhor, não para borgas, mas pelo menos para dormir descansado.
Dia 23
1939 Morre Sigmund Freud, o pai da psicanálise; foi quem estabeleceu haver uma conexão entre os comportamentos humanos e o inconsciente.
Dia 23
1939 Morre Sigmund Freud, o pai da psicanálise; foi quem estabeleceu haver uma conexão entre os comportamentos humanos e o inconsciente.
quinta-feira, setembro 22, 2005
Gosto
Não tem outro significado, acho que a letra tá porreira...
My Happy Ending
So much for my happy ending
Oh oh, oh oh, oh oh...
Let's talk this over
It's not like we're dead
Was it something I did?
Was it something You said?
Don't leave me hanging
In a city so dead
Held up so high
On such a breakable thread
You were all the things I thought I knew
And I thought we could be
[Chorus:]
You were everything, everything that I wanted
We were meant to be, supposed to be, but we lost it
And all of the memories, so close to me, just fade away
All this time you were pretending
So much for my happy ending
Oh oh, oh oh, oh oh...
You've got your dumb friends
I know what they say
They tell you I'm difficult
But so are they
But they don't know me
Do they even know you?
All the things you hide from me
All the shit that you do
You were all the things I thought I knew
And I thought we could be
[Chorus]
It's nice to know that you were there
Thanks for acting like you cared
And making me feel like I was the only one
It's nice to know we had it all
Thanks for watching as I fall
And letting me know we were done
[Chorus x2]
[x2]
Oh oh, oh oh, oh oh...
So much for my happy ending
Oh oh, oh oh, oh oh...
My Happy Ending
So much for my happy ending
Oh oh, oh oh, oh oh...
Let's talk this over
It's not like we're dead
Was it something I did?
Was it something You said?
Don't leave me hanging
In a city so dead
Held up so high
On such a breakable thread
You were all the things I thought I knew
And I thought we could be
[Chorus:]
You were everything, everything that I wanted
We were meant to be, supposed to be, but we lost it
And all of the memories, so close to me, just fade away
All this time you were pretending
So much for my happy ending
Oh oh, oh oh, oh oh...
You've got your dumb friends
I know what they say
They tell you I'm difficult
But so are they
But they don't know me
Do they even know you?
All the things you hide from me
All the shit that you do
You were all the things I thought I knew
And I thought we could be
[Chorus]
It's nice to know that you were there
Thanks for acting like you cared
And making me feel like I was the only one
It's nice to know we had it all
Thanks for watching as I fall
And letting me know we were done
[Chorus x2]
[x2]
Oh oh, oh oh, oh oh...
So much for my happy ending
Oh oh, oh oh, oh oh...
Medalha de prata para fotógrafo português
Organizado pela Confederação Mundial de Actividades Subaquáticas (CMAS), o campeonato juntou 48 equipas de 24 países junto a Girona, a norte de Barcelona e decorreu de 13 a 18 de Setembro.
A medalha de ouro fio entregue a um fotógrafo italiano. A medalha de prata foi assim entregue ao fotógrafo português, Rui Guerra. A acrescentar a este importante título mundial, sublinhe-se que Rui Guerra é já bicampeão nacional de fotografia subaquática.
Autor do livro "Manual prático de fotografia subaquática", Rui Guerra, em declarações à Agência Lusa, explicou que o campeonato compreendeu cinco categorias diferentes de fotografia subaquática e, para serem encontrados os vencedores, a organização somou a pontuação em cada categoria.
No seu currículo, Rui Guerra, mergulhador profissional, conta já com dois terceiros lugares no Open Fotosub Isla DEl Hierro, em Espanha, um dos mais concorridos troféus, nomeadamente pelo valor monetário em jogo.
Este ano foi o vencedor do Salão do Mar, um campeonato nacional de fotografia.
Campeonato que premeia fotografia subaquática
O campeonato mundial de fotografia subaquática realiza-se de dois em dois anos mas não acontecia há já três anos porque a edição de 2004, prevista para a Jordânia, acabou por ser cancelada devido à instabilidade política no Iraque, país vizinho.
Dentro de dois anos o campeonato poderá realiza-se nas ilhas Maurícias, embora o local ainda não esteja confirmado oficialmente.
O primeiro campeonato nacional de fotografia digital subaquática vai realizar-se em 2006, informa Rui Guerra.
com Lusa
A medalha de ouro fio entregue a um fotógrafo italiano. A medalha de prata foi assim entregue ao fotógrafo português, Rui Guerra. A acrescentar a este importante título mundial, sublinhe-se que Rui Guerra é já bicampeão nacional de fotografia subaquática.
Autor do livro "Manual prático de fotografia subaquática", Rui Guerra, em declarações à Agência Lusa, explicou que o campeonato compreendeu cinco categorias diferentes de fotografia subaquática e, para serem encontrados os vencedores, a organização somou a pontuação em cada categoria.
No seu currículo, Rui Guerra, mergulhador profissional, conta já com dois terceiros lugares no Open Fotosub Isla DEl Hierro, em Espanha, um dos mais concorridos troféus, nomeadamente pelo valor monetário em jogo.
Este ano foi o vencedor do Salão do Mar, um campeonato nacional de fotografia.
Campeonato que premeia fotografia subaquática
O campeonato mundial de fotografia subaquática realiza-se de dois em dois anos mas não acontecia há já três anos porque a edição de 2004, prevista para a Jordânia, acabou por ser cancelada devido à instabilidade política no Iraque, país vizinho.
Dentro de dois anos o campeonato poderá realiza-se nas ilhas Maurícias, embora o local ainda não esteja confirmado oficialmente.
O primeiro campeonato nacional de fotografia digital subaquática vai realizar-se em 2006, informa Rui Guerra.
com Lusa
Vou para casa....
E depois vou buscar a minha menina....
Tou doente...
Não me apetece estar aqui....
5 em ponto, bazo.
Tou doente...
Não me apetece estar aqui....
5 em ponto, bazo.
E morreu
O mais famoso caça Nazis de todos os tempos.

Morreu enquanto dormia, o homem que sobreviveu a cinco campos de concentração nazis para dedicar toda a sua vida a perseguir os maiores criminosos da história da humanidade.
"Simon Wiesenthal era a consciência do Holocausto", afirmou o
Rabi Marvin Hier, fundador da organização não-governamental de defesa dos direitos humanos, com o nome de Wiesenthal.
"Quando o Holocausto acabou em 1945 e o mundo inteiro regressou a casa para esquecer, só ele ficou para trás para se lembrar. Ele não se esqueceu. Tornou-se no representante permanente das vítimas, determinado a levar perante a justiça aqueles que cometeram os maiores crimes da História", refere uma nota divulgada pela organização.
Wiesenthal foi preso em 1941, e só no fim da II Guerra Mundial voltou a conhecer a liberdade. Entretanto passou por campos de extermínio como os de Buchenwald e Mauthausen.
Em 1947 fundou um Centro de Documentação encarregue de recolher informações sobre a vida dos judeus e seus inimigos.
Dizia que o privilégio de ter sobrevivido ao terror nazi, implicava o dever de tentar levar perante a justiça o maior número possível de criminosos nazis.
Ao todo conseguiu levar a tribunal mais de 1100 homens, entre eles, Adolf Eichman, detido em Buenos Aires, 15 anos depois do fim da II Guerra Mundial, e executado em Israel.
Na sua autobiografia, intitulada "Justiça não é vingança" conta que só uma vez teve vontade de actuar à margem da lei depois de ver a fotografia de uma criança judia pendurada pelos testículos.
Mas o homem que quis viver para os mortos preocupou-se também com os vivos, em particular com os refugiados de leste. Mais de 8 mil pessoas passaram pelos centros de acolhimento que criou, antes de emigrarem para os Estados Unidos.
O mundo perde assim um homem que lutou sozinho contra uma injustiça monstruosa. Quando o Mundo se preparava para esquecer o Holocausto, Wiesenthal ficou para trás, sem nunca esquecer e sem nunca perdoar, assumindo o papel de acusador e detective.
Com Lusa
Morreu enquanto dormia, o homem que sobreviveu a cinco campos de concentração nazis para dedicar toda a sua vida a perseguir os maiores criminosos da história da humanidade.
"Simon Wiesenthal era a consciência do Holocausto", afirmou o
Rabi Marvin Hier, fundador da organização não-governamental de defesa dos direitos humanos, com o nome de Wiesenthal.
"Quando o Holocausto acabou em 1945 e o mundo inteiro regressou a casa para esquecer, só ele ficou para trás para se lembrar. Ele não se esqueceu. Tornou-se no representante permanente das vítimas, determinado a levar perante a justiça aqueles que cometeram os maiores crimes da História", refere uma nota divulgada pela organização.
Wiesenthal foi preso em 1941, e só no fim da II Guerra Mundial voltou a conhecer a liberdade. Entretanto passou por campos de extermínio como os de Buchenwald e Mauthausen.
Em 1947 fundou um Centro de Documentação encarregue de recolher informações sobre a vida dos judeus e seus inimigos.
Dizia que o privilégio de ter sobrevivido ao terror nazi, implicava o dever de tentar levar perante a justiça o maior número possível de criminosos nazis.
Ao todo conseguiu levar a tribunal mais de 1100 homens, entre eles, Adolf Eichman, detido em Buenos Aires, 15 anos depois do fim da II Guerra Mundial, e executado em Israel.
Na sua autobiografia, intitulada "Justiça não é vingança" conta que só uma vez teve vontade de actuar à margem da lei depois de ver a fotografia de uma criança judia pendurada pelos testículos.
Mas o homem que quis viver para os mortos preocupou-se também com os vivos, em particular com os refugiados de leste. Mais de 8 mil pessoas passaram pelos centros de acolhimento que criou, antes de emigrarem para os Estados Unidos.
O mundo perde assim um homem que lutou sozinho contra uma injustiça monstruosa. Quando o Mundo se preparava para esquecer o Holocausto, Wiesenthal ficou para trás, sem nunca esquecer e sem nunca perdoar, assumindo o papel de acusador e detective.
Com Lusa
Ironias...
Pela primeira vez uma atleta portuguesa sagrou-se campeã da WNBA.
Por ironia do destino, tal moça tinha de se chamar Ticha Penicheiro.....
Por ironia do destino, tal moça tinha de se chamar Ticha Penicheiro.....
Amor Impossível
(Para um título mais piroso do que este, tínhamos de ressuscitar a Cristina Caras Lindas).
Todos nós, que queremos viver num país governado por pessoas decentes, à frente de um estado que funcione, mas sem ter de emigrar, sabemos o que é um amor impossível.
Não há nada que doa mais, e que, por consequência, nos faça sentir mais vivos (exceptuando, talvez, uma empalação). É uma dor forte, constante, um aperto cá dentro, tipo um ananás que comemos, sem o termos descascado, ou cortado às fatias. É falta de ar. É tempo que passa mais devagar. Não é uma música dos UHF, porque isso não é mesmo nada.
E isto para falar do quê?
Do estado de desânimo, de depressão colectiva dos Portugueses. O futuro não é brilhante, a luz não está ao fundo do túnel, ‘prá’ frente não é o caminho. O que de mais entusiasta se consegue é um encolher de ombros, acompanhado da eventual escarradela.
Está tudo preso por cordéis, com partes que não encaixam, a cosmética está a resultar cada vez menos, a ilusão desvanece. Mas deixemos a Lili Caneças, e voltemos ao nosso assunto.
O nosso amor por Portugal é impossível.
Logo à partida, ele não no-lo retribui. Bem podemos fazer o nosso melhor – pagarmos os impostos todos, votar a tempo e horas, deitar o lixo nos caixotes, desconfiar da masculinidade do Marco Paulo – que vamos continuar a ter Quarteiras, sacos azuis, Big brothers, Narcisos Mirandas, todos de mãos dadas, a entoar as partes que conhecem do hino Nacional, entre arrotos de Lagosta.
Mas mesmo que o nosso amor pela pátria fosse retribuído, continuaria a não ser possível. Viver num país de que gostamos e com o qual estamos contentes está-nos tanto nos genes como a capacidade de falar baixo em publico.
Temo pelo dia em que isto esteja tão complicado que os verdadeiros Portugueses, aqueles que dão o nome à raça, comecem a desaparecer. Isto pode parecer estranho, mas acho que ainda hei-de ter saudades dos piqueniques à face da estrada, das feiras dos enchidos, dos Domingueiros, dos bonés pousados na moleirinha à camionista, nem que seja para sentir aquela vontade de ter um bastão de baseball na mão.
Não, espero que não. Este amor impossível eu não era capaz de aguentar.
Todos nós, que queremos viver num país governado por pessoas decentes, à frente de um estado que funcione, mas sem ter de emigrar, sabemos o que é um amor impossível.
Não há nada que doa mais, e que, por consequência, nos faça sentir mais vivos (exceptuando, talvez, uma empalação). É uma dor forte, constante, um aperto cá dentro, tipo um ananás que comemos, sem o termos descascado, ou cortado às fatias. É falta de ar. É tempo que passa mais devagar. Não é uma música dos UHF, porque isso não é mesmo nada.
E isto para falar do quê?
Do estado de desânimo, de depressão colectiva dos Portugueses. O futuro não é brilhante, a luz não está ao fundo do túnel, ‘prá’ frente não é o caminho. O que de mais entusiasta se consegue é um encolher de ombros, acompanhado da eventual escarradela.
Está tudo preso por cordéis, com partes que não encaixam, a cosmética está a resultar cada vez menos, a ilusão desvanece. Mas deixemos a Lili Caneças, e voltemos ao nosso assunto.
O nosso amor por Portugal é impossível.
Logo à partida, ele não no-lo retribui. Bem podemos fazer o nosso melhor – pagarmos os impostos todos, votar a tempo e horas, deitar o lixo nos caixotes, desconfiar da masculinidade do Marco Paulo – que vamos continuar a ter Quarteiras, sacos azuis, Big brothers, Narcisos Mirandas, todos de mãos dadas, a entoar as partes que conhecem do hino Nacional, entre arrotos de Lagosta.
Mas mesmo que o nosso amor pela pátria fosse retribuído, continuaria a não ser possível. Viver num país de que gostamos e com o qual estamos contentes está-nos tanto nos genes como a capacidade de falar baixo em publico.
Temo pelo dia em que isto esteja tão complicado que os verdadeiros Portugueses, aqueles que dão o nome à raça, comecem a desaparecer. Isto pode parecer estranho, mas acho que ainda hei-de ter saudades dos piqueniques à face da estrada, das feiras dos enchidos, dos Domingueiros, dos bonés pousados na moleirinha à camionista, nem que seja para sentir aquela vontade de ter um bastão de baseball na mão.
Não, espero que não. Este amor impossível eu não era capaz de aguentar.
Citação
«Outside of a dog, a book is a man's best friend; inside of a dog, it's too dark to read.» Groucho Marx
Lendo o blog do Gato Fedorento descobri este link. Blog Casmurro
Lendo o blog do Gato Fedorento descobri este link. Blog Casmurro
Ele há coisas
Fazer uma manifestação de skinheads no Martim Moniz revela a mesma argúcia e fineza de espírito que invadir a Rússia no inverno. Nisso, a extrema-direita portuguesa, composta por meia dúzia de glabros patéticos e desocupados, como se viu, demonstrou alinhar pelo diapasão do seu lunático líder histórico, o shor Adolfo.
Segundo eles, a ideia era fazer uma marcha de protesto contra o arrastão e a criminalidade que estão a transformar Portugal num país tão seguro como o Ruanda. Até aí tudo bem. Toda a gente pode fazer marchas. Aliás, por dias falharam as marchas de Lisboa onde podiam, quem sabe, ter disputado a vitória com a marcha de Alfama.
O problema está no conteúdo racista dos manifestantes. O grupo que ali estava, que é bem representativo da pureza da raça portuguesa, é composto por uma mistura de judeus, árabes, celtas, africanos, entre outros de origem bem menos decifrável. Ou seja, se o português fosse um cão, era um simpático e mui nobre rafeirolas com uma mistura de quinze raças conhecidas e vinte e três desconhecidas.
Por isso, no Martim Moniz marchou um conjunto de mulatos claros a precisar de praia (de Carcavelos, quem sabe). Nós somos, como diziam Caetanto e Gil numa das belíssimas cançonetas que fizeram juntos, “quase brancos, pobres como pretos”. Portugal é um país pobre de gente meio mestiça. Foi esse o resultado da nossa história, da nossa evolução, da miscigenação. Concordo com Miguel Esteves Cardoso quando ele dizia há uns anos que o português é o preto da Europa. Aliás, nos países ricos do norte, onde temos a condição de emigrantes, somos perseguidos por grupos de extrema-direita, como qualquer senegalês e, temos de ter cuidado, quando assobiamos para uma branca. E, há quem diga, quando olha para um de nós - “este país está cheio de porcaria”. Faz-vos lembrar alguma coisa?
O Arrastão é um problema social. Um fenómeno de criminalidade. Por isso quero que seja tratado como tal. Quero que acabem com ele de uma forma eficaz, tanto do ponto de vista da prevenção como da repressão. Não me interessa se os responsáveis pelos roubos no areal de Carcavelos são índios antropófagos, suecos satânicos, birmaneses que bebem por caveiras, ou aborígenes que degustam lagartas gordas em grutas. Ou melhor, estou-me a borrifar para a cor do ladrão. De preferência nem lhe quero é ver a cor.
Contacto:
eduardomadeira@sic.pt
Segundo eles, a ideia era fazer uma marcha de protesto contra o arrastão e a criminalidade que estão a transformar Portugal num país tão seguro como o Ruanda. Até aí tudo bem. Toda a gente pode fazer marchas. Aliás, por dias falharam as marchas de Lisboa onde podiam, quem sabe, ter disputado a vitória com a marcha de Alfama.
O problema está no conteúdo racista dos manifestantes. O grupo que ali estava, que é bem representativo da pureza da raça portuguesa, é composto por uma mistura de judeus, árabes, celtas, africanos, entre outros de origem bem menos decifrável. Ou seja, se o português fosse um cão, era um simpático e mui nobre rafeirolas com uma mistura de quinze raças conhecidas e vinte e três desconhecidas.
Por isso, no Martim Moniz marchou um conjunto de mulatos claros a precisar de praia (de Carcavelos, quem sabe). Nós somos, como diziam Caetanto e Gil numa das belíssimas cançonetas que fizeram juntos, “quase brancos, pobres como pretos”. Portugal é um país pobre de gente meio mestiça. Foi esse o resultado da nossa história, da nossa evolução, da miscigenação. Concordo com Miguel Esteves Cardoso quando ele dizia há uns anos que o português é o preto da Europa. Aliás, nos países ricos do norte, onde temos a condição de emigrantes, somos perseguidos por grupos de extrema-direita, como qualquer senegalês e, temos de ter cuidado, quando assobiamos para uma branca. E, há quem diga, quando olha para um de nós - “este país está cheio de porcaria”. Faz-vos lembrar alguma coisa?
O Arrastão é um problema social. Um fenómeno de criminalidade. Por isso quero que seja tratado como tal. Quero que acabem com ele de uma forma eficaz, tanto do ponto de vista da prevenção como da repressão. Não me interessa se os responsáveis pelos roubos no areal de Carcavelos são índios antropófagos, suecos satânicos, birmaneses que bebem por caveiras, ou aborígenes que degustam lagartas gordas em grutas. Ou melhor, estou-me a borrifar para a cor do ladrão. De preferência nem lhe quero é ver a cor.
Contacto:
eduardomadeira@sic.pt
Bom dia
Primeiro, PARABÉNS à minha mamã.
De volta ao trabalho, doente, uma gripalhada constipação whatever em cima.
Dia 16
1620 O ‘Mayflower’ zarpa do porto de Plymouth, Inglaterra, para o Novo Mundo, levando a bordo cerca de 100 “pilgrims” (puritanos ingleses em busca de outras terras).
Dia 17
1787 Aprovada a primeira constituição dos Estados Unidos. É assinada por 38 delegados na cidade de Filadélfia, no estado da Pensilvânia.
Dia 18
1943 O ditador Benito Mussolini anuncia a criação da República Fascista Italiana.
Dia 19
1941 A Alemanha nazista invade a União Soviética.
Dia 20
1932 O líder indiano Mahatma Gandhi, conhecido por sua revolta pacífica contra a presença britânica do país, começa greve de fome na prisão.
Dia 21
1599 A peça Júlio César de William Shakespeare é encenada pela primeira vez.
Dia 22
1862 Otto von Bismack torna-se o novo primeiro-ministro da Prússia.
De volta ao trabalho, doente, uma gripalhada constipação whatever em cima.
Dia 16
1620 O ‘Mayflower’ zarpa do porto de Plymouth, Inglaterra, para o Novo Mundo, levando a bordo cerca de 100 “pilgrims” (puritanos ingleses em busca de outras terras).
Dia 17
1787 Aprovada a primeira constituição dos Estados Unidos. É assinada por 38 delegados na cidade de Filadélfia, no estado da Pensilvânia.
Dia 18
1943 O ditador Benito Mussolini anuncia a criação da República Fascista Italiana.
Dia 19
1941 A Alemanha nazista invade a União Soviética.
Dia 20
1932 O líder indiano Mahatma Gandhi, conhecido por sua revolta pacífica contra a presença britânica do país, começa greve de fome na prisão.
Dia 21
1599 A peça Júlio César de William Shakespeare é encenada pela primeira vez.
Dia 22
1862 Otto von Bismack torna-se o novo primeiro-ministro da Prússia.
Primeira mão
Benzin
Ich brauche Zeit, kein Heroin
kein Alkohol, kein Nikotin
Brauch keine Hilfe, kein Koffein
doch Dynamit und Terpentin
Ich brauche Öl für Gasolin
explosiv wie Kerosin
mit viel Oktan und frei von Blei
einen Kraftstoff wie Benzin
Brauch keinen Freund, kein Kokain
Brauch weder Arzt noch Medizin
Brauch keine Frau, nur Vaselin
etwas Nitroglyzerin
Ich brauche Geld für Gasolin
explosiv wie Kerosin
mit viel Oktan und frei von Blei
einen Kraftstoff wie Benzin
Gib mir Benzin
Es fließt durch meine Venen
Es schläft in meinen Tränen
Es läuft mir aus den Ohren
Herz und Nieren sind Motoren
Benzin
Willst du dich von etwas trennen
dann musst du es verbrennen
Willst du es nie wieder sehen
lass es schwimmen in Benzin
Ich brauch Benzin
Gib mir Benzin
Ich brauche Zeit, kein Heroin
kein Alkohol, kein Nikotin
Brauch keine Hilfe, kein Koffein
doch Dynamit und Terpentin
Ich brauche Öl für Gasolin
explosiv wie Kerosin
mit viel Oktan und frei von Blei
einen Kraftstoff wie Benzin
Brauch keinen Freund, kein Kokain
Brauch weder Arzt noch Medizin
Brauch keine Frau, nur Vaselin
etwas Nitroglyzerin
Ich brauche Geld für Gasolin
explosiv wie Kerosin
mit viel Oktan und frei von Blei
einen Kraftstoff wie Benzin
Gib mir Benzin
Es fließt durch meine Venen
Es schläft in meinen Tränen
Es läuft mir aus den Ohren
Herz und Nieren sind Motoren
Benzin
Willst du dich von etwas trennen
dann musst du es verbrennen
Willst du es nie wieder sehen
lass es schwimmen in Benzin
Ich brauch Benzin
Gib mir Benzin
Podem
Achar que é garganeiro. Há gente que tem motas que dão mais, a razão do post é simples. Eu sei que ela não dá mais. Não dá. Mas continuo a gostar dela. Continua a dar-me gozo, não anseio nenhuma que dê 300, não. É dela que eu gosto. Se não dá mais, não dá. Ponto final.
Mas deu-me, até hoje, 65.000km de prazer, coisa que muitos que dão 300 não o poderão dizer.
São mais de 250.000km de mota em toda a minha vida. 180.000km em breves 5 anos. Dá para ver o gosto, acho eu....
Mas deu-me, até hoje, 65.000km de prazer, coisa que muitos que dão 300 não o poderão dizer.
São mais de 250.000km de mota em toda a minha vida. 180.000km em breves 5 anos. Dá para ver o gosto, acho eu....
O que querem?
O que querem pedir de um gajo que viveu uma doença, uma obsessão durante mais de dez anos? E que tenta colmatar essa falha com algo?
O que querem?
Há motivos de inveja?
O nome mestre é invejado?
O número em que a lista vai também?
Troco!
À vontade!
Não por amor! Mas por descanso!
É importante? Sim, acho que sim.
Digo acho por não sei se alguma vez senti a tremura de pernas, o aperto no coração, não sei.
A minha vida amorosa desde os meus 17 anos tem sido feita de enganos, de tentativas de obsessões, de doenças.
A primeira vez em que fui HOMEM o suficiente, parece que não me fiz entender.
Portanto, digam mal, invejem. Apenas me dão pena, pois se invejam a minha vida, a vossa é, por certo, miserável.
O que querem?
Há motivos de inveja?
O nome mestre é invejado?
O número em que a lista vai também?
Troco!
À vontade!
Não por amor! Mas por descanso!
É importante? Sim, acho que sim.
Digo acho por não sei se alguma vez senti a tremura de pernas, o aperto no coração, não sei.
A minha vida amorosa desde os meus 17 anos tem sido feita de enganos, de tentativas de obsessões, de doenças.
A primeira vez em que fui HOMEM o suficiente, parece que não me fiz entender.
Portanto, digam mal, invejem. Apenas me dão pena, pois se invejam a minha vida, a vossa é, por certo, miserável.
São coisas.
São coisas boas. São pessoas interessadas, são motivações para a escrita. São fugas à maldicência, são pessoas que nem me conhecem, mas pessoas que se interessam, pessoas que entendem, pessoas que importam.
São elas o motor vivo deste meu canto.
São elas a principal motivação.
São as pessoas com vida própria que escolhem, não criticando, apenas ler, apenas observar.
E infelizmente, observam o lado mau do ser humano, a mesquinhíce, a ocultação atrás de um biombo virtual para dizer as maiores alarvidades.
A falta de coragem.
Se houvesse corolário de algo, fundamentado neste blog, seria o corolário da cobardia.
E o pior é que os destinatários não irão entender tal mensagem.
Mas não peco por não tentar...
São elas o motor vivo deste meu canto.
São elas a principal motivação.
São as pessoas com vida própria que escolhem, não criticando, apenas ler, apenas observar.
E infelizmente, observam o lado mau do ser humano, a mesquinhíce, a ocultação atrás de um biombo virtual para dizer as maiores alarvidades.
A falta de coragem.
Se houvesse corolário de algo, fundamentado neste blog, seria o corolário da cobardia.
E o pior é que os destinatários não irão entender tal mensagem.
Mas não peco por não tentar...
quarta-feira, setembro 21, 2005
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