Crucifies my enemies....

terça-feira, maio 03, 2005

今天

Dia 3

1469 Nasce Maquiavel.

Don´t give...

I don't give a shit
I don't give a fuck
I don't give a shit
We don't give a fuck

Your opinion don't mean shit to me
And your shit is about to fall
Your rationale isn't rational
Like bungie jumping off a 6 foot wall
I don't give a shit

Your right and wrong to me is all wrong
And you'll pay if you do me wrong
Politically correct means tag along stupid
And I don't ever tag along
We don't give a fuck

What I am is who I am and I'm proud of who I am
C'est la vie cause change to me comes naturally
I don't give a shit

I ain't afraid of the present
I ain't ashamed of my past
And my future's locked in real tight
I don't give a shit

The guns aren't loaded and the fists aren't clenched
But I've taken up a brand new fight
I don't give a fuck

Hip ain't hip and cool ain't cool
But a fool is definitely a fool
New ain't new it is just new to you
But the truth is sad that's true

I don't give a shit
I don't give a fuck
We don't give a fuck, no!

segunda-feira, maio 02, 2005

Uma pequena história

Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que se dedicava a ensinar o Zen aos jovens.
Apesar da sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido pela sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.
O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.
Chutou algumas pedras na direcção do samurai, cuspiu no seu rosto, insultou-o, ofendeu os seus ancestrais.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se. Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.

- "Se alguém chega até vocês com um presente, e vocês não o aceitam, a quem pertence o presente?"

- "A quem tentou entregá-lo!", respondeu um dos discípulos.

- "O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceites, continuam a pertencer a quem os carregava consigo. A tua paz interior depende exclusivamente de ti. As pessoas não te podem tirar a calma. Só se tu permitires....

Vandaag

E mais um fim de semana que se passou. Aniversário na sexta, cheio de dores de costas, não pude acompanhar a romaria aos locais costumeiros, mas sempre fiz um esforço por estar lá um bocado. Porque a pessoa merecia.
Sábado, depois de ver o Sr. Olivier Jacque qualificar-se na 15º posição, houve encontro de meninos das duas rodas e siga para o Montijo, para mais uma concentração. Reencontro com uma serie de amigos que só é possivel nesses eventos. Estava porreiro, sítio impecável, pecou um pouco por falta de sinalização, pois mudaram de sítio este ano. Claro que nem tudo correu de maneira excelente, porque o je se esqueceu das chaves em casa e esteve perto de dormir em casa do Dethis. Felizmente resolveu-se da melhor maneira, e sem gastar 70€ para me abrirem a porta,(sim, been there, done that).
Domingo, acordar de madrugada, 7h, para ver a corrida. E que corrida fantástica! após partida da 15º posição, e apenas por mérito próprio, Olivier Jacque foi subindo até à 2ª posição, na qual terminou. Relembro o facto de o Sr. não correr há mais de 7 meses, ter sido apresentado à mota na segunda feira passada, estar a substituir outro piloto, e não conhecer a pista (esta geral pois o circuito é novo). Melhor que ter assistido à vitória do Benfas! (cada um tem a sua paranoia).
E cá estou eu para mais uma semana.

Dia 30

1945 Suicídio de Adolf Hitler.

Dia 1 Dia do trabalhador/ Dia da Mãe (sim telefonei-lhe, está fora)

1994 Morre o piloto de fórmula 1 Ayrton Senna.

Dia 2

1968 Início dos disturbios em França do "Maio de 68".


Beijinhos e abraços para todas e todos.

sexta-feira, abril 29, 2005

오늘

Antes demais tenho de agradecer à burrice do Sr.Alex Hoffmann por se ter espalhado no Estoril durante um evento promocional, este facto fez com que o Sr.Olivier Jacque tenha a oportunidade de provar o quanto vale aos comandos de uma Kawasaki (ok, poderia ser a Honda de Tamada, que também não corre, mas serve) nos próximos dois grandes prémios, China e França.
Hoje também é o dia de entrega de papeis para o meu subsídio de férias, vulgo, IRS, mais uma série de horas na fila, mas é por uma boa causa. O reembolso.

Dia 29

1980 Morre o cineasta Alfred Hitchcock.

quinta-feira, abril 28, 2005

今日

Dia 28

1945 Execução do ditador italiano Benito Mussolini. (um gajo porreiro)

quarta-feira, abril 27, 2005

The darkside of chocolate

"Guerra das Estrelas" adaptada para televisão

A saga cinematográfica "Guerra das Estrelas" vai ser adaptada para televisão, com a criação de duas séries de ficção, uma delas de animação, revelou hoje o realizador George Lucas, numa convenção nos Estados Unidos.

De acordo com o cineasta e mentor da série de ficção científica, uma das séries será feita em animação em 3D (três dimensões), a partir de pequenos episódios de três minutos que têm estado a ser exibidos no canal Cartoon Network.

Num encontro sobre a "Guerra das Estrelas" hoje em Indianopolis, Lucas explicou que a outra série será interpretada por actores e integrará personagens dos seis filmes da saga.

As histórias desta segunda série terão um guião semelhante à série televisiva "As Crónicas de Indiana Jones", feita a partir dos filmes do aventureiro arqueólogo.

Quarto e último filme da saga estreia em breve

O anúncio de George Lucas surge num momento em que se prepara a estreia cinematográfica do quarto e último episódio da "Guerra das Estrelas", intitulado "A Vingança dos Sith", que chega a Portugal em Maio.

O primeiro filme da "Guerra das Estrelas", com o título homónimo, estreou em 1977 e abriu caminho a uma trilogia que incluía "O Império Contra-Ataca" (1980) e "O regresso de Jedi" (1983).

Estes três filmes são, na verdade, os últimos episódios da série, já que o realizador George Lucas decidiu contar a história que antecedeu o enredo da "Guerra das Estrelas" em mais três longas-metragens.

Em 1999 saiu "A Ameaça Fantasma", ao qual se seguiu o "Ataque dos Clones" (2002).

"A Vingança dos Sith" completa, assim, os seis filmes que, segundo George Lucas, se debruça sobre a vida de Darth Vader, o mais temido dos vilões do cinema, desde a infância até a morte.

O filme terá uma antestreia europeia no início de Maio, no Festival Internacional de Cinema de Cannes, em França.

Σήμερα

Dia 27

1521 Fernão de Magalhães é assassinado por indígenas na sua viagem de circum-navegação. E o sacana do Sebastião del Cano ficou com os louros....(depois foi corrigido este erro)

terça-feira, abril 26, 2005

Hoje

Dia 23

1858 Nasce o físico Max Planck.

Dia 24

1902 Nasce José Antonio Primo de Rivera.

Dia 25

1974 Portugal: Revolução dos Cravos, reposto o regime democratico.

Dia 26

1937 A cidade de Guernica é arrasada pela aviação alemã.

segunda-feira, abril 25, 2005

Veneno

do Lat. venenu


s. m.,
substância que, ingerida ou aplicada a um corpo vivo, prejudica ou destrói as suas funções vitais;

tóxico;

peçonha;

fig.,
tudo o que é elemento de corrupção moral e de perversão;

malignidade;

má intenção;

interpretação maliciosa;

pessoa de má índole, maledicente;

espécie de carbúnculo (antraz).

Opiniões

As opiniões de quem nada sabe directamente são para mim igual a merda, independentemente do tipo de cobertura que tenham por cima das suas cabeças.

VIOLENT & FUNKY

-Muir-Siegel-Trujillo-Pleasants-

You want funky? We got funky!
Who's got funky? We got funky! You said funky
Violent & Funky!
Violent & Funky (4x)

Sticks and stones may break some bones but a .357
gonna blow your damn head off
You take the pen and I'll take the sword, you can write
some shit till I cut your fuckin' head off

Chorus:
You want funky? We got funky! What kind of funky?
Violent & Funky!
Violent & Funky (4x)

Do unto others as you do unto yourself
'course for me that's damn easy 'cause I hate myself
A penny saved is a penny earned, but a stolen case of
beers gets you a hell of a lot drunker
Early to bed, early to rise, makes a man healthy wealthy
and boring
It ain't over till the fat lady sings and the big bitch is
choking on a chunk of salami

Chorus

You know it's snapped lika Mutha, you know we're
snappin' lika Mutha

Chorus


You know we're snappin' lika Mutha

Bonga



É um dos maiores embaixadores mundiais da música africana. Bonga completou este mês 60 anos de idade e mesmo assim o «kota» não pára. Ainda bem!

30 anos de carreira, 30 discos gravados, discos de ouro e de platina... O que é que lhe falta fazer?
Não sei. Sabe que quanto mais coisas se faz, mais se quer fazer e mais coisas aparecem para ser feitas.

Para já tenho um novo disco - ainda falta limar umas arestas - mas não sei como se vai chamar. Foi feito à volta de uma personagem (mulher) imaginária. Sairá mais para o fim do ano em Paris, porque é a cidade que mais me acarinha.

A palavra retrospectiva começa a ter mais peso na sua vida do que a perspectiva?
Não. Para ter uma visão do que vai ser o amanhã, é preciso continuar a fazer espectáculos, gravações e planear. Ainda estou cá para as «curvas».

Sei que está maior parte do ano em França, mais concretamente em Paris. Como é que se sente lá?
Muito bem. Fui, com muita honra, solicitado para pertencer a esta interdisciplinaridade de artistas americanos, africanos e brasileiros, para divulgarem as suas obras em Paris.
Por isso, é que tenho a melhor das relações com França – para além de adorar viver lá.

Além da comunidade africana que assiste aos seus espectáculos em França que outro público abrange?
França tem uma grande comunidade africana e, de facto, vão muitos aos meus espectáculos. Mas posso dizer-lhe que em muitos concertos chego a ter 85 a 90 por cento de franceses no público.

Como é que acha que eles sentem a sua música?
Como entendem a música dos brasileiros, como entendem a Cesária Évora. É como se fosse uma força física, mental e natural.

Considera-se um artista embaixador da palavra portuguesa e da música africana em termos mundiais?
Sim, e gosto muito de ser considerado como tal. Eu entrei na música pela porta da frente e acho que sou um boa referência para as próximas gerações de músicos.

A sua música, para além do «semba», mistura o folclore também.
Está sempre presente, é cultural, é identidade e é aí que eu acho que faço a diferença. Gosto muito de fundir os estilos.

Essa complementaridade é proporcional e planeada propositadamente?
Também, mas também passa muito pelo que está dentro de nós e da nosso sensibilidade. É aí que está a nossa identidade.

Sente que há futuro na música africana?
A música africana está de boa saúde porque continuamos a ter a imaginação e criatividade dos miúdos da rua. Com as pessoas que conhecem (ou não) uma tradição, mas que estão prontas a fazer coisas. Dos que, um dia, se vão fazer músicos.

Dos músicos com quem gravou qual foi o que lhe marcou mais?
Foi aquela vocalista dos “Vaya con Dios”. Ela ouviu um tema de um disco meu e gostou. Depois foi ver um espectáculo meu e adorou. No fim do concerto ela veio ter comigo e disse que gostava que eu participasse num tema do disco dela. Entretanto, voltou para a Bélgica e passados uns dias chamou-me e fui gravar com ela. A música tem umas frases em inglês mas ainda não está pronta. Estou ansioso por ouvir.

Gostava de gravar um disco com quem?
Com o Ray Charles.

Que música é que gosta de ouvir?
Vários estilos, desde a música brasileira (MPB), o samba, jazz, angolana, folk, etc... Tenho um ouvido muito eclético.

O mercado português

O que acha das editoras e do sistema português relativamente aos músicos africanos, nomeadamente os angolanos?
O sistema e as pessoas não estão muito com os angolanos, sempre estiveram mais interessados com o que Angola produz!.
Posso-lhe dar um exemplo paradoxal: na televisão francesa eu não fico a tocar ou a falar só três minutos - como se fazia aqui na SIC com o Baião, on-de as músicas africanas passavam dois minutinhos e depois... «vai-te embora»! Eu quando vou à TV francesa, estou sentado numa mesa redonda a falar dos meus temas, dos meus textos, dos meus instrumentos, o que a gente toca, ou seja, tudo o que se diz como em qualquer outra profissão. O músico africano não tem espaço em Portugal.

Mas não há uma grande fatia de mercado a explorar?
Claro, o número de africanos fala por si. Não temos é as coisas bem encaminhadas, mas tenta-se fazer; é complicado porque as pessoas não são incentivadas.

São as comunidades que estão mal organizadas ou é um problema institucional?
São as duas coisas.

O Bonga poderia ser um pouco o incentivo e o motor dessa organização?
Mas não chega. O Estado é que tem de promover mais eventos. Há tantos locais possíveis... Sabe que há bons grupos africanos em Portugal que não têm nem local de ensaio nem para os seus espectáculos, é complicado.

O lado político e intervencionista das sua letras não pode ser esquecido. Não teve problemas com isso?
Tive, sobretudo, problemas com as opiniões de pessoas que não eram democratas. Mas tenho a consciência tranquila, porque também ajudei a construir com uma pedrinha, aquilo que agora está a despertar. Estamos aqui para acompanhar o evoluir deste povo, mas há coisas que não podem nem nunca poderão deixar de ser ditas.

Você já está quente, ela não?!

7 motivos que justificam o facto dela não estar tão interessada em sexo (e as melhores sugestões para fazê-la mudar de opinião).

Primeiro motivo
Nunca falam de sexo
Eis um paradoxo: ter uma relação sexual é relativamente fácil, mas falar de sexo com mulheres pode ser uma missão (quase) impossível. Nós, homens, preferimos pensar que o que acontece no quarto é algo de muito pessoal, sem grande mistério, e que não necessita de diálogo. É por isso que só falamos e abusamos de sexo (dos outros) com os nossos amigos. Costuma falar de sexo com a sua parceira? Faça-o! Já imaginou que a falta de libido pode ter a ver com o facto dela estar farta de repetir as mesmas posições sexuais? Ou seja, pode resolver um problema com uma simples conversa.

Segundo motivo
A falta de relações sexuais converteu-se no principal motivo de discussão.
Uma das razões pela qual os casais se separam é porque deixam de ter relações sexuais. É que quanto menos vezes se faz amor, menos vontade se tem de o fazer. A solução depende do espelho para onde se olha: os homens tendem a dizer que assim que recomeçarem a ter relações sexuais as coisas voltarão à normalidade; enquanto as mulheres, pelo contrário, consideram que, antes de voltarem a reiniciar a actividade sexual, não poderão existir problemas entre ambos.

Terceiro motivo
Tem uma série de manias com o corpo
Mesmo que você ache que ela está espantosamente atraente, ela pode pensar de outra forma. Pode pensar, por exemplo, que a maternidade, a idade, a tensão ou os bolos de chocolate conseguiram deformar-lhe a anatomia. Se pensarmos bem, isto é o pão nosso de cada dia. São pouquíssimas as mulheres que nunca pensaram desta maneira.

Quarto motivo
Ela não se sente desejada
No início, o homem esforça-se por seduzir a mulher. Bombardeia-a com toda a artilharia disponível (presentes, piropos, carinho, atenção extra, etc.). Ela sente-se desejada, amada e compreendida, e acaba por sucumbir aos encantos masculinos. Mas à medida que a relação avança, o trabalho, a família e os passatempos acabam por roubar o tempo que antigamente usava para tratar a sua cara-metade como uma rainha. "Na sociedade contemporânea, o sucesso no trabalho é uma das medidas fundamentais para determinar o 'valor' de um homem e, por causa disso, o que vai mal no escritório pode reflectir-se directamente na cama. Como o desempenho profissional também está ligado ao poder, o mau funcionamento de um pode afectar o outro",afirma a Dra. Mariagrazia Marini, psicóloga clínica em Lisboa e responsável pelo site www.psico-online.net. Porém, muitas delas tendem a imaginar o pior dos cenários: sentem-se menos desejadas que antes, ou seja, têm menos vontade de trocar fluidos. Solução? Veja mais abaixo.

Quinto motivo
Acaba de ter um bebé
Ter um filho é a melhor sensação que pode sentir qualquer ser humano, mas há algo que fica adormecido por uns meses: o sexo. Surgem, então, sérias reflexões sobre o que é ser mulher, mãe e esposa. Na cabeça da mulher passam a surgir sentimentos confusos sobre as partes do seu corpo que se tornaram indesejáveis - pensa ela. Mas há mais: o cansaço, a ansiedade, as mudanças por que passa a sua imagem, a sequidade vaginal provocada pelas alterações hormonais, a preocupação por ficar novamente grávida... tudo isto pode afastar o seu desejo. Leia as soluções e saiba como deve agir perante uma situação destas.

sexto motivo
Ela sente-se deprimida
Um declive a nível do interesse sexual é um dos indicadores que os especialistas utilizam para detectar uma possível depressão ou ansiedade. "A intensidade da vida profissional aliada ao facto de grande parte das pessoas perder muitas horas na deslocação entre casa e o local de trabalho leva a que, de facto, os casais passem cada vez menos tempo juntos", explica a Dra. Cláudia Morais, psicoterapeuta familiar, conjugal e individual. "Se a estes factores adicionarmos o tempo que é obrigatoriamente dedicado aos filhos e aos afazeres domésticos" - prossegue esta especialista -, "chegamos facilmente à conclusão de que é preciso alguma' ginástica' para não perder os momentos de romantismo, essenciais à satisfação conjugal". Daí que, para evitar um sentimento depressivo, seja fundamental que o casal aprenda "a partilhar as vitórias e as frustrações associadas à sua vida profissional, de modo a aumentar a sua união. A admiração mútua (e a sua expressão) são um pilar fundamental em qualquer relação conjugal", diz a Dra. Cláudia Morais.

Sétimo motivo
Ela odeia aquilo que você mais gosta
Seria egoísta pensar que os gostos sexuais da sua parceira devem ser idênticos aos seus. Podem-lhe agradar coisas diferentes que, a priori, parecem ser pouco conciliáveis. Existem casais que podem manter relações sexuais que n> ão satisfaçam nenhum dos dois elementos durante anos e anos pensando que o outro tem adorado essas noites de (suposto) intenso prazer. Saiba como evitar isto.

Soluções
resolva todos os problemas anteriores.

Primeira solução
Se não fala de sexo com ela...
faça-o, principalmente se foi esse o motivo que desencadeou o problema.
É um passo imprescindível para solucionar este proble-ma. Até pode ser que nem saiba o que continuar a dizer, mas esse é um risco necessário de correr. A reacção dela é funda- mental: poderá sentir-se incomodada ou, quiçá, aliviada. Se ela demorar a falar, faça-a ver as coisas mais importantes para que voltem a estar bem. Diga-lhe que nada se poderá intrometer na vossa felicidade.

Segunda solução
Se a falta de relações sexuais se converteu no principal tema das vossas discussões,
tal como o problema anterior, essa é uma situação que revela falta de comunicação.
O resultado, normalmente, traduz-se em discussões sem fim e num determinado tempo de suspensão forçada (sem sexo). Uma terapia pode descobrir as verdadeiras razões que estão inerentes ao conflito. Mas, neste caso, é fundamental "que o casal tenha a capacidade para, independentemente destas circunstâncias, criar momentos que devem ser vividos a dois", explica a Dra. Cláudia Morais. Por vezes, bastam "saídas curtas (algumas horas) ou alguns dias em que o casal possa usufruir de momentos que existiam antes do casamento. Quando isto deixa de acontecer, aumenta a probabilidade de surgirem comportamentos de irritabilidade e a sensação de que é preferível estar fora de casa", conclui esta psicóloga. Mas se cada tentativa de falar sobre a vossa vida sexual acabar "à estalada", poderá haver a necessidade de recorrer a terceiras pessoas (não tanto a uma amante, mas sim a um(a) terapeuta familar). Verá que, assim que o sexo volte a ser um tema recorrente, a amargura, o ressentimento e a frustração se irão juntar no travesseiro.

Terceira solução
Se ela não se sente desejada.
Em vez de chegar a casa sempre à mesma hora e ligar o televisor ou ter apenas uma relação sexual por semana (aos sábados, como sempre), regresse ao seu doce lar um pouco antes e surpreenda-a com algo de novo.
Por exemplo, pegue-lhe na mão e diga que depois de todo este tempo continua a pensar que é o homem com mais sorte do mundo (sem cruzar os dedos por trás). Ou faça aquelas coisas impulsivas que fazia aquando dos vossos primeiros encontros: o amor à sombra de uma azinheira, uma noite num hotel com vista para o mar, etc. Em pouco tempo, ela sentir-se-á novamente uma pessoa especial, sexy e atraente. "O diálogo franco, aberto e constante é fundamental para resolver problemas de falta de sexo no casal e para a manutenção de uma vida sexual activa, criativa, sem preconceitos e satisfatória", assinala a psicóloga Mariagrazi Marini. Mas, faça o que fizer, nunca use isto como uma estratégia para ter uma noite de sexo, pois voltaria à mesma situação. "O melhor será deixar 'acontecer naturalmente' segundo o desejo de cada um, pois quanto mais o casal se preocupa, pior será a sua performance, já que o lado psicológico trabalhará contra o fisiológico, ou seja, o 'medo da prestação' poderá gerar uma ansiedade que piorará o desempenho", conclui.

Quarta solução
Acaba de ter bebé.
Mantenha a calma.
Apesar da maioria das mulheres poder manter relações sexuais após 4 ou 6 semanas do parto, algumas podem demorar mais algum tempo até se sentirem física e emocionalmente preparadas. "O homem tem de ser paciente após o nascimento do filho. Antes de retomar as relações sexuais com a mulher, deve saber que ela pode estar a passar por algumas dificuldades, tais como ansiedade, falta de desejo, dor, medo, etc.", explica a psicóloga clínica Mariagrazi Marini. Isto porque "a prolactina, hormónio responsável pela produção do leite materno, inibe os neurotransmissores que activam o desejo no cérebro", explica esta psicóloga. Esta poderá levar a uma temporária perda de interesse sexual. Contudo, quando há amor, o prazer será recuperado fácil e satisfatoriamente.

Quinta solução
Ela está deprimida.
Se suspeita que a sua parceira padece deste estado anímico, dê-lhe a entender que a deseja.
Todavia, deve estar junto dela sem fazer pressões. Ou seja, nunca deve forçar as situações, nem sequer deixá-la de parte. Desfrute dos pequenos pormenores: vejam um filme, leve-a a jantar, etc. O sexo ressurgirá pouco a pouco. Se nada a alegrar e se ela revelar sinais de um possível afogamento num poço escuro (insónias, dores de cabeça ou está extremamente sensível), convença-a a começar uma terapia com um especialista.

Sexta solução
Ela tem manias com o corpo.
Faça com que se sinta atraente através do diálogo.
Além de falar, utilize a linguagem corporal para lhe demonstrar o quanto a deseja: massagens, beijos, etc. Ela saberá apreciar e recompensar o seu carinho.

Sétima solução
Odeia o que você mais gosta.
Há sempre novos caminhos por explorar.
Se não quer passar a noite sozinho, não lhe imponha nada. Na verdade, o sexo consiste em dar e receber, pelo que ambos devem estar presentes na cama. Ou seja, se se concentrar no prazer dela, aumentará o seu, e vice-versa. Propomos-lhe um jogo para ampliar o vosso horizonte erótico. Arranje duas folhas de papel (uma para cada um). Dividam-na em cinco pedaços. Agora escrevam cinco coisas que desejam fazer esta noite (posições, fantasias, etc.). Não poderá ver o que ela escreve, e vice-versa. Depois dobre os papéis e coloque-os num copo. Tirem um papel de cada vez e passem à acção.

Trissomia 21

Há uns anos atrás, quando se falava desta doença, falava-se de crianças já que a sua esperança de vida era muito baixa. De 1942 a 1952, menos de metade das crianças nascidas com este problema cromossómico vivia 24 meses. Isto devia-se às complicações cardiopáticas e/ou infecções graves que eram pouco valorizadas pelos profissionais de saúde da época.

Hoje em dia, esta é a cromossomopatia mais comum na nossa sociedade, já que uma em cada 600/800 crianças nasce com esta deficiência e estimando-se que em Portugal nasçam, anualmente, entre 160 a 180 crianças com este problema. Mas esta doença já existia muito antes, como poderemos observar já a seguir no breve resumo cronológico da doença.

Um pouco de história...

Podemos pensar que esta doença é um problema dos nossos dias mas, na realidade, já em 1500AC e em 300DC o povo Olmec – povo este que viveu no México por esta altura – produziu esculturas que alguns cientistas descrevem como sendo de pessoas que tinham Trissomia 21. Como é evidente, esta teoria esta envolta em controvérsia, assim como acontece com algumas pinturas do Séc. XIV e XVI.

Na realidade, a primeira referência científica acerca da Trissomia 21 surge somente em 1866, quando um médico inglês de nome John Langdon Down descreveu o caso de algumas crianças com um conjunto de características especiais, internadas num asilo em Surrey (Sudoeste de Londres). Daí em diante, esta doença passaria a ser designada como Síndroma de Down.

Provavelmente esta deveria ter sido a designação correcta mas, à luz da então recente teoria da evolução das espécies, de Darwin, esta doença era conhecida como Mongolismo, já que os atingidos por ela apresentavam características da raça Mongol, considerada na altura inferior.

É já em 1959 – em Paris – que o Dr. Lejeune descobre que esta doença é provocada pela existência de um cromossoma 21 supranumerário, e desse momento avante, este problema passou a ser designado como Trissomia 21. Inclusive, a discordância do termo Mongolismo, levou a que a representação da Mongólia apresentasse um protesto junto da Organização Mundial de Saúde. A revista Lancet (1964), a OMS (1965) e o Index Medicus (1975) passaram então a excluir o termo Mongolismo, erradamente utilizado, das suas publicações.

A par destes avanços na questão médica, as mentalidades foram-se também alterando, começando também a haver uma maior aceitação dos indivíduos com esta deficiência. Até à descoberta do Dr. Lejeune, estes eram rejeitados, abandonados e institucionalizados, sendo frequente que lhes negassem os cuidados de saúde. No auge da discriminação está o período nazi, em que a eutanásia era uma prática comum.

Após a descoberta das razões da existência desta doença, começou a aumentar o interesse nas causas e possíveis curas para este mal, não só a nível médico mas também a nível social e educativo, procurando-se ainda hoje que os que sofrem desta alteração cromossómina sejam adultos plenamente integrados não só na família mas também na nossa sociedade.

Mas o que é a Trissomia 21?

Cada ser humano possui, em cada célula, um número constante de 46 cromossomas (22 pares mais um que define o sexo). Na Trissomia 21 há uma alteração genética numa das divisões dos cromossomas, da qual resulta uma célula com três cópias do cromossoma 21 em vez de duas. Assim sendo, em vez de uma pessoa ter 46 cromossomas, tem 47. Do ponto de vista científico, a Trissomia 21 pode resultar de três alterações cromossómicas:

- 95 por cento das crianças afectadas por esta doença tem um cromossoma 21 extra (Trissomia 21 livre). Surge quando um dos óvulos ou espermatozóides tem dois cromossomas 21 em vez de um.

- 3 a 4 por cento das crianças com Trissomia 21 sofre de translocação, ou seja, o cromossoma 21 está ligado a outro (geralmente o cromossoma 14, 21 ou 22). Neste caso, o indivíduo tem 46 cromossomas mas possui material genético de 47 cromossomas.

A terceira alteração é o mosaico. Os pacientes com esta alteração (cerca de 1 por cento) têm algumas células com 46 cromossomas e outras com 47 cromossomas. Como pode ser prevenida? A Trissomia 21 é uma das doenças mais universais que existe, não escolhendo raças, classes sociais ou regiões geográficas. Não tem também, qualquer relação com a alimentação, embora esta ideia tenha sido considerada durante uns tempos. A única relação comprovada é o aumento do risco com o aumento da idade materna. Aos 35, 40 e 45 anos, o risco de nascer uma criança com o síndroma de Down é de 1:400, 1:110 e 1:35 respectivamente. No entanto, devido às diferentes taxas de fecundidade dos diferentes grupos etários, mais de 70 por cento das crianças com Trissomia 21 têm mães com idade inferior a 35 anos (dados nacionais).

Quais são os diagnósticos existentes?

O diagnóstico da Trissomia 21 pode ser equacionado em duas fases distintas:

O Diagnóstico Pré-Natal é feito durante a gravidez, nas situações em que o risco exceda o risco de aborto provocado pela amniocentese. Assim, é oferecido apenas em situações seleccionadas e deve ser sempre apoiado por consulta de Genética e Aconselhamento Genético:

1. Idade materna superior a 35 anos (pelo risco aumentado)

2. Filho anterior com Trissomia 21 (que embora sem risco aumentado é uma situação geradora de ansiedade na grávida, razão pela qual lhe é oferecida a possibilidades de Diagnóstico Pré-Natal)

3. Um dos pais é portador de translocação cromossómica envolvendo o cromossoma 21 (risco alto de repetição)

4. Malformações fetais diagnosticadas por ecografia fetal.

5. Alteração dos testes analíticos de triagem pré-natal.

Os métodos utilizados no Diagnóstico Pré-Natal são: amniocentese (após as 14 semanas e o menos cruento dos métodos e portanto o mais frequentemente utilizado); colheita de vilosidades coriónicas (a partir das 9 semanas e o que permite um diagnóstico mais precoce, mas tem maiores dificuldades técnicas); e cordocentese que tem sido abandonada progressivamente.

O Diagnóstico pós-natal é feito após o parto. Na maioria das situações as características físicas ao nascer são suficientes para criar no médico uma forte suspeição, e por vezes mesmo uma certeza do diagnóstico. Este deve, porém, ser sempre confirmado por cariotipo, para se caracterizar o tipo de Trissomia 21.

Nenhuma das características isoladamente é essencial ou suficiente para o diagnóstico, e o recém-nascido pode apenas manifestar algumas delas, mas do conjunto global é raro o diagnóstico não ser formulado. Algumas das características mais frequentes são: hipotonia muscular, reflexo de Moro fraco ou ausente, hiperflexibilidade articular, prega cutânea na nuca, fácies arredondado, achatado, com hipoplasia do andar médio, fendas palpebrais para cima e fora, orelhas pequenas e de implantação baixa, mãos curtas e quadradas, por vezes com prega simiesca, clinodactilia do quinto dedo, afastamento entre o primeiro e segundo dedos dos pés, manchas de Brushfield (despigmentação da íris), língua hipotónica e grande.

A confirmação do diagnóstico, feita pelo cariotipo, geralmente só se obtém mais tarde, e o médico não deve esperar para informar os pais, sobretudo quando a clínica é evidente. No entanto é importante que esta informação seja veiculada da melhor forma possível. Deve ser feita por um médico conhecido do casal, sempre que possível, num ambiente calmo e íntimo, com o casal e na presença do bebé e após se ter estabelecido já um vínculo afectivo entre os pais e o bebé.

Deve ser explicada a razão das suspeitas, de forma a que os pais compreendam, mas sempre realçando as competências da criança e manifestando disponibilidade, optimismo e respeito pelo bebé e pelo seu futuro. Os pais devem também ser informados dos apoios disponíveis e, frequentemente necessitarão de expressar as suas dúvidas e angústias.

A informação, que deve ser faseada, deve incluir as características da Trissomia 21, referindo-se o ritmo mais lento nas aquisições, mas reforçando que a criança irá andar, falar, ir para a escola, comer, e brincar como todas as crianças. Deve-se incentivar os pais a procurar apoio familiar e nas associações (ver Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21) e em grupos de pais de crianças com Trissomia 21.

Após o resultado do cariotipo confirmar a hipótese diagnosticada, deve ser novamente explicado aos pais em que consiste a doença e o que significa o resultado do cariotipo, procurando desculpabilizá-los.

Logo após a revelação de que a criança tem um défice cognitivo, os pais passam por uma fase de grande instabilidade emocional, não sendo raros os fenómenos de rejeição e revolta. Todavia, passada a fase inicial, acabam por aceitar o facto, com resignação, e deixam, quase sempre, transparecer uma boa adaptação à nova realidade.

Os pais atravessam assim, todo um processo de luto com as suas diversas fases:

Choque – Em que parece que o mundo se desmoronou e nada será o mesmo. Negação – Em que não aceitam o diagnóstico e acham que o médico se enganou, podendo mesmo consultar outro médico. Esta fase é ultrapassada com a ajuda do cariotipo.

Culpa – Em que os pais acham que poderão ter feito algo que provocou a situação ou que poderiam ter feito algo que a evitasse. O esclarecer sobre a alteração cromossómica e a sua ocorrência por acaso, ajuda os pais nesta fase.

Revolta – Inicialmente virada para o médico que deu a notícia, por vezes voltada contra a criança, contra o mundo, a sociedade. A compreensão que esta fase é natural reduz a culpabilidade que os pais sentirão quando a ultrapassarem.

Adaptação – Gradualmente começam a aceitar a criança e a ver os seus lados positivos e a envolver-se mais nos cuidados à criança.

Normalização – Progressivamente há uma "normalização", ou o estabelecer de um novo equilíbrio, numa vida que, seguramente, nunca será a mesma, mas que terá as suas coisas boas e más, como todas as vidas.

Desenvolvimento psicomotor

Quase todas as crianças com Trissomia 21 apresentam um défice cognitivo, em geral ligeiro a moderado, mas podendo ser grave. Com a crescente importância dos aspectos de comportamento social e adaptativo, sobrepondo-se ao tradicional QI, as pessoas com Trissomia 21 não apresentam, de modo geral, uma deficiência grave, já que conseguem alcançar bons níveis de autonomia pessoal e social.

A aprendizagem (ou o desenvolvimento psicomotor) depende de vários factores, não apenas do património genético, mas também do ambiente e das características específicas do indivíduo. Um ambiente familiar acolhedor e estimulante, uma intervenção precoce, e uma educação integrada têm uma influência positiva e fundamental no desenvolvimento da criança.

Com a introdução de novas metodologias educativas, recorrendo ao suporte visual, a maioria das crianças com Trissomia 21 poderá aprender a ler. O objectivo da aprendizagem da leitura é o desenvolvimento da linguagem, onde deve ser feito um grande investimento educativo, desde cedo.

O Programa Educativo deve ter em conta as particularidades da Trissomia 21 e as peculiaridades de cada criança, avaliadas de forma sistemática e dirigida. Deve promover a aquisição de comportamentos convencionais, adaptativos, desenvolvimento de formas de comunicação, da motricidade e da cognição, sem esquecer a promoção da orientação vocacional, da autonomia pessoal e comunitária e o exercício do lazer.

Para tal, a intervenção deve iniciar-se precocemente, ser sempre efectuada em regime inclusivo, com apoios educativos directos e indirectos, adequados a cada criança, e mais tarde incluir a elaboração de Planos Educativos Individuais com Currículos Funcionais e a promoção de formação vocacional e da profissionalização.

A Deficiência Mental (actualmente designada mais correctamente por défice cognitivo) é um dos maiores dramas que se abatem sobre a espécie humana, e à medida que as crianças portadoras de Trissomia 21 crescem e se desenvolvem, o problema da exclusão social agrava-se, e não é raro que elas tenham consciência desta segregação a que são votadas, apenas por serem diferentes das outras crianças.

A integração dos seres humanos com défice cognitivo não é um processo natural ou inato, mas antes um acto racional, cultural e civilizacional. A única verdadeira solução para o problema da exclusão social reside na modificação das mentalidades, na aceitação da diferença, de modo a que qualquer indivíduo, independentemente das suas capacidades e competências, seja aceite e integrado na Sociedade.

É esta a filosofia que nos guia, a da integração do indivíduo com deficiência; do direito à vida e da igualdade de direitos para todos os seres humanos.

Auto-estima baixa reduz esperança média de vida

Os indivíduos com pouca auto-estima têm mais probabilidade de adoecerem e, segundo publicam investigadores ingleses no British Medical Journal, têm uma esperança média de vida mais reduzida.

Os especialistas defendem que uma auto-estima baixa afecta o comportamento.

Por exemplo, estes indivíduos praticam menos exercício e fazem uma dieta menos saudável, pelo que estão a contribuir para o aumento do risco de obesidade e doenças cardiovasculares.

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Metereologia

De que lado sopra o vento hoje?
Será que vai fazer sol ou chuva?
Será que me devo abrigar aqui ou ali?
Para onde me virar com tanta incertidão temporal?
Tantas perguntas, tão poucas respostas.
Bem talvez não seja bem assim.
A solução para esses problemas.

Perennial Quest

The journey begins with curiosity
And envolves into soul-felt questions
On the stones that we walk
And choose to make our path
Sometimes never knowing
Other times knowing too much

Filtering out the bad that holds us back...
Take hold of what is true to your hunger
A hunger that will not go away
Plans for tomorrow, they will remain

[Chorus:]
Won't you join me on the perennial quest
Reaching into the dark, retrieving light
Search for answers on the perennial quest
Where dreams are followed, and time is a test

No time for mental crutches
The maker has moved on
I will take it raw and be on my way

Those that stood beside me
I'm glad you understand
Behind these written words
I share the simple plan
To hang on to the way that we feel

[Solo: Koelble / Solo: Schuldiner]

From rivers of sorrow
To oceans deep with hope
I have travelled them
Now, there is no turning back
The limit, the sky
I ask my questions Why? What today?
When tomorrow?

Filtering out the bad that holds us back...
Take hold of what is true to your hunger
A hunger that will not go away
Plans for tomorrow, they will remain

[Repeat chorus]