Sun Tzu disse:
Na natureza, existem diferentes tipos de terreno: o acessível, o traiçoeiro, o duvidoso, o estreito, o acidentado e o distante.
Tipos de terreno
Acessível
O que é terreno acessível? É aquele que apresenta-se fácil tanto para as suas tropas como para as do inimigo. Se você entrar em uma região acessível, você deverá ocupar posições altas e ensolaradas e manter suas linhas de provisão desimpedidas. Assim, será conveniente para você lutar com o inimigo.
Traiçoeiro
O que é terreno traiçoeiro? É aquele que é fácil para você entrar, mas difícil para sair. Nesse terreno, se você encontrar o inimigo e ele estiver desprevenido, então você o derrotará. Porém, se o inimigo estiver preparado e se você lançar um ataque, você pode não só ser derrotado, como também, terá um terreno difícil para bater em retirada. Essa é a desvantagem desse tipo de terreno.
Duvidoso
O que é terreno duvidoso? É aquele que mostra-se difícil tanto para o inimigo como para as suas tropas. No terreno duvidoso, mesmo que o inimigo tente atraí-lo para combater, você não deve morder a isca, mas fingir que está em retirada. Quando as tropas do inimigo estiverem, então, a meio caminho, em perseguição a você, você poderá golpeá-los. Esta é a vantagem do terreno duvidoso.
Estreito
O que é terreno estreito? É aquele que apresenta um vale entre duas montanhas. Se você ocupa este tipo de terreno, você deverá bloquear as passagens estreitas com guarnições fortes e esperar pelo inimigo. Se o inimigo ocupou esse terreno antes e bloqueou estas passagens estreitas, você não deverá perseguí-lo. Se o inimigo não bloqueou essas passagens, você poderá procurá-lo.
Acidentado
O que é terreno acidentado? É aquele que contém rios, montanhas, escarpas, colinas e cristas. Se você atingir um terreno alto e acidentado antes do inimigo, você deverá ocupar uma posição alta, do lado ensolarado, e esperar pelo inimigo que se aproxima. Se as forças inimigas controlarem este tipo de terreno, você deverá retirar suas topas e não perseguí-lo.
Distante
O que é terreno distante? É aquele que apresenta distâncias consideráveis entre os campos oponentes. Neste tipo de terreno, se as vantagens de suas tropas e das tropas inimigas se equivalem, certamente, não será fácil atrair o inimigo para uma batalha. Do mesmo modo, será desvantajoso levar a batalha até ele.
Portanto, estes são os modos para tirar proveito dos seis tipos diferentes de terreno para lutar. Os generais têm a responsabilidade mais alta para investigá-los cuidadosamente.
--------------------------------------------------------------------------------
Seis situações que apontam a derrota de um exército
Um general deverá saber as seis situações que apontam a derrota de um exército: quando os soldados fogem, quando eles possuem disciplina negligente, quando o exército está deteriorado, quando se desmorona sob a insurgência, quando é desorganizado e quando foi derrotado. Nenhuma destas situações é conseqüência de catástrofes naturais, elas são decorrentes das falhas dos comandantes.
Quando as vantagens estratégicas são iguais, entre você e seu inimigo, e se o seu exército tiver que lutar contra uma força dez vezes maior, o resultado será a sua fuga.
Quando os soldados são valentes e qualificados, mas os oficiais são fracos e incompetentes, então o exército inteiro será negligente quanto à disciplina.
Quando oficiais são valorosos e competentes, mas os soldados são fracos e sem treinamento, o exército ficará deteriorado.
Quando os oficiais mais graduados têm rancores contra os chefes, eles são insubordinados e, ao encontrarem o inimigo, se precipitarão em uma batalha sem autorização. Se ao mesmo tempo, o chefe é ignorante das suas habilidades, então o exército se desmoronará.
Quando o chefe é fraco, incompetente e não impõe respeito, quando oficiais e soldados se comportam de um modo indisciplinado, quando falta treinamento formal e instruções claras, quando formações militares são desordenadas, o exército está em desorganizado.
Se um chefe não calcula a força do inimigo e emprega uma força pequena contra um exército grande, combate um inimigo forte com tropas fracas, e ao mesmo tempo não seleciona unidades de vanguarda, o resultado será a derrota.
Portanto, estas seis situações são as causas de derrota. Os generais têm a responsabilidade mais alta para investigá-las cuidadosamente.
--------------------------------------------------------------------------------
Deveres básicos de um comandante
Em operações militares, o terreno é um aliado importante do comandante. Avaliar, corretamente, a situação do inimigo, criando condições favoráveis para a vitória, e analisar os tipos de terreno e distâncias com muito cuidado, são os deveres básicos de um comandante sábio.
Aquele que avalia corretamente esses aspectos e sabe aplicá-los, vencerá; aquele que é ignorante nestas normas e não sabe como empregá-las em guerra, será derrotado.
Se, ao estudar a situação existente e estar certo que o resultado da batalha resultará em vitória, um chefe sábio decidirá lutar, mesmo se o soberano não lhe ordena. Reciprocamente, se a situação aponta uma derrota, ele decidirá não lutar, mesmo se o soberano assim o ordena.
Se um comandante avança sem buscar a fama pessoal e retrocede sem se eximir da responsabilidade; se sua preocupação é proteger a população e a segurança das pessoas e promover os interesses do soberano, então, aí está um chefe que é tal qual uma pedra preciosa do Estado.
--------------------------------------------------------------------------------
Se o general se preocupa com seus soldados como se fossem crianças, eles o acompanharão até os lugares mais profundos; se ele os trata afetuosamente, como se fossem os seus próprios filhos amados, então, eles estarão dispostos a morrer com ele na batalha.
Se o general favorece os seus homens, mas não sabe usá-los; os ama, mas não pode comandá-los; e quando eles violam leis e regulamentos, ele não nos castiga ou chama-os a ordem, tais soldados são como crianças mimadas e serão inúteis para batalha.
--------------------------------------------------------------------------------
Conhecendo a situação
Um general que só conhece a capacidade de suas tropas, mas não sabe a invulnerabilidade do inimigo, terá só metade das chances de vitória.
Um general que sabe que o inimigo pode ser derrotado, mas não sabe a inabilidade das suas próprias tropas, também terá só metade das chances de vitória.
Um general que sabe que o inimigo pode ser derrotado e que suas próprias tropas têm a capacidade para atacar, mas não sabe que as condições do terreno são inadequadas para a batalha, as suas chance de vitória estarão reduzidas pela metade.
Assim, um general habilidoso movimentará suas forças sempre no caminho certo e quando entrar em ação, seus recursos serão ilimitados.
Assim se diz:
"Conheça o inimigo e a si mesmo e você obterá a vitória sem qualquer perigo; conheça terreno e as condições da natureza, e você será sempre vitorioso."
quarta-feira, julho 06, 2005
Cap.9
Sun Tzu disse:
Com relação ao posicionamento do exército
com relação às montanhas Um general tem que observar o seguinte: ao passar por montanhas, estar seguro, ficando perto dos vales; selecionar um lugar em solo alto que receba a luz solar para os realizar os acampamentos militares e não subir para alcançar o inimigo. Esta é a lei para posicionar-se com relação às montanhas.
com relação aos rios Depois de cruzar um rio você deve ficar longe dele. Se os ataques inimigos partem de um rio, não o enfrente na água. Ao invés disso, é vantajoso permitir que metade das tropas atravesse, para então os golpear. Se você deseja lutar com o inimigo, não enfrente suas forças de invasão perto de um rio. Ao invés disso, selecione um lugar em solo alto que receba a luz solar para tomar posição e nunca acampe à jusante do inimigo. Esta é a lei para posicionar-se com relação aos rios.
com relação aos pântanos salgados Cruze os pântanos salgados depressa e sem demora. Ao encontrar as tropas do inimigo em um pântano salgado, posicione-se perto da grama com as costas voltadas para a floresta. Esta é a lei para posicionar-se com relação aos pântanos salgados.
com relação às terras planas Em locais planos, selecione um lugar acessível, posicione-se com seu flanco direito tendo um campo alto às costas, terras perigosas em frente e solo seguro à sua retaguarda. Esta é a lei para posicionar-se com relação às terras planas.
Estas são as mesmas quatro leis que permitiram que o Imperador Amarelo derrotasse os quatro imperadores (líderes de quatro tribos no tempo do Imperador Amarelo).
--------------------------------------------------------------------------------
Vantagens oferecidas pelo terreno
Todos os chefes preferem estacionar as suas tropas em terreno alto ao invés de terreno baixo; preferem a luz solar em lugar da sombra; e onde colheitas podem crescer e o solo é protegido. As tropas estarão livres de doenças, e isto garantirá vitória.
Ao encontrar colinas ou diques, você deverá estacionar suas tropas no lado do sol, com as colinas ou diques a sua retaguarda. Estas vantagens são oferecidas pelo terreno, cabendo ao general saber aproveitá-las.
--------------------------------------------------------------------------------
Cuidados com a natureza
Se uma chuva pesada desaba na parte de cima de um rio e forma torrentes que se apressam até as partes baixas, não cruze o rio, mas espere até que as águas se acalmem.
Quando você encontrar regiões perigosas, nunca se aproxime, e evite-as com rapidez: um desfiladeiro com um rio que corre no fundo; uma barranca, com precipícios perigosos ao redor; solos densamente cobertos com uma mata alta; uma terra pantanosa; e uma passagem estreita entre duas montanhas.
Mantenha-se longe dessas posições e deixe que o inimigo se aproxime delas; mantendo-as a nossa frente, poderemos manobrar e o inimigo as terá pela retaguarda.
Se o exército tiver em seus flancos ravinas escarpadas, pântanos, juncos e cana, montanhas arborizadas com vegetação densa, você deve examinar cuidadosamente e repetidamente, para ver se não há emboscadas ou se existe alguém espionando.
--------------------------------------------------------------------------------
Sinais ...
Posicionamento das tropas do inimigo
Se as tropas do inimigo estão próximas de suas posições e permanecem quietas, é porque a posição não é vantajosa a eles.
Se as tropas do inimigo estão longe de você e ainda ousam vir e o desafiar a batalhar, é porque elas querem seduzi-lo a fazer um avanço.
Se as tropas do inimigo estão em um terreno plano, é porque há vantagens práticas nesta posição.
Indícios da natureza Se as árvores estão se movendo, o inimigo está avançando para você.
Se você acha muitos obstáculos escondidos entre a vegetação rasteira, o inimigo está tentando nos confundir.
Se pássaros levantam vôos, o inimigo o está aguardando para um emboscada.
Pássaros que se reúnem sobre a área de acampamento do inimigo, sugerem que o acampamento deva estar abandonado e que o inimigo fugira.
Animais assustados, que correm em disparada, indicam sinal de ataque iminente do inimigo.
Nuvens de poeira que se erguem altas, indicam que as carruagens do inimigo estão aproximando. Quando o poeira ficar baixa e se espalhar pelo chão, é um sinal que a infantaria do inimigo está chegando. Mas se a poeira for levantada em pontos isolados, então o inimigo está cortando lenha para as fogueiras. A poeira que é baixa e que sobe com intermitência indica que o inimigo está lançando acampamentos.
Negociações Se o mensageiro do inimigo fala palavras moderadas, mas as suas preparações de guerra continuam, ele vai avançar.
Quando o inimigo fala de forma belicosa e ameaça avançar, ele vai se retirar.
Se o inimigo envia um mensageiro com palavras conciliadoras, é porque possuí desejos para uma trégua.
Quando o inimigo pede uma trégua, mas não sofreu um retrocesso, então está tramando algo.
Formações inimigas Quando as carruagens leves do inimigo partirem primeiro e tomarem posição nas alas, significa que o inimigo está organizando a sua formação de batalha.
Quando os generais do inimigo, mostram-se ocupados e movem-se para organizar as posições dos soldados a pé e dos veículos armados, então o inimigo está esperando para lançar um ataque decisivo.
Quando a metade das tropas do inimigo avança e a outra metade recua, significa que o inimigo está tentando nos atrair para uma armadilha.
Comportamento inimigo Quando os soldados do inimigo se apóiam nas suas próprias armas, você deduzirá que eles encontram-se famintos e fatigados.
Quando os próprios soldados que trazem água bebem-na primeiro, significa que o inimigo tem sofrido de sede.
Se os soldados se recolhem em grupos pequenos, murmuram e reclamam em um murmúrio, é porque que o general perdeu o apoio deles.
Quando mais oficiais ficam irritáveis, o inimigo está cansado de guerra.
Inimigo em desordem E se houver uma vantagem e o inimigo não tenta obtê-la, é porque ele está completamente exausto.
À noite, se ouvem-se gritos no acampamento do inimigo, é porque as suas tropas estão com medo e inseguras.
Quando há desordem no acampamento do inimigo, significa os seus generais perderam o prestígio e a autoridade.
Quando bandeiras e estandartes mudam constantemente de posição, o inimigo está em desordem.
Se o inimigo alimenta os seus cavalos com grãos e seus soldados com a carne; quando destrói seus utensílios de cozinha e não mostram qualquer intenção de voltar ao acampamento, quer dizer, ele está desesperado e vai lutar a morte.
Recompensas Um chefe que recompensa muito freqüentemente os seus soldados está com problemas. Ele que muito freqüentemente castiga os seus está com angústias sérias. Se ele trata os seus soldados com violência e, depois, teme que eles o traiam, é extremamente inepto.
Se você castiga soldados que ainda não lhe são devotos, eles não o obedecerão, e se não o obedecerem será difícil utilizá-los. Mas, mesmo com a devoção das tropas, se uma disciplina rígida e imparcial não for reforçada, você também não terá como usá-las.
Assim, você deverá comandar suas tropas com civilidade e humanidade, para manter seus homens unidos; e com disciplina marcial, para mantê-los na linha. Isso garantirá a lealdade, e você será invencível.
Adestramento Se as ordens foram constantemente reforçadas os soldados serão obedientes, caso contrário, serão desobedientes.
Se as ordens forem constantemente reforçadas, haverá uma relação complementar de confiança entre o comandante e seus homens.
Avaliação Um inimigo que confronta-se com você, por muito tempo, sem lutar e nem abandonar sua posição, deve ser considerado com o maior cuidado.
O que basta é: ser capaz de avaliar sua própria força, ter uma visão clara da situação do inimigo e obter apoio total de seus homens. Aquele que não faz planos ou estratégicas, e menospreza o inimigo, seguramente será capturado pelo oponente.
Com relação ao posicionamento do exército
com relação às montanhas Um general tem que observar o seguinte: ao passar por montanhas, estar seguro, ficando perto dos vales; selecionar um lugar em solo alto que receba a luz solar para os realizar os acampamentos militares e não subir para alcançar o inimigo. Esta é a lei para posicionar-se com relação às montanhas.
com relação aos rios Depois de cruzar um rio você deve ficar longe dele. Se os ataques inimigos partem de um rio, não o enfrente na água. Ao invés disso, é vantajoso permitir que metade das tropas atravesse, para então os golpear. Se você deseja lutar com o inimigo, não enfrente suas forças de invasão perto de um rio. Ao invés disso, selecione um lugar em solo alto que receba a luz solar para tomar posição e nunca acampe à jusante do inimigo. Esta é a lei para posicionar-se com relação aos rios.
com relação aos pântanos salgados Cruze os pântanos salgados depressa e sem demora. Ao encontrar as tropas do inimigo em um pântano salgado, posicione-se perto da grama com as costas voltadas para a floresta. Esta é a lei para posicionar-se com relação aos pântanos salgados.
com relação às terras planas Em locais planos, selecione um lugar acessível, posicione-se com seu flanco direito tendo um campo alto às costas, terras perigosas em frente e solo seguro à sua retaguarda. Esta é a lei para posicionar-se com relação às terras planas.
Estas são as mesmas quatro leis que permitiram que o Imperador Amarelo derrotasse os quatro imperadores (líderes de quatro tribos no tempo do Imperador Amarelo).
--------------------------------------------------------------------------------
Vantagens oferecidas pelo terreno
Todos os chefes preferem estacionar as suas tropas em terreno alto ao invés de terreno baixo; preferem a luz solar em lugar da sombra; e onde colheitas podem crescer e o solo é protegido. As tropas estarão livres de doenças, e isto garantirá vitória.
Ao encontrar colinas ou diques, você deverá estacionar suas tropas no lado do sol, com as colinas ou diques a sua retaguarda. Estas vantagens são oferecidas pelo terreno, cabendo ao general saber aproveitá-las.
--------------------------------------------------------------------------------
Cuidados com a natureza
Se uma chuva pesada desaba na parte de cima de um rio e forma torrentes que se apressam até as partes baixas, não cruze o rio, mas espere até que as águas se acalmem.
Quando você encontrar regiões perigosas, nunca se aproxime, e evite-as com rapidez: um desfiladeiro com um rio que corre no fundo; uma barranca, com precipícios perigosos ao redor; solos densamente cobertos com uma mata alta; uma terra pantanosa; e uma passagem estreita entre duas montanhas.
Mantenha-se longe dessas posições e deixe que o inimigo se aproxime delas; mantendo-as a nossa frente, poderemos manobrar e o inimigo as terá pela retaguarda.
Se o exército tiver em seus flancos ravinas escarpadas, pântanos, juncos e cana, montanhas arborizadas com vegetação densa, você deve examinar cuidadosamente e repetidamente, para ver se não há emboscadas ou se existe alguém espionando.
--------------------------------------------------------------------------------
Sinais ...
Posicionamento das tropas do inimigo
Se as tropas do inimigo estão próximas de suas posições e permanecem quietas, é porque a posição não é vantajosa a eles.
Se as tropas do inimigo estão longe de você e ainda ousam vir e o desafiar a batalhar, é porque elas querem seduzi-lo a fazer um avanço.
Se as tropas do inimigo estão em um terreno plano, é porque há vantagens práticas nesta posição.
Indícios da natureza Se as árvores estão se movendo, o inimigo está avançando para você.
Se você acha muitos obstáculos escondidos entre a vegetação rasteira, o inimigo está tentando nos confundir.
Se pássaros levantam vôos, o inimigo o está aguardando para um emboscada.
Pássaros que se reúnem sobre a área de acampamento do inimigo, sugerem que o acampamento deva estar abandonado e que o inimigo fugira.
Animais assustados, que correm em disparada, indicam sinal de ataque iminente do inimigo.
Nuvens de poeira que se erguem altas, indicam que as carruagens do inimigo estão aproximando. Quando o poeira ficar baixa e se espalhar pelo chão, é um sinal que a infantaria do inimigo está chegando. Mas se a poeira for levantada em pontos isolados, então o inimigo está cortando lenha para as fogueiras. A poeira que é baixa e que sobe com intermitência indica que o inimigo está lançando acampamentos.
Negociações Se o mensageiro do inimigo fala palavras moderadas, mas as suas preparações de guerra continuam, ele vai avançar.
Quando o inimigo fala de forma belicosa e ameaça avançar, ele vai se retirar.
Se o inimigo envia um mensageiro com palavras conciliadoras, é porque possuí desejos para uma trégua.
Quando o inimigo pede uma trégua, mas não sofreu um retrocesso, então está tramando algo.
Formações inimigas Quando as carruagens leves do inimigo partirem primeiro e tomarem posição nas alas, significa que o inimigo está organizando a sua formação de batalha.
Quando os generais do inimigo, mostram-se ocupados e movem-se para organizar as posições dos soldados a pé e dos veículos armados, então o inimigo está esperando para lançar um ataque decisivo.
Quando a metade das tropas do inimigo avança e a outra metade recua, significa que o inimigo está tentando nos atrair para uma armadilha.
Comportamento inimigo Quando os soldados do inimigo se apóiam nas suas próprias armas, você deduzirá que eles encontram-se famintos e fatigados.
Quando os próprios soldados que trazem água bebem-na primeiro, significa que o inimigo tem sofrido de sede.
Se os soldados se recolhem em grupos pequenos, murmuram e reclamam em um murmúrio, é porque que o general perdeu o apoio deles.
Quando mais oficiais ficam irritáveis, o inimigo está cansado de guerra.
Inimigo em desordem E se houver uma vantagem e o inimigo não tenta obtê-la, é porque ele está completamente exausto.
À noite, se ouvem-se gritos no acampamento do inimigo, é porque as suas tropas estão com medo e inseguras.
Quando há desordem no acampamento do inimigo, significa os seus generais perderam o prestígio e a autoridade.
Quando bandeiras e estandartes mudam constantemente de posição, o inimigo está em desordem.
Se o inimigo alimenta os seus cavalos com grãos e seus soldados com a carne; quando destrói seus utensílios de cozinha e não mostram qualquer intenção de voltar ao acampamento, quer dizer, ele está desesperado e vai lutar a morte.
Recompensas Um chefe que recompensa muito freqüentemente os seus soldados está com problemas. Ele que muito freqüentemente castiga os seus está com angústias sérias. Se ele trata os seus soldados com violência e, depois, teme que eles o traiam, é extremamente inepto.
Se você castiga soldados que ainda não lhe são devotos, eles não o obedecerão, e se não o obedecerem será difícil utilizá-los. Mas, mesmo com a devoção das tropas, se uma disciplina rígida e imparcial não for reforçada, você também não terá como usá-las.
Assim, você deverá comandar suas tropas com civilidade e humanidade, para manter seus homens unidos; e com disciplina marcial, para mantê-los na linha. Isso garantirá a lealdade, e você será invencível.
Adestramento Se as ordens foram constantemente reforçadas os soldados serão obedientes, caso contrário, serão desobedientes.
Se as ordens forem constantemente reforçadas, haverá uma relação complementar de confiança entre o comandante e seus homens.
Avaliação Um inimigo que confronta-se com você, por muito tempo, sem lutar e nem abandonar sua posição, deve ser considerado com o maior cuidado.
O que basta é: ser capaz de avaliar sua própria força, ter uma visão clara da situação do inimigo e obter apoio total de seus homens. Aquele que não faz planos ou estratégicas, e menospreza o inimigo, seguramente será capturado pelo oponente.
Cap.8
Sun Tzu disse:
Em operações militares, o general recebe as suas ordens do soberano, então ele reúne os seus soldados para formar as unidades.
Táticas militares
Ao conduzir as suas tropas, ele não deverá acampar ou estacionar em terreno difícil; ele deverá aliar-se com os príncipes dos locais onde a estrada é estrategicamente importante; não deverá demorar-se em terreno aberto; deverá estar preparado com astúcia e com estratagemas quando penetrar em terreno sujeito a emboscadas; deverá lutar com muita agressividade em um terreno do qual não há nenhum modo para avançar ou para entrar em retirada.
Há algumas estradas que não devem ser percorridas; e inimigos que não devem ser atacados. Há algumas cidades que não devem ser capturadas, alguns territórios que não devem ser contestados, e algumas ordens do soberano que não precisam ser obedecidas.
--------------------------------------------------------------------------------
Um general deve entender claramente estas táticas. Se ele as compreende, então ele conhece sobre as operações militares. Se ele não tem uma compreensão clara dos reais valores destas táticas, ele não saberá usá-las em seu favor, mesmo que esteja familiarizado com a topografia do terreno onde se dará a batalha.
Se um general não sabe estas variáveis táticas, ele não poderá obter o máximo de seus soldados, mesmo que conheça as cinco vantagens.
Nota : Estas vantagens são, possivelmente : "Há algumas estradas que não devem ser percorridas; e inimigos que não devem ser atacados. Há algumas cidades que não devem ser capturadas, alguns territórios que não devem ser contestados, e algumas ordens do soberano que não precisam ser obedecidas."
--------------------------------------------------------------------------------
Ponderando vantagens e desvantagens
Um general sábio deve levar em consideração as vantagens e desvantagens. Conhecendo as vantagens ele terá sucesso nos seus planos. Conhecendo as desvantagens, ele poderá solucionar as dificuldades.
Se você quer subjugar os estados vizinhos, os ameace com o que eles temem; se você quer mantê-los como servos, utilize a coação; se você quer enganar o inimigo, lhe ofereça pequenas vantagens.
--------------------------------------------------------------------------------
Em operações militares, esta é uma regra útil : "Nunca confie na probabilidade do inimigo não estar vindo, mas dependa de sua própria prontidão para o reconhecer. Não espere que o inimigo não ataque, mas dependa de estar em uma posição que não possa ser atacada."
--------------------------------------------------------------------------------
Fraquezas fatais de um general
Há cinco fraquezas fatais de um general.
se ele é valente e com descaso pela vida, poderá ser morto facilmente;
se ele é covarde na véspera de uma batalha, será capturado facilmente;
se ele é irascível, será provocado facilmente;
se ele é muito suscetível à honra, estará sujeito a ser envergonhado;
se ele é muito benevolente e preza as pessoas, estará sujeito a se tornar hesitante e passivo.
Estas cinco fraquezas fatais são as faltas de um general que podem mostrar-se desastrosas na condução da guerra.
A destruição do exército inteiro e a morte dos chefes é o resultado inevitável destas cinco fraquezas fatais. Portanto, estas deverão ser cuidadosamente consideradas.
Em operações militares, o general recebe as suas ordens do soberano, então ele reúne os seus soldados para formar as unidades.
Táticas militares
Ao conduzir as suas tropas, ele não deverá acampar ou estacionar em terreno difícil; ele deverá aliar-se com os príncipes dos locais onde a estrada é estrategicamente importante; não deverá demorar-se em terreno aberto; deverá estar preparado com astúcia e com estratagemas quando penetrar em terreno sujeito a emboscadas; deverá lutar com muita agressividade em um terreno do qual não há nenhum modo para avançar ou para entrar em retirada.
Há algumas estradas que não devem ser percorridas; e inimigos que não devem ser atacados. Há algumas cidades que não devem ser capturadas, alguns territórios que não devem ser contestados, e algumas ordens do soberano que não precisam ser obedecidas.
--------------------------------------------------------------------------------
Um general deve entender claramente estas táticas. Se ele as compreende, então ele conhece sobre as operações militares. Se ele não tem uma compreensão clara dos reais valores destas táticas, ele não saberá usá-las em seu favor, mesmo que esteja familiarizado com a topografia do terreno onde se dará a batalha.
Se um general não sabe estas variáveis táticas, ele não poderá obter o máximo de seus soldados, mesmo que conheça as cinco vantagens.
Nota : Estas vantagens são, possivelmente : "Há algumas estradas que não devem ser percorridas; e inimigos que não devem ser atacados. Há algumas cidades que não devem ser capturadas, alguns territórios que não devem ser contestados, e algumas ordens do soberano que não precisam ser obedecidas."
--------------------------------------------------------------------------------
Ponderando vantagens e desvantagens
Um general sábio deve levar em consideração as vantagens e desvantagens. Conhecendo as vantagens ele terá sucesso nos seus planos. Conhecendo as desvantagens, ele poderá solucionar as dificuldades.
Se você quer subjugar os estados vizinhos, os ameace com o que eles temem; se você quer mantê-los como servos, utilize a coação; se você quer enganar o inimigo, lhe ofereça pequenas vantagens.
--------------------------------------------------------------------------------
Em operações militares, esta é uma regra útil : "Nunca confie na probabilidade do inimigo não estar vindo, mas dependa de sua própria prontidão para o reconhecer. Não espere que o inimigo não ataque, mas dependa de estar em uma posição que não possa ser atacada."
--------------------------------------------------------------------------------
Fraquezas fatais de um general
Há cinco fraquezas fatais de um general.
se ele é valente e com descaso pela vida, poderá ser morto facilmente;
se ele é covarde na véspera de uma batalha, será capturado facilmente;
se ele é irascível, será provocado facilmente;
se ele é muito suscetível à honra, estará sujeito a ser envergonhado;
se ele é muito benevolente e preza as pessoas, estará sujeito a se tornar hesitante e passivo.
Estas cinco fraquezas fatais são as faltas de um general que podem mostrar-se desastrosas na condução da guerra.
A destruição do exército inteiro e a morte dos chefes é o resultado inevitável destas cinco fraquezas fatais. Portanto, estas deverão ser cuidadosamente consideradas.
Cap.7
Sun Tzu disse:
Em operações militares, o general recebe as ordens do soberano, reúne seus exércitos, formando as unidades, e os mobiliza para confrontar o inimigo. Durante este processo inteiro nada se torna mais difícil do que lutar para colocar-se em uma posição favorável frente ao inimigo.
É difícil, porque se trata de transformar um tortuoso caminho em uma estrada reta, transformar uma desvantagem em vantagem.
Ele pode enganar o inimigo, levando-o a percorre uma rota tortuosa, oferecendo vantagens fáceis; fazendo com que o inimigo chegue depois e seja surpreendido. É isto que quer dizer o artifício de "transformar um caminho tortuoso em reto".
--------------------------------------------------------------------------------
Perigos da manobra militar
Na manobra não há só vantagens, mas também perigos.
Se você se esforça para ocupar uma posição favorável em uma batalha e conduz a totalidade de suas forças, naturalmente, você terá a sua velocidade reduzida. Se, porém, você deixa para trás as suas tropas, os seus equipamentos e as suas provisões, isto estará perdido.
Assim, se o seu exército, para obter uma vantagem, tivesse que recolher suas armaduras e deixar suas posições com rapidez, executando uma marcha forçada de mil li, sem parar nem de dia, nem de noite, os seus principais generais seriam capturados; os seus homens mais fortes e vigorosos chegariam primeiro, os fracos e cansados se desgarrariam. E, deste modo, só 1/10 do exército chegaria na hora certa.
Se eles tivessem que correr cinqüenta li para procurar uma posição favorável, o general das vanguardas estaria perdido e só a metade do exército chegaria lá na hora certa.
Se eles tivessem que correr trinta li para lutar por alguma vantagem, só 2/3 chegariam.
Todo o mundo sabe que um exército será derrotado pelo inimigo se não tiver equipamentos, provisões ou material de apoio.
--------------------------------------------------------------------------------
Conhecimento pleno
Um chefe que não entende as intenções, os enredos e os esquemas dos príncipes dos Estados vizinhos não pode fazer em alianças com eles.
Um chefe que não está familiarizado com as características topográficas das diferentes montanhas e florestas, dos terrenos sujos, e dos pântanos, não pode administrar a marcha de um exército.
Um chefe que não contrata guias locais não pode obter uma posição favorável no terreno para a batalha.
--------------------------------------------------------------------------------
A arte de manobrar os exércitos
Portanto, em operações militares, você pode obter a vitória com estratagemas militares. Você deve manobrar para obter as condições favoráveis, para dispersar ou concentrar o exército de acordo com as circunstâncias.
Assim você deverá ser
tão rápido quanto o vento forte, ao entrar em ação;
tão estável quanto as florestas silenciosas que o vento não pode tremer, quando se mover lentamente;
tão feroz e violento quanto as chamas furiosas, quando invadir o estado do inimigo;
tão firme quanto as montanhas altas, quando estacionar e
tão inescrutável quanto algo atrás das nuvens e golpear tão repentinamente quanto trovão
Você deve dividir suas forças para saquear o território do inimigo, e posicioná-la em locais estratégicos para a defesa do território recentemente capturado.
Você deve pesar as vantagens e desvantagens antes de partir para o combate.
Aquele que primeiro domina esta tática, obterá a vitória. Assim é a arte de manobrar os exércitos.
--------------------------------------------------------------------------------
Regra para administrar um exército grande
O Livro de Administração Militar diz: "Gongos e tambores são usados em batalhas, porque as vozes não são ouvidas; bandeiras e estandartes são usados, porque os soldados não podem ver um ao outro claramente."
Os fogos, gongos e tambores são, normalmente, usados como sinais em batalhas de noite. As bandeiras e os estandartes são empregados em batalhas durante o dia.
O que se faz é adaptar a capacidade dos soldados para ver e ouvir.
Os gongos, tambores, bandeiras e estandartes são como instrumentos para unificar o exército.
Quando os soldados foram unificados, o corajoso não pode avançar só, e o covarde não pode se retirar sozinho. Esta é a regra para administrar um exército grande.
--------------------------------------------------------------------------------
Regra para administrar o moral
Você pode desmoralizar o inimigo e fazer o seu general perder o ânimo. Normalmente, no começo de guerra, o espírito do inimigo é agudo e irresistível. Um certo período depois, recusará e afrouxará. Nas fases finais da guerra, ficará fraco, e os soldados estarão sem ânimo para lutar.
O chefe hábil sempre evita o inimigo quando a moral dele é alto e irresistível, e o ataca quando ele está cansado e relutante em lutar. Esta é a regra para administrar o moral.
--------------------------------------------------------------------------------
Regra para controlar a força militar
O chefe leva as suas tropas para perto do campo de batalha para esperar pelo inimigo que vem de longe; conduz as suas tropas descansadas contra o inimigo exausto, e traz as suas tropas bem-alimentadas contra os soldados inimigos que têm fome. Esta é a regra para o controle da força militar.
--------------------------------------------------------------------------------
Condições mutáveis das táticas
O chefe habilidoso nunca se depara contra um inimigo que se alinha em perfeita ordem unida com bandeiras alinhadas e altas, nem ataca um inimigo com adota uma formação de batalha forte e impressionante. Isto mostra que ele tem uma compreensão clara das condições mutáveis das táticas.
--------------------------------------------------------------------------------
Princípios das manobras militares
Aqui estão alguns princípios das manobras militares:
Nunca lance um ataque sobre um inimigo que ocupa um terreno alto; nem invista contra o inimigo quando há colinas que o apóiam; nem persiga um inimigo que finja retroceder; nem ataque forças do inimigo que estão descansadas e fortes.
Nunca morda uma isca oferecida pelo inimigo, nem obstrua o inimigo que se retira da frente.
Para um inimigo cercado, você deverá deixar um caminho para a saída; e não pressione com muito vigor um inimigo que está acuado e desesperado em um canto sem saída.
Este são os caminhos para as operações militares.
Em operações militares, o general recebe as ordens do soberano, reúne seus exércitos, formando as unidades, e os mobiliza para confrontar o inimigo. Durante este processo inteiro nada se torna mais difícil do que lutar para colocar-se em uma posição favorável frente ao inimigo.
É difícil, porque se trata de transformar um tortuoso caminho em uma estrada reta, transformar uma desvantagem em vantagem.
Ele pode enganar o inimigo, levando-o a percorre uma rota tortuosa, oferecendo vantagens fáceis; fazendo com que o inimigo chegue depois e seja surpreendido. É isto que quer dizer o artifício de "transformar um caminho tortuoso em reto".
--------------------------------------------------------------------------------
Perigos da manobra militar
Na manobra não há só vantagens, mas também perigos.
Se você se esforça para ocupar uma posição favorável em uma batalha e conduz a totalidade de suas forças, naturalmente, você terá a sua velocidade reduzida. Se, porém, você deixa para trás as suas tropas, os seus equipamentos e as suas provisões, isto estará perdido.
Assim, se o seu exército, para obter uma vantagem, tivesse que recolher suas armaduras e deixar suas posições com rapidez, executando uma marcha forçada de mil li, sem parar nem de dia, nem de noite, os seus principais generais seriam capturados; os seus homens mais fortes e vigorosos chegariam primeiro, os fracos e cansados se desgarrariam. E, deste modo, só 1/10 do exército chegaria na hora certa.
Se eles tivessem que correr cinqüenta li para procurar uma posição favorável, o general das vanguardas estaria perdido e só a metade do exército chegaria lá na hora certa.
Se eles tivessem que correr trinta li para lutar por alguma vantagem, só 2/3 chegariam.
Todo o mundo sabe que um exército será derrotado pelo inimigo se não tiver equipamentos, provisões ou material de apoio.
--------------------------------------------------------------------------------
Conhecimento pleno
Um chefe que não entende as intenções, os enredos e os esquemas dos príncipes dos Estados vizinhos não pode fazer em alianças com eles.
Um chefe que não está familiarizado com as características topográficas das diferentes montanhas e florestas, dos terrenos sujos, e dos pântanos, não pode administrar a marcha de um exército.
Um chefe que não contrata guias locais não pode obter uma posição favorável no terreno para a batalha.
--------------------------------------------------------------------------------
A arte de manobrar os exércitos
Portanto, em operações militares, você pode obter a vitória com estratagemas militares. Você deve manobrar para obter as condições favoráveis, para dispersar ou concentrar o exército de acordo com as circunstâncias.
Assim você deverá ser
tão rápido quanto o vento forte, ao entrar em ação;
tão estável quanto as florestas silenciosas que o vento não pode tremer, quando se mover lentamente;
tão feroz e violento quanto as chamas furiosas, quando invadir o estado do inimigo;
tão firme quanto as montanhas altas, quando estacionar e
tão inescrutável quanto algo atrás das nuvens e golpear tão repentinamente quanto trovão
Você deve dividir suas forças para saquear o território do inimigo, e posicioná-la em locais estratégicos para a defesa do território recentemente capturado.
Você deve pesar as vantagens e desvantagens antes de partir para o combate.
Aquele que primeiro domina esta tática, obterá a vitória. Assim é a arte de manobrar os exércitos.
--------------------------------------------------------------------------------
Regra para administrar um exército grande
O Livro de Administração Militar diz: "Gongos e tambores são usados em batalhas, porque as vozes não são ouvidas; bandeiras e estandartes são usados, porque os soldados não podem ver um ao outro claramente."
Os fogos, gongos e tambores são, normalmente, usados como sinais em batalhas de noite. As bandeiras e os estandartes são empregados em batalhas durante o dia.
O que se faz é adaptar a capacidade dos soldados para ver e ouvir.
Os gongos, tambores, bandeiras e estandartes são como instrumentos para unificar o exército.
Quando os soldados foram unificados, o corajoso não pode avançar só, e o covarde não pode se retirar sozinho. Esta é a regra para administrar um exército grande.
--------------------------------------------------------------------------------
Regra para administrar o moral
Você pode desmoralizar o inimigo e fazer o seu general perder o ânimo. Normalmente, no começo de guerra, o espírito do inimigo é agudo e irresistível. Um certo período depois, recusará e afrouxará. Nas fases finais da guerra, ficará fraco, e os soldados estarão sem ânimo para lutar.
O chefe hábil sempre evita o inimigo quando a moral dele é alto e irresistível, e o ataca quando ele está cansado e relutante em lutar. Esta é a regra para administrar o moral.
--------------------------------------------------------------------------------
Regra para controlar a força militar
O chefe leva as suas tropas para perto do campo de batalha para esperar pelo inimigo que vem de longe; conduz as suas tropas descansadas contra o inimigo exausto, e traz as suas tropas bem-alimentadas contra os soldados inimigos que têm fome. Esta é a regra para o controle da força militar.
--------------------------------------------------------------------------------
Condições mutáveis das táticas
O chefe habilidoso nunca se depara contra um inimigo que se alinha em perfeita ordem unida com bandeiras alinhadas e altas, nem ataca um inimigo com adota uma formação de batalha forte e impressionante. Isto mostra que ele tem uma compreensão clara das condições mutáveis das táticas.
--------------------------------------------------------------------------------
Princípios das manobras militares
Aqui estão alguns princípios das manobras militares:
Nunca lance um ataque sobre um inimigo que ocupa um terreno alto; nem invista contra o inimigo quando há colinas que o apóiam; nem persiga um inimigo que finja retroceder; nem ataque forças do inimigo que estão descansadas e fortes.
Nunca morda uma isca oferecida pelo inimigo, nem obstrua o inimigo que se retira da frente.
Para um inimigo cercado, você deverá deixar um caminho para a saída; e não pressione com muito vigor um inimigo que está acuado e desesperado em um canto sem saída.
Este são os caminhos para as operações militares.
Cap.6
Sun Tzu disse:
Aquele que ocupa o campo de batalha por primeiro, e espera o inimigo, estará descansado; aquele que chega depois e se lança na batalha precipitadamente estará cansado.
Assim, um general competente movimenta o inimigo e não será manipulado por ele.
Apresente uma vantagem aparente ao inimigo e ele virá até sua armadilha. O ameace com algum perigo e você poderá pará-lo.
Então, a habilidade do general consiste em cansar o inimigo quando este estiver descansado; deixá-lo com fome quando estiver com provisões; movê-lo quando estiver parado.
--------------------------------------------------------------------------------
Explorando vulnerabilidades
Um general e suas tropas podem marchar uma distância de mil "li", sem se fatigarem, porque a marcha se dá na área onde o inimigo não montou defesas.
Se um general ataca com confiança é porque sabe que o inimigo não pode se defender ou fortalecer sua posição. Se um general defende com confiança é porque está seguro que o inimigo não atacará com superioridade de forças naquela posição.
Assim, contra o especialista em ataque, o inimigo não sabe onde se defender. Por outro lado, contra um especialista em defesa, o inimigo não sabe onde atacar.
Seja extremamente sutil, tão sutil que ninguém possa achar qualquer rastro.
Seja extremamente misterioso, tão misterioso que ninguém possa ouvir qualquer informação.
Se um general puder agir assim, então, poderá celebrar o destino do inimigo em suas próprias mãos.
O inimigo não pode opor resistência o seu ataque, porque este irrompe nos seus pontos fracos.
Ao recuar, o general não pode ser perseguido, porque, movendo-se tão rapidamente, o inimigo não terá condições de perseguí-lo ou alcançá-lo.
--------------------------------------------------------------------------------
Dominando a vontade do inimigo
Se nós resolvermos atacar, o inimigo não terá escolha, mesmo defendido com altas muralhas e fossos profundos, pois será compelido a lutar conosco porque atacamos onde ele deve defender.
Se nós resolvermos não lutar contra ele, nós não o faremos, pois, mesmo que a nossa defesa seja apenas uma linha desenhada, nós o desviaremos para outro objetivo.
Se nós conseguirmos fazer o inimigo denunciar sua posição, ao mesmo tempo em que ocultamos a nossa, podemos reunir as nossas tropas e dividir as do inimigo.
Se nós concentrarmos nossas forças em um lugar, enquanto o inimigo dispersa suas próprias forças em dez lugares, então nós seremos dez contra um quando lançarmos o nosso ataque.
Se nós tivermos que usar muitos para golpear poucos, então será bastante fácil negociarmos, pois o inimigo será pequeno e fraco.
--------------------------------------------------------------------------------
Forçando o inimigo a tomar precauções
O lugar que nossas forças pretendem atacar não deve ser do conhecimento do inimigo. Deste modo, se ele não puder prever o lugar do nosso ataque terá que se precaver em muitos lugares e quando ele toma precauções em muitos lugares, suas tropas, qualquer que seja o local, será pouco numerosa.
Aquele que toma precaução em muitos lugares, estará pouco numeroso em muitos lugares
Se o inimigo toma precauções na frente, sua retaguarda estará fraca; se ele toma precauções na retaguarda, sua frente será frágil; se sua esquerda estiver fortalecida, sua direita estará debilitada; se sua direita estiver bem preparada, a sua esquerda será destruída facilmente; se ele fortalece em todos lugares, ele estará, em todos lugares, fraco.
Aquele que possui poucas forças tem que tomar precauções em todos lugares contra possíveis ataques; aquele que tem muitas tropas compele o inimigo a preparar-se contra seus ataques.
--------------------------------------------------------------------------------
Conhecer a hora e o dia da batalha
Se um general sabe o lugar e a hora de uma batalha, ele pode conduzir as suas tropas para até mil li, mesmo para uma batalha decisiva. Se ele não sabe nem o lugar, nem a hora de uma batalha, então o seu lado esquerdo não pode ajudar a sua direita e a ala direita não pode salvar a esquerda; a tropa da frente não pode auxiliar a tropa da retaguarda, nem a tropa da retaguarda pode ajudar a tropa da frente. E assim será, não importando se as tropas estejam a poucos li ou a dezenas de li.
--------------------------------------------------------------------------------
Determinando a situação do inimigo
Na minha opinião, embora as tropas (inimigas) do Yue sejam muito numerosas, de que forma isto poderá ajudá-los a obter uma vitória contra nós ?
Eu digo que a vitória pode ser criada. Até mesmo se as tropas do inimigo forem muitas, nós podemos achar um modo de torná-las impossibilitadas de lutar.
Considere e analise a situação do inimigo e onde ele deseja batalhar, assim, você pode ter uma compreensão clara das suas chances de sucesso.
Determine os seus padrões de ataque e de defesa, descubra os seus pontos vulneráveis. Contando o número dos soldados e de cavalos, você pode saber o valor das forças e as insuficiências que ela apresenta.
Realize escaramuças para determinar onde o inimigo é forte e onde ele é vulnerável.
Dom da arte militar
O mais elevado dom da arte militar de enganar o inimigo é esconder suas intenções. Assim, mesmo os espiões mais penetrantes do inimigo não poderão espionar e, nem sequer o homem mais sábio poderá conspirar contra você.
Mesmo que você torne público o posicionamento estratégico que o levou às vitórias, elas não serão compreendidas. Embora todo o mundo saiba suas táticas vitoriosas, jamais conseguirão aprender como você foi chegou a definir a posição vantajosa que o levou a vitória.
Portanto, as vitórias em batalha não poderão jamais serem repetidas - as circunstâncias de cada combate são mutáveis e exigem uma resposta própria e particular.
--------------------------------------------------------------------------------
Táticas militares são como água corrente
Táticas militares são como água corrente. A água corrente sempre se move de cima para baixo, evita o terreno alto e flui para o terreno baixo. Assim, são as táticas militares, sempre evitam os pontos fortes do inimigo e atacam os seus pontos fracos.
Assim como o rio altera o seu curso de acordo com os acidentes do terreno, o exército varia seus métodos de obter a vitória de acordo com o inimigo.
Portanto, o modo de lutar nunca permanece constante, assim como a água nunca flui da mesma maneira.
Aquele que dirige as operações militares com grande habilidade, pode obter a vitória empregando táticas apropriadas de acordo com as diferentes situações do inimigo. Tal qual os cinco elementos, onde nenhum é exclusivamente predominante, as quatro estações, das quais nenhuma dura para sempre; os dias que são ora longos, ora curtos; e a lua, que ora cresce e ora mingua.
táticas apropriadas de acordo com as diferentes situações do inimigo
Aquele que ocupa o campo de batalha por primeiro, e espera o inimigo, estará descansado; aquele que chega depois e se lança na batalha precipitadamente estará cansado.
Assim, um general competente movimenta o inimigo e não será manipulado por ele.
Apresente uma vantagem aparente ao inimigo e ele virá até sua armadilha. O ameace com algum perigo e você poderá pará-lo.
Então, a habilidade do general consiste em cansar o inimigo quando este estiver descansado; deixá-lo com fome quando estiver com provisões; movê-lo quando estiver parado.
--------------------------------------------------------------------------------
Explorando vulnerabilidades
Um general e suas tropas podem marchar uma distância de mil "li", sem se fatigarem, porque a marcha se dá na área onde o inimigo não montou defesas.
Se um general ataca com confiança é porque sabe que o inimigo não pode se defender ou fortalecer sua posição. Se um general defende com confiança é porque está seguro que o inimigo não atacará com superioridade de forças naquela posição.
Assim, contra o especialista em ataque, o inimigo não sabe onde se defender. Por outro lado, contra um especialista em defesa, o inimigo não sabe onde atacar.
Seja extremamente sutil, tão sutil que ninguém possa achar qualquer rastro.
Seja extremamente misterioso, tão misterioso que ninguém possa ouvir qualquer informação.
Se um general puder agir assim, então, poderá celebrar o destino do inimigo em suas próprias mãos.
O inimigo não pode opor resistência o seu ataque, porque este irrompe nos seus pontos fracos.
Ao recuar, o general não pode ser perseguido, porque, movendo-se tão rapidamente, o inimigo não terá condições de perseguí-lo ou alcançá-lo.
--------------------------------------------------------------------------------
Dominando a vontade do inimigo
Se nós resolvermos atacar, o inimigo não terá escolha, mesmo defendido com altas muralhas e fossos profundos, pois será compelido a lutar conosco porque atacamos onde ele deve defender.
Se nós resolvermos não lutar contra ele, nós não o faremos, pois, mesmo que a nossa defesa seja apenas uma linha desenhada, nós o desviaremos para outro objetivo.
Se nós conseguirmos fazer o inimigo denunciar sua posição, ao mesmo tempo em que ocultamos a nossa, podemos reunir as nossas tropas e dividir as do inimigo.
Se nós concentrarmos nossas forças em um lugar, enquanto o inimigo dispersa suas próprias forças em dez lugares, então nós seremos dez contra um quando lançarmos o nosso ataque.
Se nós tivermos que usar muitos para golpear poucos, então será bastante fácil negociarmos, pois o inimigo será pequeno e fraco.
--------------------------------------------------------------------------------
Forçando o inimigo a tomar precauções
O lugar que nossas forças pretendem atacar não deve ser do conhecimento do inimigo. Deste modo, se ele não puder prever o lugar do nosso ataque terá que se precaver em muitos lugares e quando ele toma precauções em muitos lugares, suas tropas, qualquer que seja o local, será pouco numerosa.
Aquele que toma precaução em muitos lugares, estará pouco numeroso em muitos lugares
Se o inimigo toma precauções na frente, sua retaguarda estará fraca; se ele toma precauções na retaguarda, sua frente será frágil; se sua esquerda estiver fortalecida, sua direita estará debilitada; se sua direita estiver bem preparada, a sua esquerda será destruída facilmente; se ele fortalece em todos lugares, ele estará, em todos lugares, fraco.
Aquele que possui poucas forças tem que tomar precauções em todos lugares contra possíveis ataques; aquele que tem muitas tropas compele o inimigo a preparar-se contra seus ataques.
--------------------------------------------------------------------------------
Conhecer a hora e o dia da batalha
Se um general sabe o lugar e a hora de uma batalha, ele pode conduzir as suas tropas para até mil li, mesmo para uma batalha decisiva. Se ele não sabe nem o lugar, nem a hora de uma batalha, então o seu lado esquerdo não pode ajudar a sua direita e a ala direita não pode salvar a esquerda; a tropa da frente não pode auxiliar a tropa da retaguarda, nem a tropa da retaguarda pode ajudar a tropa da frente. E assim será, não importando se as tropas estejam a poucos li ou a dezenas de li.
--------------------------------------------------------------------------------
Determinando a situação do inimigo
Na minha opinião, embora as tropas (inimigas) do Yue sejam muito numerosas, de que forma isto poderá ajudá-los a obter uma vitória contra nós ?
Eu digo que a vitória pode ser criada. Até mesmo se as tropas do inimigo forem muitas, nós podemos achar um modo de torná-las impossibilitadas de lutar.
Considere e analise a situação do inimigo e onde ele deseja batalhar, assim, você pode ter uma compreensão clara das suas chances de sucesso.
Determine os seus padrões de ataque e de defesa, descubra os seus pontos vulneráveis. Contando o número dos soldados e de cavalos, você pode saber o valor das forças e as insuficiências que ela apresenta.
Realize escaramuças para determinar onde o inimigo é forte e onde ele é vulnerável.
Dom da arte militar
O mais elevado dom da arte militar de enganar o inimigo é esconder suas intenções. Assim, mesmo os espiões mais penetrantes do inimigo não poderão espionar e, nem sequer o homem mais sábio poderá conspirar contra você.
Mesmo que você torne público o posicionamento estratégico que o levou às vitórias, elas não serão compreendidas. Embora todo o mundo saiba suas táticas vitoriosas, jamais conseguirão aprender como você foi chegou a definir a posição vantajosa que o levou a vitória.
Portanto, as vitórias em batalha não poderão jamais serem repetidas - as circunstâncias de cada combate são mutáveis e exigem uma resposta própria e particular.
--------------------------------------------------------------------------------
Táticas militares são como água corrente
Táticas militares são como água corrente. A água corrente sempre se move de cima para baixo, evita o terreno alto e flui para o terreno baixo. Assim, são as táticas militares, sempre evitam os pontos fortes do inimigo e atacam os seus pontos fracos.
Assim como o rio altera o seu curso de acordo com os acidentes do terreno, o exército varia seus métodos de obter a vitória de acordo com o inimigo.
Portanto, o modo de lutar nunca permanece constante, assim como a água nunca flui da mesma maneira.
Aquele que dirige as operações militares com grande habilidade, pode obter a vitória empregando táticas apropriadas de acordo com as diferentes situações do inimigo. Tal qual os cinco elementos, onde nenhum é exclusivamente predominante, as quatro estações, das quais nenhuma dura para sempre; os dias que são ora longos, ora curtos; e a lua, que ora cresce e ora mingua.
táticas apropriadas de acordo com as diferentes situações do inimigo
Cap.5
Sun Tzu disse:
Administrar um exército grande é, em princípio, igual a administrar um pequeno: é uma questão de organização.
Dirigir um exército grande é igual a dirigir uma tropa pequena: é uma questão de comando rígido e imparcial.
Capacitar que um exército inteiro seja capaz de resistir a um ataque sem sofrer derrota é uma questão de aplicação correta das táticas militares.
Ao adotar táticas frontais ou de surpresa, um general assegura que seu exército não sofra derrotas frente ao inimigo.
A descoberta dos pontos fortes e fracos permite que o exército caia sobre seu inimigo como uma pedra sobre ovos.
--------------------------------------------------------------------------------
Táticas
Durante uma guerra, o general deve adotar táticas frontais, se quiser confrontar o inimigo e táticas de surpresa, se quiser conquistar a vitória.
O general, ao aplicar táticas de surpresa, torna-se tão infinito quanto o céu e a terra e, como o fluxo interminável de um rio. Assim como o Sol e a Lua, ele pára, mas logo recomeça como o movimento da natureza.
Existem só cinco notas musicais, mas as suas combinações produzem as mais agradáveis e maravilhosas melodias que se ouve. Existem só cinco cores básicas, mas combinadas produzem as cores mais bonitas e esplendorosas que se vê. Existem só cinco sabores, mas sua mistura produzem os gostos mais deliciosos que se provam.
(Na China antiga, haviam cinco notas musicais, isto é: gongo, shang, jue, zhi e yu; cinco cores básicas: azul, amarelo, vermelho, branco e negro; e cinco sabores cardeais: azedo, salgado, pungente, amargo e doce)
Assim são as operações militares, existem apenas as operações frontais e as de surpresa, mas suas variações e combinações darão lugar a uma série infinita de manobras. Táticas frontais e de surpresa são mutuamente dependentes e são como um movimento cíclico que não tem nem um começo nem um fim. Quem pode saber sua infinidade?
--------------------------------------------------------------------------------
Vantagens e oportunidades
Uma torrente que flui rapidamente pode fazer saltar pedras pesadas do leito do rio por causa do impulso forte da água.
Um falcão que voa tão depressa quando golpeia pode destruir sua presa, por causa da oportunidade e rapidez de sua investida.
Acontece o mesmo com um general, que pode explorar sua própria posição de vantagem e lançar um ataque rápido e afiado. O potencial dele é como um arco, completamente esticado, que lança, no momento preciso, a flecha certeira. No tumulto de uma batalha, o seu exército permanece calmo. No caos da guerra, onde as posições mudam constantemente, ele permanece invulnerável.
--------------------------------------------------------------------------------
Exploração das vantagens
A desordem nasce da ordem, covardia origina-se da coragem e a fraqueza nasce da força. A ordem e a desordem dependem da organização e da logística, a coragem e a covardia dependem das circunstâncias ou da vantagem estratégica, a força e a fraqueza, dependem das disposições.
--------------------------------------------------------------------------------
Então, se o comandante deseja que o inimigo se movimente, ele se mostra: o inimigo certamente o seguirá. Se ele quer atrair o inimigo, ele ilude, apresentando algo lucrativo para o inimigo, e o inimigo por certo acreditará. Assim, o comandante oferece ao inimigo pequenas vantagens, mas o espera armado e com toda a sua força.
--------------------------------------------------------------------------------
Vantagem estratégica
Um general qualificado em assuntos de guerra explora sua vantagem estratégica e não a pede aos seus homens. Assim, esse general deve saber selecionar os homens certos e explorar uma situação favorável.
Quem explora a vantagem estratégica, dirige seus homens como se fossem troncos ou pedras. A natureza dos troncos ou pedras é permanecerem impassíveis se o solo é plano; ou rolarem se o solo está inclinando; se eles são quadrados, tendem a parar, se são redondos, tendem a rolar.
Assim, a vantagem estratégica do comandante pode ser comparada a uma pedra redonda que rola por uma montanha íngreme de dez mil pés de altura. É este o significado de vantagem estratégica.
Administrar um exército grande é, em princípio, igual a administrar um pequeno: é uma questão de organização.
Dirigir um exército grande é igual a dirigir uma tropa pequena: é uma questão de comando rígido e imparcial.
Capacitar que um exército inteiro seja capaz de resistir a um ataque sem sofrer derrota é uma questão de aplicação correta das táticas militares.
Ao adotar táticas frontais ou de surpresa, um general assegura que seu exército não sofra derrotas frente ao inimigo.
A descoberta dos pontos fortes e fracos permite que o exército caia sobre seu inimigo como uma pedra sobre ovos.
--------------------------------------------------------------------------------
Táticas
Durante uma guerra, o general deve adotar táticas frontais, se quiser confrontar o inimigo e táticas de surpresa, se quiser conquistar a vitória.
O general, ao aplicar táticas de surpresa, torna-se tão infinito quanto o céu e a terra e, como o fluxo interminável de um rio. Assim como o Sol e a Lua, ele pára, mas logo recomeça como o movimento da natureza.
Existem só cinco notas musicais, mas as suas combinações produzem as mais agradáveis e maravilhosas melodias que se ouve. Existem só cinco cores básicas, mas combinadas produzem as cores mais bonitas e esplendorosas que se vê. Existem só cinco sabores, mas sua mistura produzem os gostos mais deliciosos que se provam.
(Na China antiga, haviam cinco notas musicais, isto é: gongo, shang, jue, zhi e yu; cinco cores básicas: azul, amarelo, vermelho, branco e negro; e cinco sabores cardeais: azedo, salgado, pungente, amargo e doce)
Assim são as operações militares, existem apenas as operações frontais e as de surpresa, mas suas variações e combinações darão lugar a uma série infinita de manobras. Táticas frontais e de surpresa são mutuamente dependentes e são como um movimento cíclico que não tem nem um começo nem um fim. Quem pode saber sua infinidade?
--------------------------------------------------------------------------------
Vantagens e oportunidades
Uma torrente que flui rapidamente pode fazer saltar pedras pesadas do leito do rio por causa do impulso forte da água.
Um falcão que voa tão depressa quando golpeia pode destruir sua presa, por causa da oportunidade e rapidez de sua investida.
Acontece o mesmo com um general, que pode explorar sua própria posição de vantagem e lançar um ataque rápido e afiado. O potencial dele é como um arco, completamente esticado, que lança, no momento preciso, a flecha certeira. No tumulto de uma batalha, o seu exército permanece calmo. No caos da guerra, onde as posições mudam constantemente, ele permanece invulnerável.
--------------------------------------------------------------------------------
Exploração das vantagens
A desordem nasce da ordem, covardia origina-se da coragem e a fraqueza nasce da força. A ordem e a desordem dependem da organização e da logística, a coragem e a covardia dependem das circunstâncias ou da vantagem estratégica, a força e a fraqueza, dependem das disposições.
--------------------------------------------------------------------------------
Então, se o comandante deseja que o inimigo se movimente, ele se mostra: o inimigo certamente o seguirá. Se ele quer atrair o inimigo, ele ilude, apresentando algo lucrativo para o inimigo, e o inimigo por certo acreditará. Assim, o comandante oferece ao inimigo pequenas vantagens, mas o espera armado e com toda a sua força.
--------------------------------------------------------------------------------
Vantagem estratégica
Um general qualificado em assuntos de guerra explora sua vantagem estratégica e não a pede aos seus homens. Assim, esse general deve saber selecionar os homens certos e explorar uma situação favorável.
Quem explora a vantagem estratégica, dirige seus homens como se fossem troncos ou pedras. A natureza dos troncos ou pedras é permanecerem impassíveis se o solo é plano; ou rolarem se o solo está inclinando; se eles são quadrados, tendem a parar, se são redondos, tendem a rolar.
Assim, a vantagem estratégica do comandante pode ser comparada a uma pedra redonda que rola por uma montanha íngreme de dez mil pés de altura. É este o significado de vantagem estratégica.
Cap.4
Sun Tzu disse:
No passado, os guerreiros hábeis tornavam-se, eles próprios, invencíveis. Depois, esperavam as oportunidades para destruir o inimigo.
Invencibilidade
Ser invencível depende da própria pessoa, derrotar o inimigo depende dos erros do inimigo.
Então, o perito pode tornar-se invencível, mas não pode garantir como certa a vulnerabilidade do inimigo.
É por isto que se diz: "a pessoa pode predizer uma vitória, mas esta não pode ser forçada".
--------------------------------------------------------------------------------
Ataque x Defesa
Quando não há nenhuma chance de vitória, assuma uma posição defensiva; quando há uma chance de vitória, lance um ataque.
Se as condições favoráveis são insuficientes, você deverá se defender; se as condições favoráveis são abundantes, você deverá fazer um ataque.
O especialista em defesa oculta a si mesmo até debaixo da terra. O especialista em ataque golpeia o inimigo de cima das altas esferas do céu. Assim, ele é capaz de proteger-se a si mesmo e obter a vitória.
--------------------------------------------------------------------------------
Condições de uma vitória
A previsibilidade de uma vitória não excede ao bom senso de pessoas comuns.
Uma vitória que é ganha após uma luta feroz, e é louvada universalmente, não é o apogeu da excelência. Assim como o levantar de um fio de cabelo não é sinal de força, como ver o sol e a lua não é sinal de visão aguçada, tampouco escutar um trovão não é dom de audição aguda.
Os antigos diziam que o perito na arte da guerra vencia quando a vitória era facilmente previsível.
Assim, uma batalha vencida por um perito não traz reputação de sapiência ou crédito de coragem.
As vitórias do perito são infalíveis, pois, este só combate quando o inimigo já está derrotado e ele, destinado a derrotar.
Portanto, o perito ocupa uma posição invencível e, ao mesmo tempo, esta seguro de não perder nenhuma oportunidade militar para derrotar o inimigo.
Assim, um exército vitorioso não lutará com o inimigo até que esteja seguro das condições de vitória, enquanto que, um exército derrotado inicia a batalha e espera obter vitória depois.
O perito sempre entende os princípios de guerra e adota as políticas corretas, de forma que vitória estará sempre em suas mãos.
--------------------------------------------------------------------------------
Elementos importantes nas regras militares
Há cinco elementos importantes nas regras militares:
o primeiro é a análise do terreno;
o segundo é o cálculo de força de trabalho e dos recursos de material;
o terceiro é o cálculo da capacidade logística;
o quarto é uma comparação da sua própria força militar com a do inimigo; e
o quinto é uma previsão de vitória ou derrota.
Aplicação das regras militares
Um general excelente terá a sabedoria para entender que:
na avaliação do terreno, ele deve verificar as características físicas de um campo de batalha;
o cálculo da força de trabalho e dos recursos de material servem para as estimativas da quantidade de provisões;
a capacidade logística deve atender às necessidades das provisões;
na balança do poder, um dos pesos é baseado na capacidade logística;
a possibilidade da vitória é baseada na balança do poder.
--------------------------------------------------------------------------------
Exército vitorioso x Exército derrotado
Um exército vitorioso e como um peso de 100 quilos contra um de apenas algumas gramas, ao passo que, um exército derrotado é como um peso de poucas gramas se opondo a algumas centenas de quilos.
O primeiro tem uma vantagem óbvia sobre o segundo.
Um general que dispõe de todo aquele peso e lançar seus homens à batalha e obter a vitória será comparado com a força de águas represadas que se lançam para baixo de uma altura de dez mil pés.
No passado, os guerreiros hábeis tornavam-se, eles próprios, invencíveis. Depois, esperavam as oportunidades para destruir o inimigo.
Invencibilidade
Ser invencível depende da própria pessoa, derrotar o inimigo depende dos erros do inimigo.
Então, o perito pode tornar-se invencível, mas não pode garantir como certa a vulnerabilidade do inimigo.
É por isto que se diz: "a pessoa pode predizer uma vitória, mas esta não pode ser forçada".
--------------------------------------------------------------------------------
Ataque x Defesa
Quando não há nenhuma chance de vitória, assuma uma posição defensiva; quando há uma chance de vitória, lance um ataque.
Se as condições favoráveis são insuficientes, você deverá se defender; se as condições favoráveis são abundantes, você deverá fazer um ataque.
O especialista em defesa oculta a si mesmo até debaixo da terra. O especialista em ataque golpeia o inimigo de cima das altas esferas do céu. Assim, ele é capaz de proteger-se a si mesmo e obter a vitória.
--------------------------------------------------------------------------------
Condições de uma vitória
A previsibilidade de uma vitória não excede ao bom senso de pessoas comuns.
Uma vitória que é ganha após uma luta feroz, e é louvada universalmente, não é o apogeu da excelência. Assim como o levantar de um fio de cabelo não é sinal de força, como ver o sol e a lua não é sinal de visão aguçada, tampouco escutar um trovão não é dom de audição aguda.
Os antigos diziam que o perito na arte da guerra vencia quando a vitória era facilmente previsível.
Assim, uma batalha vencida por um perito não traz reputação de sapiência ou crédito de coragem.
As vitórias do perito são infalíveis, pois, este só combate quando o inimigo já está derrotado e ele, destinado a derrotar.
Portanto, o perito ocupa uma posição invencível e, ao mesmo tempo, esta seguro de não perder nenhuma oportunidade militar para derrotar o inimigo.
Assim, um exército vitorioso não lutará com o inimigo até que esteja seguro das condições de vitória, enquanto que, um exército derrotado inicia a batalha e espera obter vitória depois.
O perito sempre entende os princípios de guerra e adota as políticas corretas, de forma que vitória estará sempre em suas mãos.
--------------------------------------------------------------------------------
Elementos importantes nas regras militares
Há cinco elementos importantes nas regras militares:
o primeiro é a análise do terreno;
o segundo é o cálculo de força de trabalho e dos recursos de material;
o terceiro é o cálculo da capacidade logística;
o quarto é uma comparação da sua própria força militar com a do inimigo; e
o quinto é uma previsão de vitória ou derrota.
Aplicação das regras militares
Um general excelente terá a sabedoria para entender que:
na avaliação do terreno, ele deve verificar as características físicas de um campo de batalha;
o cálculo da força de trabalho e dos recursos de material servem para as estimativas da quantidade de provisões;
a capacidade logística deve atender às necessidades das provisões;
na balança do poder, um dos pesos é baseado na capacidade logística;
a possibilidade da vitória é baseada na balança do poder.
--------------------------------------------------------------------------------
Exército vitorioso x Exército derrotado
Um exército vitorioso e como um peso de 100 quilos contra um de apenas algumas gramas, ao passo que, um exército derrotado é como um peso de poucas gramas se opondo a algumas centenas de quilos.
O primeiro tem uma vantagem óbvia sobre o segundo.
Um general que dispõe de todo aquele peso e lançar seus homens à batalha e obter a vitória será comparado com a força de águas represadas que se lançam para baixo de uma altura de dez mil pés.
Cap.3
Sun Tzu disse:
O princípio geral da guerra é : "manter o estado do inimigo intacto, dominar seu o exército e forçá-lo à rendição é melhor do que esmagá-lo".
Máximo da excelência
Dominar um batalhão, uma companhia ou uma esquadra de cinco homens é melhor do que destruí-los.
Então, obtendo cem vitórias em cem batalhas não significa o máximo da excelência. Excelência mais alta está em obter-se uma vitória e subjugar o inimigo sem, no entanto, lutar.
--------------------------------------------------------------------------------
Política para as operações militares
Assim, a melhor política para as operações militares é obter a vitória, atacando a estratégia do inimigo. A segunda melhor política é desintegrar as alianças do inimigo por meio da diplomacia; em seguida, atacar seus soldados, lançando um ataque ao inimigo; mas, a pior política é atacar violentamente cidades fortificadas e subjugar territórios. Atacar estratégias
Atacar alianças
Atacar soldados
--------------------------------------------------------------------------------
Ataque a cidades
Deve-se sitiar cidades só como último recurso, porque levará aproximadamente três meses para construir escadas protegidas, preparar os veículos e reunir o equipamento e armamento necessários. Serão necessários, depois, outros três meses para preparar rampas de terra para alcançar as paredes da cidade.
Se o comandante não puder controlar sua própria impaciência e der ordens a seus soldados para avançar contra o muro da cidade como formigas, o resultado será que 1/3 deles será sacrificado, enquanto que a cidade permanecerá intocada. De fato, aí está a calamidade em atacar cidades muradas.
--------------------------------------------------------------------------------
Vencer sem lutar
Um chefe que está bem instruído em operações militares faz com que o inimigo se renda sem lutar, captura as cidades do inimigo sem atacá-las violentamente, e destrói o Estado do inimigo sem operações militares demoradas.
O prêmio maior de uma vitória é triunfar por meio de estratagemas, sem usar as tropas.
--------------------------------------------------------------------------------
Como usar as tropas
Assim, a lei para usar as tropas é:
quando você tiver uma força dez vezes superior ao inimigo, cerque-o; se sua força superar em cinco vezes, ataque-o; quando você tiver duas vezes mais força que o inimigo, enfrente-o pelos dois lados;
se suas forças se equivalem, procure repartir as do inimigo; se suas forças forem inferiores, seja hábil em tomar a defensiva; se você for muito mais fraco do que o inimigo, deve saber a hora de empreender uma retirada.
Se o mais fraco combater sem considerar esta razão de forças, ele será, seguramente, conquistado pelo mais forte.
--------------------------------------------------------------------------------
Valor do comandante
O comandante é o equilíbrio da carruagem do Estado. Se este equilíbrio estiver bem colocado, a carruagem, isto é, a nação será poderosa; se o equilíbrio estiver defeituoso, a nação, certamente, será fraca.
--------------------------------------------------------------------------------
O governante e os infortúnios para seu exército
O governante poderá trazer infortúnio para seu próprio exército de três modos:
primeiramente, se ele ordena um avanço e o seu exército não pode ir adiante, ou emite ordens de uma retirada, desconhecendo que o seu exército não pode se retirar;
em seguida, se ele interfere com a administração do exército, sem entender os negócios internos, pois isto, confundirá os oficiais e soldados;
em terceiro lugar, quando ele interfere com a direção do exército sem saber os princípios dos estratagemas militares, gerando dúvidas e desentendimentos entre oficiais e soldados.
Tendo o governante confundido o seu exército e perdido a confiança de seus homens, as agressões dos estados vizinhos não demorarão.
Aí está o significado da expressão: "Lançar a desordem e a confusão em suas próprias fileiras é oferecer um modo seguro para a vitória do inimigo".
--------------------------------------------------------------------------------
Qual oponente sairá vencedor ?
Existem cinco fatores que permitem que se preveja qual dos oponentes sairá vencedor:
aquele que sabe quando deve ou quando não deve lutar;
aquele que sabe como adotar a arte militar apropriada de acordo com a superioridade ou inferioridade de suas forças frente ao inimigo;
aquele que sabe como manter seus superiores e subordinados unidos de acordo com suas propostas;
aquele que está bem preparado e enfrenta um inimigo desprevenido;
aquele que é um general sábio e capaz, cujo soberano não interfere.
Estes são os cinco fatores para se prever a vitória.
--------------------------------------------------------------------------------
Por isso se diz:
aquele que conhece o inimigo e a si mesmo, lutará cem batalhas sem perigo de derrota;
para aquele que não conhece o inimigo, mas conhece a si mesmo, as chances para a vitória ou para a derrota serão iguais;
aquele que não conhece nem o inimigo e nem a si próprio, será derrotado em todas as batalhas
O princípio geral da guerra é : "manter o estado do inimigo intacto, dominar seu o exército e forçá-lo à rendição é melhor do que esmagá-lo".
Máximo da excelência
Dominar um batalhão, uma companhia ou uma esquadra de cinco homens é melhor do que destruí-los.
Então, obtendo cem vitórias em cem batalhas não significa o máximo da excelência. Excelência mais alta está em obter-se uma vitória e subjugar o inimigo sem, no entanto, lutar.
--------------------------------------------------------------------------------
Política para as operações militares
Assim, a melhor política para as operações militares é obter a vitória, atacando a estratégia do inimigo. A segunda melhor política é desintegrar as alianças do inimigo por meio da diplomacia; em seguida, atacar seus soldados, lançando um ataque ao inimigo; mas, a pior política é atacar violentamente cidades fortificadas e subjugar territórios. Atacar estratégias
Atacar alianças
Atacar soldados
--------------------------------------------------------------------------------
Ataque a cidades
Deve-se sitiar cidades só como último recurso, porque levará aproximadamente três meses para construir escadas protegidas, preparar os veículos e reunir o equipamento e armamento necessários. Serão necessários, depois, outros três meses para preparar rampas de terra para alcançar as paredes da cidade.
Se o comandante não puder controlar sua própria impaciência e der ordens a seus soldados para avançar contra o muro da cidade como formigas, o resultado será que 1/3 deles será sacrificado, enquanto que a cidade permanecerá intocada. De fato, aí está a calamidade em atacar cidades muradas.
--------------------------------------------------------------------------------
Vencer sem lutar
Um chefe que está bem instruído em operações militares faz com que o inimigo se renda sem lutar, captura as cidades do inimigo sem atacá-las violentamente, e destrói o Estado do inimigo sem operações militares demoradas.
O prêmio maior de uma vitória é triunfar por meio de estratagemas, sem usar as tropas.
--------------------------------------------------------------------------------
Como usar as tropas
Assim, a lei para usar as tropas é:
quando você tiver uma força dez vezes superior ao inimigo, cerque-o; se sua força superar em cinco vezes, ataque-o; quando você tiver duas vezes mais força que o inimigo, enfrente-o pelos dois lados;
se suas forças se equivalem, procure repartir as do inimigo; se suas forças forem inferiores, seja hábil em tomar a defensiva; se você for muito mais fraco do que o inimigo, deve saber a hora de empreender uma retirada.
Se o mais fraco combater sem considerar esta razão de forças, ele será, seguramente, conquistado pelo mais forte.
--------------------------------------------------------------------------------
Valor do comandante
O comandante é o equilíbrio da carruagem do Estado. Se este equilíbrio estiver bem colocado, a carruagem, isto é, a nação será poderosa; se o equilíbrio estiver defeituoso, a nação, certamente, será fraca.
--------------------------------------------------------------------------------
O governante e os infortúnios para seu exército
O governante poderá trazer infortúnio para seu próprio exército de três modos:
primeiramente, se ele ordena um avanço e o seu exército não pode ir adiante, ou emite ordens de uma retirada, desconhecendo que o seu exército não pode se retirar;
em seguida, se ele interfere com a administração do exército, sem entender os negócios internos, pois isto, confundirá os oficiais e soldados;
em terceiro lugar, quando ele interfere com a direção do exército sem saber os princípios dos estratagemas militares, gerando dúvidas e desentendimentos entre oficiais e soldados.
Tendo o governante confundido o seu exército e perdido a confiança de seus homens, as agressões dos estados vizinhos não demorarão.
Aí está o significado da expressão: "Lançar a desordem e a confusão em suas próprias fileiras é oferecer um modo seguro para a vitória do inimigo".
--------------------------------------------------------------------------------
Qual oponente sairá vencedor ?
Existem cinco fatores que permitem que se preveja qual dos oponentes sairá vencedor:
aquele que sabe quando deve ou quando não deve lutar;
aquele que sabe como adotar a arte militar apropriada de acordo com a superioridade ou inferioridade de suas forças frente ao inimigo;
aquele que sabe como manter seus superiores e subordinados unidos de acordo com suas propostas;
aquele que está bem preparado e enfrenta um inimigo desprevenido;
aquele que é um general sábio e capaz, cujo soberano não interfere.
Estes são os cinco fatores para se prever a vitória.
--------------------------------------------------------------------------------
Por isso se diz:
aquele que conhece o inimigo e a si mesmo, lutará cem batalhas sem perigo de derrota;
para aquele que não conhece o inimigo, mas conhece a si mesmo, as chances para a vitória ou para a derrota serão iguais;
aquele que não conhece nem o inimigo e nem a si próprio, será derrotado em todas as batalhas
Cap.2
Sun Tzu disse:
Quando você enviar as tropas para uma batalha, você deverá considerar que necessitará de mil carruagens velozes de guerra e mil carruagens pesadas de guerra, além de cem mil soldados.
Provisões necessárias
Você necessitará de muitas provisões para esta força cobrir uma distância de mil li (mil li = 100 km). Você gastará, também, mil barras de ouro por dia para a despesa do Estado e no campo de batalha, incluindo enviados ao exterior e conselheiros; materiais como cola e laca, carruagens e armaduras.
Depois que você tiver bastante dinheiro, seus cem mil corajosos guerreiros poderão sair para batalhar.
--------------------------------------------------------------------------------
Campanha prolongada = recursos insuficientes
Em operações militares, procure uma vitória rápida. Com o prosseguimento das ações as armas ficarão desgastadas, as provisões insuficientes e as tropas desmoralizadas. Uma batalha longa entorpece o exército, umedece o espírito e o entusiasmo dos soldados. Se você sitiar uma cidade fortificada, terá suas forças esgotadas. Se o seu exército for mantido muito tempo em campanha, as reservas do Estado serão insuficientes.
E depois, quando você tiver com suas forças desgastadas, com suas provisões insuficientes, com suas tropas desmoralizadas e com seus recursos exauridos, os governantes vizinhos tirarão proveito desta situação e obterão vantagens para atacá-lo. E você, neste caso, mesmo contando com os mais ilustres e sábios conselheiros não conseguirá garantir um bom resultado na batalha.
Prosseguimento da ações
Provisões insuficientes
Tropas desmoralizadas
Forças esgotadas
Ataque dos estados vizinhos
Embora já tenhamos ouvido falar de campanhas precipitadas e imprudentes, nós nunca tivemos um exemplo de benefício no prolongamento das hostilidades, tampouco, ouvimos que uma guerra demorada pudesse beneficiar um país.
É óbvio que aquele que não compreende os perigos inerentes das operações militares não está profundamente consciente da maneira de como tirar proveito disto.
--------------------------------------------------------------------------------
Um comandante que domina a arte da guerra não convoca suas forças mais de uma vez, nem solicita provisões repetidamente. Ele conduz o material e as provisões necessárias e faz uso das provisões do inimigo. Assim, ele terá o necessário para alimentar o seu exército.
--------------------------------------------------------------------------------
Custos da guerra
Geralmente, o Estado fica empobrecido quando envia suas tropas para empreender uma guerra em local distante. Manter um exército a uma longa distância empobrece o povo.
Onde este exército, que está longe de sua terra, estiver estacionado, os preços de artigos subirão; e o preço alto esgotará os recursos financeiros do Estado.
Quando os recursos do Estado estiverem se exaurindo, os impostos tenderão a aumentar para sustentar este exército que luta longe de sua terra.
Toda a força do estado será consumida no campo de batalha. Ao final, setenta por cento da riqueza das pessoas será consumida e sessenta por cento da renda do Estado será dissipada, com carruagens quebradas, cavalos fora de combate, armas danificadas, inclusive armaduras e elmos, arcos e flechas, lanças e escudos, rebanhos, carroças de provisões.
Toda a força do estado será consumida no campo de batalha.
--------------------------------------------------------------------------------
Obtenção das provisões
Conseqüentemente, um chefe sábio deve se esforçar para obter as provisões no solo inimigo. O consumo de um zhong de comida do inimigo é equivalente a vinte zhong da própria terra; e o consumo de um dan de forragem do inimigo equivale a vinte dan dos seus.
--------------------------------------------------------------------------------
Administração das despojos e bens capturados
Se você quer matar o inimigo, você tem que despertar o ódio de seus soldados; se você quer obter a riqueza do inimigo, você tem que saber administrar a distribuição dos despojos.
Se seu exército captura dez carruagens em uma batalha, você tem que recompensar o primeiro que levou-lhe a carruagem do inimigo.
Substitua as bandeiras e estandartes do inimigo por suas próprias bandeiras e misture as carruagens capturadas com as suas.
Ao mesmo tempo, você deverá tratar bem os soldados aprisionados.
--------------------------------------------------------------------------------
As operações militares devem ser conduzidas para uma vitória rápida e não como campanhas prolongadas.
Então, o chefe que está versado na arte de guerra, torna-se o senhor para determinar o destino das pessoas e controlar a segurança da nação.
Quando você enviar as tropas para uma batalha, você deverá considerar que necessitará de mil carruagens velozes de guerra e mil carruagens pesadas de guerra, além de cem mil soldados.
Provisões necessárias
Você necessitará de muitas provisões para esta força cobrir uma distância de mil li (mil li = 100 km). Você gastará, também, mil barras de ouro por dia para a despesa do Estado e no campo de batalha, incluindo enviados ao exterior e conselheiros; materiais como cola e laca, carruagens e armaduras.
Depois que você tiver bastante dinheiro, seus cem mil corajosos guerreiros poderão sair para batalhar.
--------------------------------------------------------------------------------
Campanha prolongada = recursos insuficientes
Em operações militares, procure uma vitória rápida. Com o prosseguimento das ações as armas ficarão desgastadas, as provisões insuficientes e as tropas desmoralizadas. Uma batalha longa entorpece o exército, umedece o espírito e o entusiasmo dos soldados. Se você sitiar uma cidade fortificada, terá suas forças esgotadas. Se o seu exército for mantido muito tempo em campanha, as reservas do Estado serão insuficientes.
E depois, quando você tiver com suas forças desgastadas, com suas provisões insuficientes, com suas tropas desmoralizadas e com seus recursos exauridos, os governantes vizinhos tirarão proveito desta situação e obterão vantagens para atacá-lo. E você, neste caso, mesmo contando com os mais ilustres e sábios conselheiros não conseguirá garantir um bom resultado na batalha.
Prosseguimento da ações
Provisões insuficientes
Tropas desmoralizadas
Forças esgotadas
Ataque dos estados vizinhos
Embora já tenhamos ouvido falar de campanhas precipitadas e imprudentes, nós nunca tivemos um exemplo de benefício no prolongamento das hostilidades, tampouco, ouvimos que uma guerra demorada pudesse beneficiar um país.
É óbvio que aquele que não compreende os perigos inerentes das operações militares não está profundamente consciente da maneira de como tirar proveito disto.
--------------------------------------------------------------------------------
Um comandante que domina a arte da guerra não convoca suas forças mais de uma vez, nem solicita provisões repetidamente. Ele conduz o material e as provisões necessárias e faz uso das provisões do inimigo. Assim, ele terá o necessário para alimentar o seu exército.
--------------------------------------------------------------------------------
Custos da guerra
Geralmente, o Estado fica empobrecido quando envia suas tropas para empreender uma guerra em local distante. Manter um exército a uma longa distância empobrece o povo.
Onde este exército, que está longe de sua terra, estiver estacionado, os preços de artigos subirão; e o preço alto esgotará os recursos financeiros do Estado.
Quando os recursos do Estado estiverem se exaurindo, os impostos tenderão a aumentar para sustentar este exército que luta longe de sua terra.
Toda a força do estado será consumida no campo de batalha. Ao final, setenta por cento da riqueza das pessoas será consumida e sessenta por cento da renda do Estado será dissipada, com carruagens quebradas, cavalos fora de combate, armas danificadas, inclusive armaduras e elmos, arcos e flechas, lanças e escudos, rebanhos, carroças de provisões.
Toda a força do estado será consumida no campo de batalha.
--------------------------------------------------------------------------------
Obtenção das provisões
Conseqüentemente, um chefe sábio deve se esforçar para obter as provisões no solo inimigo. O consumo de um zhong de comida do inimigo é equivalente a vinte zhong da própria terra; e o consumo de um dan de forragem do inimigo equivale a vinte dan dos seus.
--------------------------------------------------------------------------------
Administração das despojos e bens capturados
Se você quer matar o inimigo, você tem que despertar o ódio de seus soldados; se você quer obter a riqueza do inimigo, você tem que saber administrar a distribuição dos despojos.
Se seu exército captura dez carruagens em uma batalha, você tem que recompensar o primeiro que levou-lhe a carruagem do inimigo.
Substitua as bandeiras e estandartes do inimigo por suas próprias bandeiras e misture as carruagens capturadas com as suas.
Ao mesmo tempo, você deverá tratar bem os soldados aprisionados.
--------------------------------------------------------------------------------
As operações militares devem ser conduzidas para uma vitória rápida e não como campanhas prolongadas.
Então, o chefe que está versado na arte de guerra, torna-se o senhor para determinar o destino das pessoas e controlar a segurança da nação.
A Arte da Guerra, Cap.1
Sun Tzu disse:
A guerra é um dos assuntos mais importantes do Estado. É o campo onde a vida e a morte são determinadas. É o caminho da sobrevivência ou da desgraça de um Estado. Assim, o Estado deve examinar com muita atenção este assunto antes de buscar a guerra.
--------------------------------------------------------------------------------
Resultado de uma guerra
Para prever-se o resultado de uma guerra, devemos analisar e comparar as nossas próprias condições e as de nosso inimigo, baseados em cinco fatores.
Os cinco fatores são os seguintes: caminho, clima, terreno, comando e doutrina.
O caminho é o que faz com que as idéias do povo estejam de acordo com a de seus governantes. Assim, as pessoas irão compartilhar do medo e da aflição da guerra, porém, estarão ao lado dos interesses do estado, qualquer que seja o caminho escolhido. O clima significa dia e noite, frio e calor e a sucessão das estações. O comando refere-se às virtudes do comandante: inteligência, probidade, benevolência, coragem e severidade.
O terreno indica as condições da natureza: se o campo de batalha está perto ou longe, se é estrategicamente fácil ou difícil, se amplo ou estreito, e se as condições são favoráveis ou desfavoráveis à chance de sobrevivência. A doutrina diz respeito à organização eficiente, à existência de uma cadeia de comando rígida e a uma estrutura de apoio logístico.
Quem conduz os soldados para a batalha deve estar familiarizado com estes cinco fatores. Quem os compreende pode alcançar a vitória. Quem não os compreende será derrotado.
--------------------------------------------------------------------------------
Poder relativo entre as forças
Para comparar as forças e avaliar o poder relativo entre elas, deve-se realizar as seguintes perguntas:
Qual povo escolheu seu caminho ?
Qual comandante tem mais habilidade?
Qual dos lados tem a vantagem do clima e do terreno ?
Qual dos exércitos manifesta uma disciplina mais efetiva?
Qual dos lados possui superioridade militar?
Qual dos lados tem os soldados melhor treinados ?
Qual dos lados possui um sistema de recompensas e de castigos mais justo e claro?
Se ponderarmos com sabedoria estes fatores, poderemos prever o resultado de uma batalha.
--------------------------------------------------------------------------------
O comandante que leva em consideração minhas afirmações ou estratagemas ganhará as batalhas e permanecerá à frente de suas tropas. Se ele não seguir estes conselhos sofrerá derrotas e será afastado.
--------------------------------------------------------------------------------
Dissimulação
Qualquer operação militar tem na dissimulação sua qualidade básica.
Um chefe que é capaz deve fingir ser incapaz; se está pronto, deve fingir-se despreparado; se estiver perto do inimigo deve parecer estar longe.
Um bom chefe deve:
oferecer uma isca para fascinar o inimigo que procura alguma vantagem;
capturar o inimigo quando ele está em desordem;
preparar-se contra um inimigo, se este for poderoso.
Se o inimigo:
for orgulhoso, provoque-o;
for humilde, encoraje sua arrogância;
estiver descansado, desgaste-o;
estiver unido, estimule a cizânia entre suas tropas.
Um comandante militar deve atacar onde o inimigo está desprevenido e deve utilizar caminhos que, para o inimigo, são inesperados
Para os estrategistas, estas afirmações são a chave para a vitória. Contudo, estes fatores não podem ser determinados por antecipação, com base em situações que ocorreram em guerras passadas.
--------------------------------------------------------------------------------
O general deve ser capaz de ponderar todos estes cálculos previamente no templo. O lado que contar mais pontos, vencerá; o que contar menos, não vencerá; pior ainda o que não contar ponto nenhum.
A guerra é um dos assuntos mais importantes do Estado. É o campo onde a vida e a morte são determinadas. É o caminho da sobrevivência ou da desgraça de um Estado. Assim, o Estado deve examinar com muita atenção este assunto antes de buscar a guerra.
--------------------------------------------------------------------------------
Resultado de uma guerra
Para prever-se o resultado de uma guerra, devemos analisar e comparar as nossas próprias condições e as de nosso inimigo, baseados em cinco fatores.
Os cinco fatores são os seguintes: caminho, clima, terreno, comando e doutrina.
O caminho é o que faz com que as idéias do povo estejam de acordo com a de seus governantes. Assim, as pessoas irão compartilhar do medo e da aflição da guerra, porém, estarão ao lado dos interesses do estado, qualquer que seja o caminho escolhido. O clima significa dia e noite, frio e calor e a sucessão das estações. O comando refere-se às virtudes do comandante: inteligência, probidade, benevolência, coragem e severidade.
O terreno indica as condições da natureza: se o campo de batalha está perto ou longe, se é estrategicamente fácil ou difícil, se amplo ou estreito, e se as condições são favoráveis ou desfavoráveis à chance de sobrevivência. A doutrina diz respeito à organização eficiente, à existência de uma cadeia de comando rígida e a uma estrutura de apoio logístico.
Quem conduz os soldados para a batalha deve estar familiarizado com estes cinco fatores. Quem os compreende pode alcançar a vitória. Quem não os compreende será derrotado.
--------------------------------------------------------------------------------
Poder relativo entre as forças
Para comparar as forças e avaliar o poder relativo entre elas, deve-se realizar as seguintes perguntas:
Qual povo escolheu seu caminho ?
Qual comandante tem mais habilidade?
Qual dos lados tem a vantagem do clima e do terreno ?
Qual dos exércitos manifesta uma disciplina mais efetiva?
Qual dos lados possui superioridade militar?
Qual dos lados tem os soldados melhor treinados ?
Qual dos lados possui um sistema de recompensas e de castigos mais justo e claro?
Se ponderarmos com sabedoria estes fatores, poderemos prever o resultado de uma batalha.
--------------------------------------------------------------------------------
O comandante que leva em consideração minhas afirmações ou estratagemas ganhará as batalhas e permanecerá à frente de suas tropas. Se ele não seguir estes conselhos sofrerá derrotas e será afastado.
--------------------------------------------------------------------------------
Dissimulação
Qualquer operação militar tem na dissimulação sua qualidade básica.
Um chefe que é capaz deve fingir ser incapaz; se está pronto, deve fingir-se despreparado; se estiver perto do inimigo deve parecer estar longe.
Um bom chefe deve:
oferecer uma isca para fascinar o inimigo que procura alguma vantagem;
capturar o inimigo quando ele está em desordem;
preparar-se contra um inimigo, se este for poderoso.
Se o inimigo:
for orgulhoso, provoque-o;
for humilde, encoraje sua arrogância;
estiver descansado, desgaste-o;
estiver unido, estimule a cizânia entre suas tropas.
Um comandante militar deve atacar onde o inimigo está desprevenido e deve utilizar caminhos que, para o inimigo, são inesperados
Para os estrategistas, estas afirmações são a chave para a vitória. Contudo, estes fatores não podem ser determinados por antecipação, com base em situações que ocorreram em guerras passadas.
--------------------------------------------------------------------------------
O general deve ser capaz de ponderar todos estes cálculos previamente no templo. O lado que contar mais pontos, vencerá; o que contar menos, não vencerá; pior ainda o que não contar ponto nenhum.
Merda
Não tenho mesmo MSN.
Vou ter de trabalhar.
Qualquer coisa, telele ou mail, para os sitios do costume.
(não querem mudar para o ICQ?)
Dia 6
1923 A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas é formada.
Vou ter de trabalhar.
Qualquer coisa, telele ou mail, para os sitios do costume.
(não querem mudar para o ICQ?)
Dia 6
1923 A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas é formada.
terça-feira, julho 05, 2005
Alguns pensamentos
" O fardo de um sábio é pesado e a sua viagem longa. O seu fardo é a humanindade, não o acham pesado? A sua viagem termina com a morte, não a acham longa?"
Confúcio
Sun Tzu disse:
"...aquele que conhece o inimigo e a si mesmo, lutará cem batalhas sem perigo de derrota;
para aquele que não conhece o inimigo, mas conhece a si mesmo, as chances para a vitória ou para a derrota serão iguais;
aquele que não conhece nem o inimigo e nem a si próprio, será derrotado em todas as batalhas..."
Confúcio
Sun Tzu disse:
"...aquele que conhece o inimigo e a si mesmo, lutará cem batalhas sem perigo de derrota;
para aquele que não conhece o inimigo, mas conhece a si mesmo, as chances para a vitória ou para a derrota serão iguais;
aquele que não conhece nem o inimigo e nem a si próprio, será derrotado em todas as batalhas..."
Algum dia teria de ser
Pois é, bloquearam-nos o acesso ao MSN. Tinha de ser. Agora apenas ICQ e sei lá eu o meu número de ICQ!
Outra questão, vi uma reportagem na RTP1 acerca de uma equipa de futebol americano em Portugal.
Amigos, não dá. Apenas irá descambar em PORRADA! Dentro e fora do campo. Se estes eram amadores e em frente da TV iam-se comendo vivos, imagino a sério!
E isto é aquilo que não quero que me aconteça. Nem que aconteça a ninguém de quem goste, ou que seja conhecida. Quanto aos que não gosto, olha paciência.
Outra questão, vi uma reportagem na RTP1 acerca de uma equipa de futebol americano em Portugal.
Amigos, não dá. Apenas irá descambar em PORRADA! Dentro e fora do campo. Se estes eram amadores e em frente da TV iam-se comendo vivos, imagino a sério!
E isto é aquilo que não quero que me aconteça. Nem que aconteça a ninguém de quem goste, ou que seja conhecida. Quanto aos que não gosto, olha paciência.
The Wisdom of Jeff
Este senhor é uma personagem da série Coupling que passa no People&Arts e também na SICMulher, mas com um ligeiro atraso.
Fiquem com alguns dos seus sérios pensamentos:
"I mean, where exactly do you take your socks off? My advice is to take them off right after your shoes, and before your trousers. That’s the sock gap. Miss it, and suddenly you’re a naked man in socks. No self-respecting woman will ever let a naked man in socks do the squelchy with her."
"Only an interview? What if I panic? You know, what if I say an accidental word... there’s pressure, you know, the wrong word could just pop out of my mouth by accident... Nipples!"
"Oh, wouldn’t that be great... being a lesbian. All the advantages of being a man, but with less embarrassing genitals."
"I need breasts with brains. I don’t mean individual brains, obviously... I mean, not a brain each. You know, I like intelligent women, but you’ve got to draw the line somewhere... I think breast brains would be over-egging the woman pudding."
"You know, when I was a kid, I used to write the word 'naked' hundreds of times on a piece of paper, and then rub my face in it."
"This is the curse of Jeff Murdock. I meet the woman of my dreams and I can’t take my trousers off."
"Steve, it’s a bad idea to actually count women’s breasts. The whole bus stares at you."
"Steve, you know what the sentence of death is, don’t you? I don’t mean the sentence like in executions and stuff, I mean the scary one... Just five words, Steve. Five little words. 'Where. Is. This. Relationship. Going.'"
"You know what’s great about skirts? When a woman’s wearing a skirt, you know, you know, that somewhere in that room, shifting all the time, there is the VAA: the Visual Access Angle. A clear line of sight back to base camp."
"I am a prison for sperms. Those poor little tadpoles have been sentenced for life in Jeff Murdock’s groin. And let me tell you, that can be a pretty lonely place."
"When God made the arse, he didn't say, 'Hey, it's just your basic hinge, let's knock off early.' He said, 'Behold ye angels, I have created the arse. Throughout the ages to come, men and women shall grab hold of these, and shout my name.'
"You know jelly-wrestling... which is basically jelly with women wrestling in it... OK, well, think about this. Afterwards, after the wrestling, what happens to the jelly? Because you could sell that. That is a missed opportunity. You could bottle it and sell it... You take the women out first, obviously."
"Porn-wise, lesbians are like a jam sandwich, without the sandwich and just the jam. Fact, lesbians are just a big blob of jam. Well, not actually. Unless they've exploded in all the lesbonic excitement."
Um filósofo....
Fiquem com alguns dos seus sérios pensamentos:
"I mean, where exactly do you take your socks off? My advice is to take them off right after your shoes, and before your trousers. That’s the sock gap. Miss it, and suddenly you’re a naked man in socks. No self-respecting woman will ever let a naked man in socks do the squelchy with her."
"Only an interview? What if I panic? You know, what if I say an accidental word... there’s pressure, you know, the wrong word could just pop out of my mouth by accident... Nipples!"
"Oh, wouldn’t that be great... being a lesbian. All the advantages of being a man, but with less embarrassing genitals."
"I need breasts with brains. I don’t mean individual brains, obviously... I mean, not a brain each. You know, I like intelligent women, but you’ve got to draw the line somewhere... I think breast brains would be over-egging the woman pudding."
"You know, when I was a kid, I used to write the word 'naked' hundreds of times on a piece of paper, and then rub my face in it."
"This is the curse of Jeff Murdock. I meet the woman of my dreams and I can’t take my trousers off."
"Steve, it’s a bad idea to actually count women’s breasts. The whole bus stares at you."
"Steve, you know what the sentence of death is, don’t you? I don’t mean the sentence like in executions and stuff, I mean the scary one... Just five words, Steve. Five little words. 'Where. Is. This. Relationship. Going.'"
"You know what’s great about skirts? When a woman’s wearing a skirt, you know, you know, that somewhere in that room, shifting all the time, there is the VAA: the Visual Access Angle. A clear line of sight back to base camp."
"I am a prison for sperms. Those poor little tadpoles have been sentenced for life in Jeff Murdock’s groin. And let me tell you, that can be a pretty lonely place."
"When God made the arse, he didn't say, 'Hey, it's just your basic hinge, let's knock off early.' He said, 'Behold ye angels, I have created the arse. Throughout the ages to come, men and women shall grab hold of these, and shout my name.'
"You know jelly-wrestling... which is basically jelly with women wrestling in it... OK, well, think about this. Afterwards, after the wrestling, what happens to the jelly? Because you could sell that. That is a missed opportunity. You could bottle it and sell it... You take the women out first, obviously."
"Porn-wise, lesbians are like a jam sandwich, without the sandwich and just the jam. Fact, lesbians are just a big blob of jam. Well, not actually. Unless they've exploded in all the lesbonic excitement."
Um filósofo....
Agora sim já não falta
Este senhor escreveu um livro que, na minha modesta opinião, muito embora seja um tratado militar é aplicável a todas as áreas da vida. Só lendo e interpretando.
Sun Tzu disse:
Existem cinco factores que permitem que se preveja qual dos oponentes sairá vencedor:
- aquele que sabe quando deve ou quando não deve lutar;
- aquele que sabe como adoptar a arte militar apropriada de acordo com a superioridade ou inferioridade de suas forças frente ao inimigo;
- aquele que sabe como manter seus superiores e subordinados unidos de acordo com suas propostas;
- aquele que está bem preparado e enfrenta um inimigo desprevenido;
- aquele que é um general sábio e capaz, cujo soberano não interfere.
(mais daqui a um pouco, o que irá ser uma descomunal seca para alguns, mas irei poupar-vos a aquisição do livro)
Sun Tzu disse:
Existem cinco factores que permitem que se preveja qual dos oponentes sairá vencedor:
- aquele que sabe quando deve ou quando não deve lutar;
- aquele que sabe como adoptar a arte militar apropriada de acordo com a superioridade ou inferioridade de suas forças frente ao inimigo;
- aquele que sabe como manter seus superiores e subordinados unidos de acordo com suas propostas;
- aquele que está bem preparado e enfrenta um inimigo desprevenido;
- aquele que é um general sábio e capaz, cujo soberano não interfere.
(mais daqui a um pouco, o que irá ser uma descomunal seca para alguns, mas irei poupar-vos a aquisição do livro)
Pois isso
Vento, muito vento, e eu a ficar adoentado, gripe ou algo assim, não sei ainda. Hoje vou ter um telele novo, mais um para perder, ou para dar a um jaquim qualquer.
Ontem vi uma coisa alucinante, não que já não tivesse visto motas no após queda, mas aquela impressionou-me, mais ainda porque é de um amigo meu. Felizmente está bem, ou menos mal do que poderia ter ficado dado o estado em que se encontra a "menina" dele.
Para ti as melhoras!
Para ela, bem o António já está a antever mais uma peça de museu a decorar a oficina! ;-)
Mas custa ver chegar de reboque.
Doi a alma.
(e está a dar uma pessegada da minha juventude na rádio, Berlin - Take my breath away, sim eu sei que é , mas que outra maneira putos de 12/13 anos tinham para passar as manápulas nas suas congéneres femininas? Sim que naquela altura não era como é hoje!)
Dia 5
1833 Falecimento do inventor da fotografia Joseph Nicéphore Niepce.
Ontem vi uma coisa alucinante, não que já não tivesse visto motas no após queda, mas aquela impressionou-me, mais ainda porque é de um amigo meu. Felizmente está bem, ou menos mal do que poderia ter ficado dado o estado em que se encontra a "menina" dele.
Para ti as melhoras!
Para ela, bem o António já está a antever mais uma peça de museu a decorar a oficina! ;-)
Mas custa ver chegar de reboque.
Doi a alma.
(e está a dar uma pessegada da minha juventude na rádio, Berlin - Take my breath away, sim eu sei que é , mas que outra maneira putos de 12/13 anos tinham para passar as manápulas nas suas congéneres femininas? Sim que naquela altura não era como é hoje!)
Dia 5
1833 Falecimento do inventor da fotografia Joseph Nicéphore Niepce.
segunda-feira, julho 04, 2005
CONFUCIONISMO
Qu seca que vão apanhar agora...
Introdução
Religião oriental baseada nas idéias do filósofo chinês Confúcio (551- 479 a.C.). Conhecido pelos chineses como Junchaio (ensinamentos dos sábios). O princípio básico do Confucionismo é a busca do Caminho (Tao), que garante o equilíbrio entre as vontades da terra e as do céu.
Seu Nascimento e Juventude
Confúcio, também conhecido como K'ung Ch'iu (Mestre Kong), nasceu em meados do século VI (551 a.C.), em Tsou, uma pequena cidade no estado de Lu, hoje Shantung. Este estado é denominado de "terra santa" pelos chineses. Confúcio estava longe de se originar de uma família abastada, embora seja dito que ele tinha descendência aristocrática. Seu pai, Shu-Liang Hê, antes magistrado e guerreiro de certa fama, tinha setenta anos quando se casou com a mãe de Confúcio, uma jovem de quinze anos chamada Yen Chêng Tsai, que diziam ser descendente de Po Ch'in, o filho mais velho do Duque de Chou, cujo sobrenome era Chi. Dos onze filhos, Confúcio era o mais novo. Seu pai morreu quando ele tinha três anos de idade, o obrigando a trabalhar desde muito novo para ajudar no sustento da família. Aos quinze anos, resolveu dedicar suas energias à busca do aprendizado. Em vários estágios de sua vida empregou suas habilidades como pastor, vaqueiro, funcionário e guarda-livros. Aos dezenove anos se casou com uma jovem chamada Chi-Kuan. Apesar de se divorciar alguns anos depois, Confúcio gerou um filho, K'ung Li, que nasceu um ano após seu casamento, e uma filha.
Fundo Histórico da China
Confúcio viveu numa época em que a China se encontrava dividida em estados feudais que lutavam pela supremacia do poder. Estas guerras eram seguidas de execuções em massa. Soldados eram pagos para trazer as cabeças de seus inimigos. Populações inteiras eram disseminadas através da decapitação de mulheres, crianças e velhos. Estes números chegavam a 60.000, 80.000, 82.000, e até 400.000. A longa e complexa história política do povo evolveu na desunião e diversidade, que estavam refletidos nas características sociais e culturais da Dinastia Chou. A renascença social e moral advogada por Confúcio não tinha aprovação universal, principalmente nos círculos de poder, e seu ardente desejo era um posto governamental. Foi então que na idade de trinta anos ele deixou Lu e viajou para o Estado de Ch'i em companhia do Duque Chao, que fugia por ser o perdedor de uma dura luta política.
Seus Anos de Serviço Público
Aos 51 anos de idade foi indicado como funcionário chefe da cidade de Chung Tu e, pelo seu desempenho chegou a ser promovido ao posto de Oficial dos Serviços Públicos, e depois, ao de Grande Oficial da Justiça em sua província. Aos 55 anos partiu numa jornada de treze anos visitando os estados vizinhos e falando aos senhores feudais sobre suas idéias. Foi recebido como um erudito, mas nenhum dos governantes pensou em colocar essas idéias em prática. Confúcio acreditava que a implementação de seus pontos de vistas pelo governo estabeleceria a utopia do "estado como um bem público", e prepararia o caminho para paz entre os homens.
Regressou a sua terra natal quando tinha 68 anos, onde continuou se dedicando ao ensino de um grupo de discípulos. A escola privada, fundada por Confúcio, cresceu a ponto de ter 3.000 alunos. Destes, setenta e dois eram chamados de seus discípulos mais eruditos. Ele tentou transformá-los em Jens, seres humanos perfeitos que praticassem o exercício do amor e da bondade. Segundo seus preceitos, a sociedade humana deve ser regida por um movimento educativo, o qual parte de cima, e equivale ao amor paterno, e por outro de reverência, que parte de baixo, como a obediência de um filho. O Confucionismo considera o homem bom e possuidor do livre arbítrio, sendo a virtude sua recompensa. O único sacrilégio é desobedecer a regra da piedade.
Segundo a história, Confúcio morreu em 479 a.C., velho, desapontado, mal sucedido e murmurando:
“A grande montanha terá que desmoronar! A forte viga terá que quebrar! O homem sábio murcha como a planta! Não existe ninguém no império que me queira como mestre! Meu tempo de morrer chegou.” (Anacletos, 56)
Seus discípulos o lamentaram por três anos, e um deles permaneceu junto à sua sepultura por seis anos em Ch'u Fü. Hoje, o local tornou-se na denominada Floresta K'ung.
Confucionismo - Filosofia ou Religião?
Tendo em vista que o Confucionismo trata primariamente de condutas morais e de ordem social, esta religião é freqüentemente categorizada como um sistema ético e não como uma religião. Em sua visão de reforma, Confúcio advogava justiça para todos como o fundamento da vida em um mundo ideal, onde os princípios humanos, cortesia, piedade filial, e virtudes da benevolência, retidão, lealdade e a integridade de caráter deviam prevalecer. Porém, deve-se atentar às perspectivas do povo chinês na época de Confúcio, e observar as influências que ele trouxe, as quais não se limitam a uma esfera ética.
Seus ensinos advogam que o homem é capaz de ser perfeito por ele próprio, pelo seu esforço de seguir o caminho dos seus antepassados.
Confúcio aludia que a natureza humana é boa. Este ensino foi desenvolvido posteriormente por seus discípulos, e tornou-se uma crença cardeal do Confucionismo.
Confúcio, apesar de estar voltado para este mundo, acreditava no céu e na sua influência sobre a terra e sobre os homens.
Confúcio influenciou a China em dois grandes preceitos religiosos: o da veneração e adoração aos ancestrais, e do conceito de piedade filial.
O Confucionismo permaneceu como religião oficial da China desde sua unificação, no século II, até sua proclamação como República pelo Kuomintang em 1911. Durante a Dinastia de Han do Imperador P'ing (202-221 a.C.), seus funcionários foram recrutados entre os confucionistas. As primeiras críticas ao Confucionismo surgiram com a República. Entre 1966 e 1976, durante a Grande Revolução Cultural Proletária, foi novamente atacado por contrariar os interesses comunistas. Atualmente, apesar do comunismo banir todo tipo de religião, 25% da população chinesa afirma viver segundo a ética confucionista. Fora da China, o Confucionismo possui cerca de 6.3 milhões de adeptos, principalmente no Japão, na Coréia do Sul e em Cingapura.
Princípios da Doutrina Confucionista
As doutrinas confucionistas podem ser resumidas em seis palavras-chaves:
1. Jen - humanitarismo, cortesia, bondade, benevolência. É a norma da reciprocidade, ou seja, "não faça aos outros o que você não gostaria que lhe fizessem." Esta é a virtude mais elevada do Confucionismo. Segundo ensinam, se o homem colocá-la em prática, ele poderá viver em paz e em harmonia com as outras pessoas (Anacletos 15:24). Porém, desde o princípio da humanidade, o gênero humano nunca foi por si próprio, ou pelo seu esforço, capaz de estabelecer esta paz ou harmonia. O exemplo vê na história antiga e contemporânea: Egito, Babilônia, Grécia, Roma, I & II Guerras Mundiais, Bósnia, Ruanda, Iraque, e a lista não teria fim.
2. Chun-tzu - homem superior, virilidade. Segundo Confúcio, o homem para ser perfeito deve ter humildade, magnanimidade, sinceridade, diligência e amabilidade. Somente assim, ele poderá transformar a sociedade em um estado de paz. Porém, a realidade do ser humano é outra. O homem natural é egoista, soberbo e mal contra seu próximo. Isso podemos contemplar com os nossos olhos dia-a-dia, sem mencionar as injustiças e autrocidades contra os direitos humanos no Holocausto e na Praça Tiananmem em Beijing.
3. Cheng-ming - Retificação dos nomes. Este conceito ensina que para uma sociedade estar em ordem, cada cidadão deveria ter um título designativo ou um papel, e afirmar-se neste papel no esquema da vida. O rei, atuando como rei, o pai como pai, o filho como filho, o servo como servo. (Anacletos, 12:11; 13:3)
4. Te - poder, autoridade. Confúcio ensinava que a virtude do poder, e não a força física, era necessária para dirigir qualquer sociedade. Todo governante, segundo ele, deveria ter esta autoridade para inspirar seus súditos à obediência. Este conceito perdeu-se durante o tempo de Confúcio, dado à predominância das guerras e sobrepujança das dinastias entre si.
5. Li - padrão de conduta exemplar, propriedade, reverência. Este conceito é tratado no Livro das Cerimônias (Li Ching), um dos Cinco Clássicos. Segundo Confúcio, cada governante deveria ser benevolente, proporcionar um bom padrão de vida para o povo e promover a educação moral e os ritos. Sem esta conduta, o homem não saberia oferecer a adoração correta aos espíritos do universo, não saberia estabelecer a diferença entre o rei e o súdito, não saberia a relação moral entre os sexos, e não saberia distinguir os diferentes graus de relacionamento na família (Li Ching, 27). Como exemplo perfeito de benevolência, ele exaltava o legendário Imperador Yao e seu sucessor, o Imperador Shun, os quais foram renomeados e constituiram, como diziam, "uma idade de ouro da antiguidade".
6. Wen - artes nobres, que inclui: música, poesia e a arte em geral. Confúcio tinha uma grande estima pela arte vinda do período da Dinastia Chou, e considerava a música como a chave da harmonia universal. Ele cria que toda expressão artística era símbolo da virtude e que deveria ser manifesta na sociedade. "Aqueles que rejeitam a arte, rejeitam as virtudes do homem e do céu" (Anacletos, 17:11, 3:3). Para Confúcio, a música era um reflexo do homem superior e espelhava seu caráter verdadeiro.
Segundo a doutrina de Confúcio, o ser humano é composto por quatro dimensões:
O eu
A comunidade
A natureza
O céu (fonte da auto-realização definitiva)
As cinco virtudes essenciais do homem são:
O amor ao próximo
A justiça
O cumprimento das regras adequadas de conduta
A autoconsciência da vontade do "Céu"
A sabedoria e sinceridade desinteressadas
Crenças e Práticas Confucionistas
1. Deus
O Confucionismo não só crê que a natureza humana é divina e boa, como também todos os seus escritos fazem alusão à uma força suprema no mundo. Três expressões são usadas em sua referência:
Shang Ti, que significa "Supremo Governador". Esta expressão é uma designação pessoal, a qual nos Livros Sagrados do Oriente é sempre traduzida como "Deus."
Tien, que significa "Céu". Esta expressão impessoal é usada para as supremas regras morais.
Ming, que significa "Decreto". Esta expressão impessoal também é usada em relação à ética e à fé no Ser Supremo.
O culto e adoração ao "Supremo Governador" do mundo era conduzido pelos mais altos dirigentes da China, os imperadores, em favor da nação. Segundo a tradição, o poder e autoridade dos imperadores e reis chineses eram concedidos pelo céu. O culto era realizado regularmente todos os anos, depois da noite de solstício no inverno, no dia 22 de dezembro. Ofertas queimadas de novilho, de alimentos e de vinho; acompanhadas de música, luzes e procissões, eram oferecidas ao redor do grande e redondo altar de mármore branco, constituído de três níveis, e dedicado ao céu, ao sul da cidade de Pequim. Este é o maior altar que já existiu na história da humanidade.
Ao norte de Pequim estava o altar dedicado à terra, porém este era de menos afluência. Inúmeras deidades são adoradas no Confucionismo, como o sol, a lua, imperadores, montanhas e rios importantes da China, sem mencionar o culto aos mortos (antepassados).
2. Adoração dos Ancestrais
A adoração aos antepassados, pelas famílias reais e pela plebe, é a prática da veneração do espírito dos mortos pelos familiares vivos em sinal de gratidão e respeito. Esta prática foi altamente promovida e praticada por Confúcio. Para isso, construiram-se templos onde se realizam ritos de sacrifícios aos mortos. Segundo ensinam, pessoas importantes e de destaque, depois de mortos, poderiam influenciar, ajudar e iluminar os imperadores, governantes e o povo. A existência do espírito destes antepassados, segundo eles, depende da atenção dada pelos seus familiares. Também crêem que o espírito dos mortos pode controlar o êxito dos indivíduos com prosperidade, filhos e harmonia. Para isso, a família deve prover tudo o que for necessário para que os antepassados vivam além-túmulo, de maneira similar aos vivos. Isto inclui a colocação de alimento, armas de guerra e diferentes utensílios nos túmulos, ou em festivais especiais. Se isto não for oferecido, eles crêem que os espíritos virão em forma de fantasma e trarão males àqueles que estão vivos. Até hoje, o povo celebra o Festival dos Fantasmas (espíritos) Famintos. O ofertante coloca alimento e vinho em frente a sua casa para satisfazer o espírito dos antepassados, cujos descendentes vivos não têm tido cuidado por eles. Conseqüentemente, o povo vive sob o medo dos mortos.
3. Piedade Filial
Prática chinesa da lealdade e devoção dos membros mais novos da família aos mais velhos, denominada de Hsaio. Todo filho deve ser leal e devoto à sua família. É esperado que o filho ame e reverencie seus pais enquanto estiverem vivos, e que chore e os lamente depois de mortos. Este é o dever fundamental de todo o homem, segundo o Confucionismo.
4. Geomancia
Prática de adivinhação que se faz deitando pó de terra sobre uma mesa e examinando as figuras que se formam. Também chamada de Feng Shui ou Prognosticismo. Essa prática envolve a observação dos trovões, relâmpagos, vôo dos pássaros, e tudo o que se refere ao céu.
Sucessores de Confúcio
Entre os sucessores de Confúcio destacam-se Mêncio Meng-tseu (371-289 a.C) e Hsun-tzu (315-236 a.C.). Mêncio partiu do conceito confuciano de benevolência para desenvolver a doutrina da bondade inata do homem, a qual precisa ser descoberta e aprimorada por meio da meditação. Hsun-tzu, ao contrário, defende a teoria da maldade inata. Segundo ele, o homem é mau e indisciplinado por natureza e somente as regras e leis podem possibilitar a vida social.
Processo da Deificação de Confúcio
Desde o início da era cristã, iniciou-se uma veneração oficial a Confúcio. Por séculos em Pequim, tanto os imperadores chineses como os mandarins adoravam e faziam rituais de ofertas e sacrifícios à Confúcio. Uma média de 62.606 animais eram oferecidos anualmente nos altares de mais de 1.560 templos em toda China. Click aqui para acessar o suntuoso templo em Taiching (960-1279), dedicado à Confúcio. O Confucionismo deixou de ser um sistema ético e se tornou uma religião.
195 a.C — O imperador da China ofereceu sacrifício de animal no túmulo de Confúcio.
57 d.C. — Sacrifícios regulares a Confúcio foi ordenado nos colégios imperiais e provinciais.
89 d.C. — Confúcio foi elevado ao mais alto título imperial, o de "Conde".
267 d.C — Foi decretado que os sacrifícios de animais a Confúcio fossem elaborados e oferecidos quatro vezes ao ano.
492 d.C. — Confúcio é canonizado como "Venerável, o Perfeito Sábio”.
555 d.C. — Foi ordenado a construção de templos para a adoração de Confúcio nas capitais de todas as prefeituras da China.
739 d.C. — Confúcio recebe homenagem suprema pelo Imperador Hsüan da Dinastia de T'ang, recebendo o título especial que significa "Rei".
740 d.C. — A estátua de Confúcio foi removida para estar no centro do Colégio Imperial, junto aos históricos reis da China.Click aqui para acessar a estátua de Confucio.
1086 d.C. — Confúcio foi elevado à escala de Imperador.
1736-1795 d.C. — Na Dinastia de Ch'ing, o Imperador K'ang Hsi homenageou Confúcio com o título "O Grande Mestre de todas as Épocas".
1906 d.C. — No dia 31 de dezembro, o edito imperial elevou Confúcio ao posto de Co-Assessor das deidades do céu e da terra.
1914 d.C. — A adoração a Confúcio continuou pelo primeiro presidente da República da China, Yuan Shi Kai.
1934 d.C. — A data do nascimento de Confúcio foi proclamado um feriado nacional.
Os Escritos Confucionistas
Confúcio compilou, editou e escreveu alguns escritos depois dos seus 43 anos de idade. Seus ditos, juntamente com os de Mêncio e de outros discípulos, foram reunidos no "Wu Ching" (os "Cinco Clássicos") e no "Shih Shu" (os "Quatro Livros"), onde se incluiu o Anacleto (ditos de Confúcio).
Os Cincos Clássicos
Shu Ching (Livro dos Documentos), sobre a organização política de cinco dinastias da China
I Ching (Livro das Mutações), sobre a metafísica.
Li Ching (Livro das Cerimônias), sobre a visão social.
Shi Ching (Livro das Poesias), sobre a antologia secular e religiosa.
Chun-Chiu (Anais das Primaveras e Outonos), sobre a história da China.
Os Quatro Livros
Ta Hsio (Grande Aprendizado), ensinamentos sobre a virtude.
Chung Yung (Doutrina do Meio), ensinamentos sobre a moderação perfeita.
Lun Yu (Anacletos), coleção das máximas de Confúcio, seus princípios éticos.
Meng-Tze (Mêncio), obra do grande expositor de Confúcio.
No Confucionismo não existe igrejas, clero, ou credo. Entretanto, a religião influencia as formas de pensamento, educação e governo do povo chinês. De 125 a 1905 d.C., os membros da classe de servidores públicos dos mandarins eram nomeados para os postos governamentais, com base no exame dos clássicos de Confúcio. Este sistema permitiu que muitos indivíduos de procedência humilde atingissem a proeminência e premiou a honestidade do governador e do súdito.
As Verdades Bíblicas
Só existe uma verdade absoluta, e esta é o próprio Deus pessoal, o Sumo Bem - “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Evangelho de João 8.32). Abaixo o surfista pode encontrar os princípios doutrinários para o homem alcançar a sua única e verdadeira felicidade atual e eterna.
Deus: Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, Dt 6.24; Mt 28.19; Mc 12.29.
Jesus: Cremos no nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal de entre os mortos, e em sua ascensão gloriosa aos céus, Is 7.14; Lc 1.26-31; 24.4-7; At 1.9.
Espírito Santo: Cremos no Espírito Santo como terceira pessoa da Trindade, como Consolador e o que convence o homem do pecado, justiça e do juízo vindouro. Cremos no batismo no Espírito Santo, que nos é ministrado por Jesus, com a evidência de falar em outras línguas, e na atualidade dos nove dons espirituais, Jl 2.28; At 2.4; 1.8; Mt 3.11; I Co 12.1-12.
Homem: Cremos na na criação do ser humano, iguais em méritos e opostos em sexo; perfeitos na sua natureza física, psíquica e espiritual; que responde ao mundo em que vive e ao seu criador através dos seus atributos fisiológicos, naturais e morais, inerentes a sua própria pessoa; e que o pecado o destituiu da posição primacial diante de Deus, tornando-o depravado moralmente, morto espiritualmente e condenado a perdição eterna, Gn 1.27; 2.20,24; 3.6; Is 59.2; Rm 5.12; Ef 2.1-3.
Bíblia: Cremos na inspiração verbal e divina da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé para a vida e o caráter do cristão, II Tm 3.14-17; II Pe 1.21.
Pecado: Cremos na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus, e que somente através do arrependimento dos seus pecados e a fé na obra expiatória de Jesus o pode restaurar a Deus, Rm 3.23; At 3.19; Rm 10.9.
Céu e Inferno: Cremos no juízo vindouro, que condenará os infiéis e terminará a dispensação física do ser humano. Cremos no novo céu, na nova terra, na vida eterna de gozo para os fiéis e na condenação eterna para os infiéis, Mt 25.46; II Pe 3.13; Ap 21.22; 19.20; Dn 12.2; Mc 9.43-48.
Salvação: Cremos no perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita, e na eterna justificação da alma, recebida gratuitamente, de Deus, através de Jesus, At 10.43; Rm 10.13; Hb 7.25; 5.9; Jo 3.16.
Introdução
Religião oriental baseada nas idéias do filósofo chinês Confúcio (551- 479 a.C.). Conhecido pelos chineses como Junchaio (ensinamentos dos sábios). O princípio básico do Confucionismo é a busca do Caminho (Tao), que garante o equilíbrio entre as vontades da terra e as do céu.
Seu Nascimento e Juventude
Confúcio, também conhecido como K'ung Ch'iu (Mestre Kong), nasceu em meados do século VI (551 a.C.), em Tsou, uma pequena cidade no estado de Lu, hoje Shantung. Este estado é denominado de "terra santa" pelos chineses. Confúcio estava longe de se originar de uma família abastada, embora seja dito que ele tinha descendência aristocrática. Seu pai, Shu-Liang Hê, antes magistrado e guerreiro de certa fama, tinha setenta anos quando se casou com a mãe de Confúcio, uma jovem de quinze anos chamada Yen Chêng Tsai, que diziam ser descendente de Po Ch'in, o filho mais velho do Duque de Chou, cujo sobrenome era Chi. Dos onze filhos, Confúcio era o mais novo. Seu pai morreu quando ele tinha três anos de idade, o obrigando a trabalhar desde muito novo para ajudar no sustento da família. Aos quinze anos, resolveu dedicar suas energias à busca do aprendizado. Em vários estágios de sua vida empregou suas habilidades como pastor, vaqueiro, funcionário e guarda-livros. Aos dezenove anos se casou com uma jovem chamada Chi-Kuan. Apesar de se divorciar alguns anos depois, Confúcio gerou um filho, K'ung Li, que nasceu um ano após seu casamento, e uma filha.
Fundo Histórico da China
Confúcio viveu numa época em que a China se encontrava dividida em estados feudais que lutavam pela supremacia do poder. Estas guerras eram seguidas de execuções em massa. Soldados eram pagos para trazer as cabeças de seus inimigos. Populações inteiras eram disseminadas através da decapitação de mulheres, crianças e velhos. Estes números chegavam a 60.000, 80.000, 82.000, e até 400.000. A longa e complexa história política do povo evolveu na desunião e diversidade, que estavam refletidos nas características sociais e culturais da Dinastia Chou. A renascença social e moral advogada por Confúcio não tinha aprovação universal, principalmente nos círculos de poder, e seu ardente desejo era um posto governamental. Foi então que na idade de trinta anos ele deixou Lu e viajou para o Estado de Ch'i em companhia do Duque Chao, que fugia por ser o perdedor de uma dura luta política.
Seus Anos de Serviço Público
Aos 51 anos de idade foi indicado como funcionário chefe da cidade de Chung Tu e, pelo seu desempenho chegou a ser promovido ao posto de Oficial dos Serviços Públicos, e depois, ao de Grande Oficial da Justiça em sua província. Aos 55 anos partiu numa jornada de treze anos visitando os estados vizinhos e falando aos senhores feudais sobre suas idéias. Foi recebido como um erudito, mas nenhum dos governantes pensou em colocar essas idéias em prática. Confúcio acreditava que a implementação de seus pontos de vistas pelo governo estabeleceria a utopia do "estado como um bem público", e prepararia o caminho para paz entre os homens.
Regressou a sua terra natal quando tinha 68 anos, onde continuou se dedicando ao ensino de um grupo de discípulos. A escola privada, fundada por Confúcio, cresceu a ponto de ter 3.000 alunos. Destes, setenta e dois eram chamados de seus discípulos mais eruditos. Ele tentou transformá-los em Jens, seres humanos perfeitos que praticassem o exercício do amor e da bondade. Segundo seus preceitos, a sociedade humana deve ser regida por um movimento educativo, o qual parte de cima, e equivale ao amor paterno, e por outro de reverência, que parte de baixo, como a obediência de um filho. O Confucionismo considera o homem bom e possuidor do livre arbítrio, sendo a virtude sua recompensa. O único sacrilégio é desobedecer a regra da piedade.
Segundo a história, Confúcio morreu em 479 a.C., velho, desapontado, mal sucedido e murmurando:
“A grande montanha terá que desmoronar! A forte viga terá que quebrar! O homem sábio murcha como a planta! Não existe ninguém no império que me queira como mestre! Meu tempo de morrer chegou.” (Anacletos, 56)
Seus discípulos o lamentaram por três anos, e um deles permaneceu junto à sua sepultura por seis anos em Ch'u Fü. Hoje, o local tornou-se na denominada Floresta K'ung.
Confucionismo - Filosofia ou Religião?
Tendo em vista que o Confucionismo trata primariamente de condutas morais e de ordem social, esta religião é freqüentemente categorizada como um sistema ético e não como uma religião. Em sua visão de reforma, Confúcio advogava justiça para todos como o fundamento da vida em um mundo ideal, onde os princípios humanos, cortesia, piedade filial, e virtudes da benevolência, retidão, lealdade e a integridade de caráter deviam prevalecer. Porém, deve-se atentar às perspectivas do povo chinês na época de Confúcio, e observar as influências que ele trouxe, as quais não se limitam a uma esfera ética.
Seus ensinos advogam que o homem é capaz de ser perfeito por ele próprio, pelo seu esforço de seguir o caminho dos seus antepassados.
Confúcio aludia que a natureza humana é boa. Este ensino foi desenvolvido posteriormente por seus discípulos, e tornou-se uma crença cardeal do Confucionismo.
Confúcio, apesar de estar voltado para este mundo, acreditava no céu e na sua influência sobre a terra e sobre os homens.
Confúcio influenciou a China em dois grandes preceitos religiosos: o da veneração e adoração aos ancestrais, e do conceito de piedade filial.
O Confucionismo permaneceu como religião oficial da China desde sua unificação, no século II, até sua proclamação como República pelo Kuomintang em 1911. Durante a Dinastia de Han do Imperador P'ing (202-221 a.C.), seus funcionários foram recrutados entre os confucionistas. As primeiras críticas ao Confucionismo surgiram com a República. Entre 1966 e 1976, durante a Grande Revolução Cultural Proletária, foi novamente atacado por contrariar os interesses comunistas. Atualmente, apesar do comunismo banir todo tipo de religião, 25% da população chinesa afirma viver segundo a ética confucionista. Fora da China, o Confucionismo possui cerca de 6.3 milhões de adeptos, principalmente no Japão, na Coréia do Sul e em Cingapura.
Princípios da Doutrina Confucionista
As doutrinas confucionistas podem ser resumidas em seis palavras-chaves:
1. Jen - humanitarismo, cortesia, bondade, benevolência. É a norma da reciprocidade, ou seja, "não faça aos outros o que você não gostaria que lhe fizessem." Esta é a virtude mais elevada do Confucionismo. Segundo ensinam, se o homem colocá-la em prática, ele poderá viver em paz e em harmonia com as outras pessoas (Anacletos 15:24). Porém, desde o princípio da humanidade, o gênero humano nunca foi por si próprio, ou pelo seu esforço, capaz de estabelecer esta paz ou harmonia. O exemplo vê na história antiga e contemporânea: Egito, Babilônia, Grécia, Roma, I & II Guerras Mundiais, Bósnia, Ruanda, Iraque, e a lista não teria fim.
2. Chun-tzu - homem superior, virilidade. Segundo Confúcio, o homem para ser perfeito deve ter humildade, magnanimidade, sinceridade, diligência e amabilidade. Somente assim, ele poderá transformar a sociedade em um estado de paz. Porém, a realidade do ser humano é outra. O homem natural é egoista, soberbo e mal contra seu próximo. Isso podemos contemplar com os nossos olhos dia-a-dia, sem mencionar as injustiças e autrocidades contra os direitos humanos no Holocausto e na Praça Tiananmem em Beijing.
3. Cheng-ming - Retificação dos nomes. Este conceito ensina que para uma sociedade estar em ordem, cada cidadão deveria ter um título designativo ou um papel, e afirmar-se neste papel no esquema da vida. O rei, atuando como rei, o pai como pai, o filho como filho, o servo como servo. (Anacletos, 12:11; 13:3)
4. Te - poder, autoridade. Confúcio ensinava que a virtude do poder, e não a força física, era necessária para dirigir qualquer sociedade. Todo governante, segundo ele, deveria ter esta autoridade para inspirar seus súditos à obediência. Este conceito perdeu-se durante o tempo de Confúcio, dado à predominância das guerras e sobrepujança das dinastias entre si.
5. Li - padrão de conduta exemplar, propriedade, reverência. Este conceito é tratado no Livro das Cerimônias (Li Ching), um dos Cinco Clássicos. Segundo Confúcio, cada governante deveria ser benevolente, proporcionar um bom padrão de vida para o povo e promover a educação moral e os ritos. Sem esta conduta, o homem não saberia oferecer a adoração correta aos espíritos do universo, não saberia estabelecer a diferença entre o rei e o súdito, não saberia a relação moral entre os sexos, e não saberia distinguir os diferentes graus de relacionamento na família (Li Ching, 27). Como exemplo perfeito de benevolência, ele exaltava o legendário Imperador Yao e seu sucessor, o Imperador Shun, os quais foram renomeados e constituiram, como diziam, "uma idade de ouro da antiguidade".
6. Wen - artes nobres, que inclui: música, poesia e a arte em geral. Confúcio tinha uma grande estima pela arte vinda do período da Dinastia Chou, e considerava a música como a chave da harmonia universal. Ele cria que toda expressão artística era símbolo da virtude e que deveria ser manifesta na sociedade. "Aqueles que rejeitam a arte, rejeitam as virtudes do homem e do céu" (Anacletos, 17:11, 3:3). Para Confúcio, a música era um reflexo do homem superior e espelhava seu caráter verdadeiro.
Segundo a doutrina de Confúcio, o ser humano é composto por quatro dimensões:
O eu
A comunidade
A natureza
O céu (fonte da auto-realização definitiva)
As cinco virtudes essenciais do homem são:
O amor ao próximo
A justiça
O cumprimento das regras adequadas de conduta
A autoconsciência da vontade do "Céu"
A sabedoria e sinceridade desinteressadas
Crenças e Práticas Confucionistas
1. Deus
O Confucionismo não só crê que a natureza humana é divina e boa, como também todos os seus escritos fazem alusão à uma força suprema no mundo. Três expressões são usadas em sua referência:
Shang Ti, que significa "Supremo Governador". Esta expressão é uma designação pessoal, a qual nos Livros Sagrados do Oriente é sempre traduzida como "Deus."
Tien, que significa "Céu". Esta expressão impessoal é usada para as supremas regras morais.
Ming, que significa "Decreto". Esta expressão impessoal também é usada em relação à ética e à fé no Ser Supremo.
O culto e adoração ao "Supremo Governador" do mundo era conduzido pelos mais altos dirigentes da China, os imperadores, em favor da nação. Segundo a tradição, o poder e autoridade dos imperadores e reis chineses eram concedidos pelo céu. O culto era realizado regularmente todos os anos, depois da noite de solstício no inverno, no dia 22 de dezembro. Ofertas queimadas de novilho, de alimentos e de vinho; acompanhadas de música, luzes e procissões, eram oferecidas ao redor do grande e redondo altar de mármore branco, constituído de três níveis, e dedicado ao céu, ao sul da cidade de Pequim. Este é o maior altar que já existiu na história da humanidade.
Ao norte de Pequim estava o altar dedicado à terra, porém este era de menos afluência. Inúmeras deidades são adoradas no Confucionismo, como o sol, a lua, imperadores, montanhas e rios importantes da China, sem mencionar o culto aos mortos (antepassados).
2. Adoração dos Ancestrais
A adoração aos antepassados, pelas famílias reais e pela plebe, é a prática da veneração do espírito dos mortos pelos familiares vivos em sinal de gratidão e respeito. Esta prática foi altamente promovida e praticada por Confúcio. Para isso, construiram-se templos onde se realizam ritos de sacrifícios aos mortos. Segundo ensinam, pessoas importantes e de destaque, depois de mortos, poderiam influenciar, ajudar e iluminar os imperadores, governantes e o povo. A existência do espírito destes antepassados, segundo eles, depende da atenção dada pelos seus familiares. Também crêem que o espírito dos mortos pode controlar o êxito dos indivíduos com prosperidade, filhos e harmonia. Para isso, a família deve prover tudo o que for necessário para que os antepassados vivam além-túmulo, de maneira similar aos vivos. Isto inclui a colocação de alimento, armas de guerra e diferentes utensílios nos túmulos, ou em festivais especiais. Se isto não for oferecido, eles crêem que os espíritos virão em forma de fantasma e trarão males àqueles que estão vivos. Até hoje, o povo celebra o Festival dos Fantasmas (espíritos) Famintos. O ofertante coloca alimento e vinho em frente a sua casa para satisfazer o espírito dos antepassados, cujos descendentes vivos não têm tido cuidado por eles. Conseqüentemente, o povo vive sob o medo dos mortos.
3. Piedade Filial
Prática chinesa da lealdade e devoção dos membros mais novos da família aos mais velhos, denominada de Hsaio. Todo filho deve ser leal e devoto à sua família. É esperado que o filho ame e reverencie seus pais enquanto estiverem vivos, e que chore e os lamente depois de mortos. Este é o dever fundamental de todo o homem, segundo o Confucionismo.
4. Geomancia
Prática de adivinhação que se faz deitando pó de terra sobre uma mesa e examinando as figuras que se formam. Também chamada de Feng Shui ou Prognosticismo. Essa prática envolve a observação dos trovões, relâmpagos, vôo dos pássaros, e tudo o que se refere ao céu.
Sucessores de Confúcio
Entre os sucessores de Confúcio destacam-se Mêncio Meng-tseu (371-289 a.C) e Hsun-tzu (315-236 a.C.). Mêncio partiu do conceito confuciano de benevolência para desenvolver a doutrina da bondade inata do homem, a qual precisa ser descoberta e aprimorada por meio da meditação. Hsun-tzu, ao contrário, defende a teoria da maldade inata. Segundo ele, o homem é mau e indisciplinado por natureza e somente as regras e leis podem possibilitar a vida social.
Processo da Deificação de Confúcio
Desde o início da era cristã, iniciou-se uma veneração oficial a Confúcio. Por séculos em Pequim, tanto os imperadores chineses como os mandarins adoravam e faziam rituais de ofertas e sacrifícios à Confúcio. Uma média de 62.606 animais eram oferecidos anualmente nos altares de mais de 1.560 templos em toda China. Click aqui para acessar o suntuoso templo em Taiching (960-1279), dedicado à Confúcio. O Confucionismo deixou de ser um sistema ético e se tornou uma religião.
195 a.C — O imperador da China ofereceu sacrifício de animal no túmulo de Confúcio.
57 d.C. — Sacrifícios regulares a Confúcio foi ordenado nos colégios imperiais e provinciais.
89 d.C. — Confúcio foi elevado ao mais alto título imperial, o de "Conde".
267 d.C — Foi decretado que os sacrifícios de animais a Confúcio fossem elaborados e oferecidos quatro vezes ao ano.
492 d.C. — Confúcio é canonizado como "Venerável, o Perfeito Sábio”.
555 d.C. — Foi ordenado a construção de templos para a adoração de Confúcio nas capitais de todas as prefeituras da China.
739 d.C. — Confúcio recebe homenagem suprema pelo Imperador Hsüan da Dinastia de T'ang, recebendo o título especial que significa "Rei".
740 d.C. — A estátua de Confúcio foi removida para estar no centro do Colégio Imperial, junto aos históricos reis da China.Click aqui para acessar a estátua de Confucio.
1086 d.C. — Confúcio foi elevado à escala de Imperador.
1736-1795 d.C. — Na Dinastia de Ch'ing, o Imperador K'ang Hsi homenageou Confúcio com o título "O Grande Mestre de todas as Épocas".
1906 d.C. — No dia 31 de dezembro, o edito imperial elevou Confúcio ao posto de Co-Assessor das deidades do céu e da terra.
1914 d.C. — A adoração a Confúcio continuou pelo primeiro presidente da República da China, Yuan Shi Kai.
1934 d.C. — A data do nascimento de Confúcio foi proclamado um feriado nacional.
Os Escritos Confucionistas
Confúcio compilou, editou e escreveu alguns escritos depois dos seus 43 anos de idade. Seus ditos, juntamente com os de Mêncio e de outros discípulos, foram reunidos no "Wu Ching" (os "Cinco Clássicos") e no "Shih Shu" (os "Quatro Livros"), onde se incluiu o Anacleto (ditos de Confúcio).
Os Cincos Clássicos
Shu Ching (Livro dos Documentos), sobre a organização política de cinco dinastias da China
I Ching (Livro das Mutações), sobre a metafísica.
Li Ching (Livro das Cerimônias), sobre a visão social.
Shi Ching (Livro das Poesias), sobre a antologia secular e religiosa.
Chun-Chiu (Anais das Primaveras e Outonos), sobre a história da China.
Os Quatro Livros
Ta Hsio (Grande Aprendizado), ensinamentos sobre a virtude.
Chung Yung (Doutrina do Meio), ensinamentos sobre a moderação perfeita.
Lun Yu (Anacletos), coleção das máximas de Confúcio, seus princípios éticos.
Meng-Tze (Mêncio), obra do grande expositor de Confúcio.
No Confucionismo não existe igrejas, clero, ou credo. Entretanto, a religião influencia as formas de pensamento, educação e governo do povo chinês. De 125 a 1905 d.C., os membros da classe de servidores públicos dos mandarins eram nomeados para os postos governamentais, com base no exame dos clássicos de Confúcio. Este sistema permitiu que muitos indivíduos de procedência humilde atingissem a proeminência e premiou a honestidade do governador e do súdito.
As Verdades Bíblicas
Só existe uma verdade absoluta, e esta é o próprio Deus pessoal, o Sumo Bem - “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Evangelho de João 8.32). Abaixo o surfista pode encontrar os princípios doutrinários para o homem alcançar a sua única e verdadeira felicidade atual e eterna.
Deus: Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, Dt 6.24; Mt 28.19; Mc 12.29.
Jesus: Cremos no nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal de entre os mortos, e em sua ascensão gloriosa aos céus, Is 7.14; Lc 1.26-31; 24.4-7; At 1.9.
Espírito Santo: Cremos no Espírito Santo como terceira pessoa da Trindade, como Consolador e o que convence o homem do pecado, justiça e do juízo vindouro. Cremos no batismo no Espírito Santo, que nos é ministrado por Jesus, com a evidência de falar em outras línguas, e na atualidade dos nove dons espirituais, Jl 2.28; At 2.4; 1.8; Mt 3.11; I Co 12.1-12.
Homem: Cremos na na criação do ser humano, iguais em méritos e opostos em sexo; perfeitos na sua natureza física, psíquica e espiritual; que responde ao mundo em que vive e ao seu criador através dos seus atributos fisiológicos, naturais e morais, inerentes a sua própria pessoa; e que o pecado o destituiu da posição primacial diante de Deus, tornando-o depravado moralmente, morto espiritualmente e condenado a perdição eterna, Gn 1.27; 2.20,24; 3.6; Is 59.2; Rm 5.12; Ef 2.1-3.
Bíblia: Cremos na inspiração verbal e divina da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé para a vida e o caráter do cristão, II Tm 3.14-17; II Pe 1.21.
Pecado: Cremos na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus, e que somente através do arrependimento dos seus pecados e a fé na obra expiatória de Jesus o pode restaurar a Deus, Rm 3.23; At 3.19; Rm 10.9.
Céu e Inferno: Cremos no juízo vindouro, que condenará os infiéis e terminará a dispensação física do ser humano. Cremos no novo céu, na nova terra, na vida eterna de gozo para os fiéis e na condenação eterna para os infiéis, Mt 25.46; II Pe 3.13; Ap 21.22; 19.20; Dn 12.2; Mc 9.43-48.
Salvação: Cremos no perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita, e na eterna justificação da alma, recebida gratuitamente, de Deus, através de Jesus, At 10.43; Rm 10.13; Hb 7.25; 5.9; Jo 3.16.
Mais uma semana
O fim de semana foi porreiro, cansativo. Tão cansativo que nem consegui ir ver o Dethis, e gostava muito de ter ido, mesmo acordando às 7 da matina, deixei-me dormir.... O que foi uma bela merda e desde já peço desculpa ao Dethis.
À tarde foi a feira do sexo, pensei ir para lá com uma simples atitude, entrar sem pagar, mas no fim até soube bem estar a ajudar a Liga Portuguesa Contra a Sida, e diga-se que por 20€ não iria lá. É engraçado, sim senhor, há boas vistas, para ambos os sexos (acho eu), mas não daria 20€ para entrar.
E para variar encontra-se muita gente conhecida, incluíndo um certo empregado de mesa que reconheceu e cumprimentou.
Dia 2
1966 Primeira experiência atómica da França. (se bem se lembram foi a que deu origem ao Godzilla)
Dia 3
1935 Falecimento do engenheiro e industrial André Citroën.
Dia 4
1988 Caças norte-americanos derrubam por engano um avião comercial iraniano com 290 passageiros. (É pá, desculpem lá, não vos vi!)
À tarde foi a feira do sexo, pensei ir para lá com uma simples atitude, entrar sem pagar, mas no fim até soube bem estar a ajudar a Liga Portuguesa Contra a Sida, e diga-se que por 20€ não iria lá. É engraçado, sim senhor, há boas vistas, para ambos os sexos (acho eu), mas não daria 20€ para entrar.
E para variar encontra-se muita gente conhecida, incluíndo um certo empregado de mesa que reconheceu e cumprimentou.
Dia 2
1966 Primeira experiência atómica da França. (se bem se lembram foi a que deu origem ao Godzilla)
Dia 3
1935 Falecimento do engenheiro e industrial André Citroën.
Dia 4
1988 Caças norte-americanos derrubam por engano um avião comercial iraniano com 290 passageiros. (É pá, desculpem lá, não vos vi!)
Subscrever:
Mensagens (Atom)

