Farta um pouco escrever 50 vezes "Reiterar pedido efectuado à DGU". Farta mesmo.
Ainda dizem que não trabalho....
quinta-feira, março 31, 2005
Isto é cool...
Principalmente as chouriças lá atrás, falta o garrafão de tinto, mas não se pode ter tudo
Ultimo dia de trabalho
Ultimo dia de trabalho. Amanhã tou de férias. Só volto a trabalhar dia 12. Espero sinceramente que este seja o último post feito de Portugal, pelo menos neste periodo de férias.
E ontem fomos ver Civic à FNAC do Cascais Shopping.
Gosto dos putos, estou contente por eles, mas não deixo de sentir uma certa frustração quando olho para o baixista. Enfim, azares.
Dia 31
1596 Nasce o filósofo e matemático René Descartes.
E assim acaba o mês de Março.
E ontem fomos ver Civic à FNAC do Cascais Shopping.
Gosto dos putos, estou contente por eles, mas não deixo de sentir uma certa frustração quando olho para o baixista. Enfim, azares.
Dia 31
1596 Nasce o filósofo e matemático René Descartes.
E assim acaba o mês de Março.
quarta-feira, março 30, 2005
Olha agora deu....
Pois é agora deu.
Mas agora já ñão tenho nada para dizer.
Quer dizer, ter até tinha, mas não me apetece.
Porque isto de escrever dá trabalho, e para escrever algo de interessante, mais trabalho dá.
Por isso, nem de nada, nem de interessante.
Fiquem com os factos do dia e já vão com muita sorte.
Nunca mais chega o dia de actualizar isto de Sabinillas....
Dia 30
1853 Nasce o pintor Vincent van Gogh. Esse grande maluco.....
Mas agora já ñão tenho nada para dizer.
Quer dizer, ter até tinha, mas não me apetece.
Porque isto de escrever dá trabalho, e para escrever algo de interessante, mais trabalho dá.
Por isso, nem de nada, nem de interessante.
Fiquem com os factos do dia e já vão com muita sorte.
Nunca mais chega o dia de actualizar isto de Sabinillas....
Dia 30
1853 Nasce o pintor Vincent van Gogh. Esse grande maluco.....
terça-feira, março 29, 2005
Today essa cena.
Já tive que comprar um telele, o número é o mesmo. Mais um para correr atrás do jaquim...
Dia 29
1973 Abandona o Vietnam o último marine norte-americano.
Dia 29
1973 Abandona o Vietnam o último marine norte-americano.
segunda-feira, março 28, 2005
Páscoa
Passou-se.
Sem mais nada a dizer.
Pois vós que consultais este blog já sabem como correu.
Dia 24
1905 Morre o escritor Julio Verne.
Dia 25
1957 Nasce a Comunidade Económica Europeia.
Dia 26
1827 Morre o compositor Ludwig von Beethoven.
Dia 27
1977 Espanhaa: acidente aéreo no aeroporto de Los Rodeos, com 575 victimas.
Dia 28
1868 Nasce o poeta Maxim Gorki.
Sem mais nada a dizer.
Pois vós que consultais este blog já sabem como correu.
Dia 24
1905 Morre o escritor Julio Verne.
Dia 25
1957 Nasce a Comunidade Económica Europeia.
Dia 26
1827 Morre o compositor Ludwig von Beethoven.
Dia 27
1977 Espanhaa: acidente aéreo no aeroporto de Los Rodeos, com 575 victimas.
Dia 28
1868 Nasce o poeta Maxim Gorki.
quarta-feira, março 23, 2005
Wernher von Braun
Wirsitz, 1912 - Alexandria, Virgínia, 1977)
Cientista alemão, nacionalizado americano. Engenheiro, é o grande precursor dos actuais foguetões. Aluno e colaborador de Oberth no estudo, construção e lançamento de foguetões, a partir de 1937 trabalha em Peenemünde, centro militar dedicado ao estudo dos projécteis autopropulsados. Nesta base, em que trabalham prisioneiros de guerra em condições infra-humanas, culmina a sua carreira na Alemanha com o lançamento das bombas V-1 e V-2 contra Londres. Após a derrota total da Alemanha, em 1945 vai para os Estados Unidos, onde prossegue os seus estudos sobre foguetões. É o principal engenheiro do programa espacial norte-americano (NASA). Projecta o foguetão Júpiter C, que lança o primeiro satélite artificial norte-americano: o Alfa de 1958. É também um dos principais responsáveis do projecto Apolo, e nos anos 60 trabalha nos foguetões Saturno, de grande potência, que permitem as viagens à Lua.
Cientista alemão, nacionalizado americano. Engenheiro, é o grande precursor dos actuais foguetões. Aluno e colaborador de Oberth no estudo, construção e lançamento de foguetões, a partir de 1937 trabalha em Peenemünde, centro militar dedicado ao estudo dos projécteis autopropulsados. Nesta base, em que trabalham prisioneiros de guerra em condições infra-humanas, culmina a sua carreira na Alemanha com o lançamento das bombas V-1 e V-2 contra Londres. Após a derrota total da Alemanha, em 1945 vai para os Estados Unidos, onde prossegue os seus estudos sobre foguetões. É o principal engenheiro do programa espacial norte-americano (NASA). Projecta o foguetão Júpiter C, que lança o primeiro satélite artificial norte-americano: o Alfa de 1958. É também um dos principais responsáveis do projecto Apolo, e nos anos 60 trabalha nos foguetões Saturno, de grande potência, que permitem as viagens à Lua.
Pensamento
"O maior prazer de um homem inteligente é fazer de idiota diante de um idiota que faz de inteligente"
Hoje, Today, Aujour d´hui, Heute
Hoje foi isto...
Dia 23
1912 Nasce o físico e engenheiro Werner von Braun.
Dia 23
1912 Nasce o físico e engenheiro Werner von Braun.
E quem não se sentiu assim??
Lying on my back, wheeled under blinding light
Shackled restraints resist my attempted fight
The scalpels hovers over me, the incision is made
Once again they're watching me, no new sensation, just frustration
They said it was for science
But I'm the human guinea pig
The guinea pig
The guinea pig
The guinea pig
The guinea pig
The guinea pig
My sleep has been altered, I open my eyes
The nightmare continues, I see through their lies
The papers keep turning, the tests never ends
Once again they're watching me, no new sensation, just frustration
They said it was for science
But I feel like the human guinea pig
Time may have passed on, but I won't soon forget
The old sensation, pure frustration of a human guinea, guinea pig
"Suicidal Tendencies"- "Human Guinea Pig"
Shackled restraints resist my attempted fight
The scalpels hovers over me, the incision is made
Once again they're watching me, no new sensation, just frustration
They said it was for science
But I'm the human guinea pig
The guinea pig
The guinea pig
The guinea pig
The guinea pig
The guinea pig
My sleep has been altered, I open my eyes
The nightmare continues, I see through their lies
The papers keep turning, the tests never ends
Once again they're watching me, no new sensation, just frustration
They said it was for science
But I feel like the human guinea pig
Time may have passed on, but I won't soon forget
The old sensation, pure frustration of a human guinea, guinea pig
"Suicidal Tendencies"- "Human Guinea Pig"
Tipo barrete....
"Everybody's Fool"
perfect by nature
icons of self indulgence
just what we all need
more lies about a world that
never was and never will be
have you no shame don't you see me
you know you've got everybody fooled
look here she comes now
bow down and stare in wonder
oh how we love you
no flaws when you're pretending
but now i know she
never was and never will be
you don't know how you've betrayed me
and somehow you've got everybody fooled
without the mask where will you hide
can't find yourself lost in your lie
i know the truth now
i know who you are
and i don't love you anymore
it never was and never will be
you don't know how you've betrayed me
and somehow you've got everybody fooled
it never was and never will be
you're not real and you can't save me
somehow now you're everybody's fool
perfect by nature
icons of self indulgence
just what we all need
more lies about a world that
never was and never will be
have you no shame don't you see me
you know you've got everybody fooled
look here she comes now
bow down and stare in wonder
oh how we love you
no flaws when you're pretending
but now i know she
never was and never will be
you don't know how you've betrayed me
and somehow you've got everybody fooled
without the mask where will you hide
can't find yourself lost in your lie
i know the truth now
i know who you are
and i don't love you anymore
it never was and never will be
you don't know how you've betrayed me
and somehow you've got everybody fooled
it never was and never will be
you're not real and you can't save me
somehow now you're everybody's fool
terça-feira, março 22, 2005
Crónica de Pedro Mexia in Grande Reportagem
Uma amiga de longa data pediu-me que lhe corrigisse as vírgulas na
Tese de doutoramento. Com certeza que sim. Atirei-me, pois, às vírgulas.
Mas confesso que não estava preparado. É que a tese - não sei como
dizer isto - debruça-se sobre a problemática da cessão dos créditos.
Confortavelmente esticado na minha caminha, de lápis na mão, dei por
mim teletransportado ou, se preferirem, transplantado para a década de
noventa do século passado. Essa tarde recordou-me outras tardes, árduas e
infindáveis, há 12 ou 13 anos. Era, nessa época, aluno do curso de
Direito.
Saquei o canudo em 1995. E, depois disso, tenho mantido o silêncio.
Mas agora, passado o período de nojo, aproveito para deixar aos meus
leitores dois ou três avisos sobre o dito curso.
Pois bem: trata-se da mais inconcebível, árida, macilenta e desprezível das criações humanas. Reparem que nem sequer me refiro ao Direito propriamente dito: sobre essa matéria a conivência dos juristas com tiranias sortidas e as obras completas do Kafka chegam e sobram. Quero agora evocar apenas o curso, aqueles cinco penosos anos de colónia penal. Convém aliás explicar que o curso de Direito tem cinco anos não por exigências curriculares mas como forma de homenagem aos planos quinquenais soviéticos. A lógica de opressão,de dirigismo e de extermínio é a mesmíssima. Não vou agora aqui sumariar a minha experiência estudantil, a qual, aliás, foi aprazível a princípio e se tornou depois indiferente. Mas recordo-me bem do momento de viragem. Em pleno terceiro ano, o meu descontentamento veio ao de cima violentamente, como um almoço mal digerido. Estava numa aula de Direitos Reais. Estava aborrecido.
Estava com sono.
Escrevinhava coisas num caderno. E em cima do estrado, o monocórdico mestre dissertava sobre a «servidão de estilicídio». Eu explico: trata-se de garantir escoamento das águas quando um prédio vizinho não está a mais de cinco decímetros do outro. A minha vaga insatisfação com o curso tornou-se, nesse segundo, algo de muito mais agudo, como uma úlcera que rebenta. Eu não sabia o que queria fazer da minha vida; mas não era certamente estudar o escoamento de águas e a distância entre os
prédios.
Que se lixasse o estilicídio.
Eu queria distância era do curso. Porque essa era a nossa faina.
Engolíamos,como óleo de rícino, noções assim intragáveis durante dez infindáveis semestres.
Não apenas a acção de despejo, o IRS ou a recorribilidade do acto administrativo, assuntos minimamente perceptíveis, mas muitas e muitas bizarrias. A Constituição da Costa Rica. O inadimplemento culposo. A impugnação pauliana. A venda a retro. A ineptidão da petição inicial.As prescrições presuntivas. A substituição quase-pupilar. O fideicomisso.O anatocismo. A enfiteuse. Os vícios redibitórios. Os impedimentos dirimentes relativos. O contrato sinalagmático. O registo das sociedades em comandita.O benefício da excussão. E, claro, a cessão de créditos. É preciso ter um interesse desmesurado acerca das regras que regulam uma sociedade, em
todos os seus nauseabundos detalhes, para estudar estas salgalhadas. E para aguentar os infindáveis casos entre o "senhor A" e o "senhor B", que vendiam um ao outro casas, se processavam, pediam licenças de uso e porte de arma, deixavam violas de gamba em usufruto, e por aí em diante. Por vezes iam mais longe: o usufruto era em Amesterdão, a arma de Poiares da Beira, o processo na Califórnia e a casa nas Comores. Quid juris?, perguntavam, sacanas,os lentes. Não sabíamos nem queríamos saber.
Por esta altura, todos nós queríamos mais era que o senhor A e o senhor B se quilhassem. Manhãs e tardes a fio assisti a isto. Noites e noites a fio estudei isto. Vou ter olheiras para sempre por causa disto. Arruinei a minha caligrafia por causa disto. Sofri horrores de nervos e bexiga por causa disto.
Aguentei o prof. Soares Martinez por causa disto. Comprei e sublinhei de capa a capa catrapázios de setecentas páginas sobre a pensão de alimentos por causa disto. Por isso vos digo, ó finalistas do liceu: não se metam nisso.
Parafraseando Jaques Séguéla, diria que há actividades bem mais
decentes.
Como pianista num bordel.
Tese de doutoramento. Com certeza que sim. Atirei-me, pois, às vírgulas.
Mas confesso que não estava preparado. É que a tese - não sei como
dizer isto - debruça-se sobre a problemática da cessão dos créditos.
Confortavelmente esticado na minha caminha, de lápis na mão, dei por
mim teletransportado ou, se preferirem, transplantado para a década de
noventa do século passado. Essa tarde recordou-me outras tardes, árduas e
infindáveis, há 12 ou 13 anos. Era, nessa época, aluno do curso de
Direito.
Saquei o canudo em 1995. E, depois disso, tenho mantido o silêncio.
Mas agora, passado o período de nojo, aproveito para deixar aos meus
leitores dois ou três avisos sobre o dito curso.
Pois bem: trata-se da mais inconcebível, árida, macilenta e desprezível das criações humanas. Reparem que nem sequer me refiro ao Direito propriamente dito: sobre essa matéria a conivência dos juristas com tiranias sortidas e as obras completas do Kafka chegam e sobram. Quero agora evocar apenas o curso, aqueles cinco penosos anos de colónia penal. Convém aliás explicar que o curso de Direito tem cinco anos não por exigências curriculares mas como forma de homenagem aos planos quinquenais soviéticos. A lógica de opressão,de dirigismo e de extermínio é a mesmíssima. Não vou agora aqui sumariar a minha experiência estudantil, a qual, aliás, foi aprazível a princípio e se tornou depois indiferente. Mas recordo-me bem do momento de viragem. Em pleno terceiro ano, o meu descontentamento veio ao de cima violentamente, como um almoço mal digerido. Estava numa aula de Direitos Reais. Estava aborrecido.
Estava com sono.
Escrevinhava coisas num caderno. E em cima do estrado, o monocórdico mestre dissertava sobre a «servidão de estilicídio». Eu explico: trata-se de garantir escoamento das águas quando um prédio vizinho não está a mais de cinco decímetros do outro. A minha vaga insatisfação com o curso tornou-se, nesse segundo, algo de muito mais agudo, como uma úlcera que rebenta. Eu não sabia o que queria fazer da minha vida; mas não era certamente estudar o escoamento de águas e a distância entre os
prédios.
Que se lixasse o estilicídio.
Eu queria distância era do curso. Porque essa era a nossa faina.
Engolíamos,como óleo de rícino, noções assim intragáveis durante dez infindáveis semestres.
Não apenas a acção de despejo, o IRS ou a recorribilidade do acto administrativo, assuntos minimamente perceptíveis, mas muitas e muitas bizarrias. A Constituição da Costa Rica. O inadimplemento culposo. A impugnação pauliana. A venda a retro. A ineptidão da petição inicial.As prescrições presuntivas. A substituição quase-pupilar. O fideicomisso.O anatocismo. A enfiteuse. Os vícios redibitórios. Os impedimentos dirimentes relativos. O contrato sinalagmático. O registo das sociedades em comandita.O benefício da excussão. E, claro, a cessão de créditos. É preciso ter um interesse desmesurado acerca das regras que regulam uma sociedade, em
todos os seus nauseabundos detalhes, para estudar estas salgalhadas. E para aguentar os infindáveis casos entre o "senhor A" e o "senhor B", que vendiam um ao outro casas, se processavam, pediam licenças de uso e porte de arma, deixavam violas de gamba em usufruto, e por aí em diante. Por vezes iam mais longe: o usufruto era em Amesterdão, a arma de Poiares da Beira, o processo na Califórnia e a casa nas Comores. Quid juris?, perguntavam, sacanas,os lentes. Não sabíamos nem queríamos saber.
Por esta altura, todos nós queríamos mais era que o senhor A e o senhor B se quilhassem. Manhãs e tardes a fio assisti a isto. Noites e noites a fio estudei isto. Vou ter olheiras para sempre por causa disto. Arruinei a minha caligrafia por causa disto. Sofri horrores de nervos e bexiga por causa disto.
Aguentei o prof. Soares Martinez por causa disto. Comprei e sublinhei de capa a capa catrapázios de setecentas páginas sobre a pensão de alimentos por causa disto. Por isso vos digo, ó finalistas do liceu: não se metam nisso.
Parafraseando Jaques Séguéla, diria que há actividades bem mais
decentes.
Como pianista num bordel.
Dúvida existêncial
Será que sou menos importante do que julgo?
Pelos vistos aprendi que sim.
Assim vou-me reduzir à minha insignificância sentado no meu trono.
Sim porque quando a vontade aperta.....
Pelos vistos aprendi que sim.
Assim vou-me reduzir à minha insignificância sentado no meu trono.
Sim porque quando a vontade aperta.....
A todos os jaquins....
Não tem nada a ver com o título, mas não me sentia inspirado para por um título sem inspiração, por isso vai este.
E vai bem, recomenda-se.
Será que é devido à perplexidade intimidante da vida em que estamos socialmente inseridos que nos leva a tentar ser sempre conscientes nos nossos escritos, olhando a todas as formas gramaticais, dissecando cada palavra como se de um organismo vivo se tratasse?
Será que tal fenómeno surge como simples forma de afirmação perante o próximo, e não para nós próprios, como deveria ser em primeiro lugar?
Será que eu entendo o que escrevi?
Nope.
Mas fica bem.....
Dia 22
1599 Nasce o pintor Anthonis van Dick. (Van Pila é muito à frente....)
E vai bem, recomenda-se.
Será que é devido à perplexidade intimidante da vida em que estamos socialmente inseridos que nos leva a tentar ser sempre conscientes nos nossos escritos, olhando a todas as formas gramaticais, dissecando cada palavra como se de um organismo vivo se tratasse?
Será que tal fenómeno surge como simples forma de afirmação perante o próximo, e não para nós próprios, como deveria ser em primeiro lugar?
Será que eu entendo o que escrevi?
Nope.
Mas fica bem.....
Dia 22
1599 Nasce o pintor Anthonis van Dick. (Van Pila é muito à frente....)
segunda-feira, março 21, 2005
Fim de semana atribulado
Pois é, há dias em que um gajo não deveria sair da cama.
Sexta feira por exemplo, foi um deles. Recebo a noticia que tenho de substituir o motor da bomba de gasolina da minha menina, qualquer coisa com uns 500€ para a peça. Vou sair à noite para descontraír e ao responder a uma mensagem um grupo de individuos rouba-me o telemóvel. Estúpido fui atrás do que estava lá para despistar e levar na tromba.
Despistou e levou, portanto deve ter sido um bom dia de trabalho para o Joaquim, de Sto. António dos Cavaleiros.
Sábado de madrugada surpreendido à saída de casa por policias de caçadeira.
Vá lá domingo foi calmo. Cultural até.
E não esquecendo o almoço do dia do pai, que foi muito bom.
Mas esquecendo coisas tristes.
Dia 19
1882 É posta a primeira pedra da Sagrada Familia de Barcelona.
Dia 20
1933 Inaugurado em Dachau o primeiro campo de concentração nazi.
Dia 21
1804 França: Napoleão finaliza o seu Código Civil (e base do actualmente utilizado por nós).
1975 Parabéns.
Sexta feira por exemplo, foi um deles. Recebo a noticia que tenho de substituir o motor da bomba de gasolina da minha menina, qualquer coisa com uns 500€ para a peça. Vou sair à noite para descontraír e ao responder a uma mensagem um grupo de individuos rouba-me o telemóvel. Estúpido fui atrás do que estava lá para despistar e levar na tromba.
Despistou e levou, portanto deve ter sido um bom dia de trabalho para o Joaquim, de Sto. António dos Cavaleiros.
Sábado de madrugada surpreendido à saída de casa por policias de caçadeira.
Vá lá domingo foi calmo. Cultural até.
E não esquecendo o almoço do dia do pai, que foi muito bom.
Mas esquecendo coisas tristes.
Dia 19
1882 É posta a primeira pedra da Sagrada Familia de Barcelona.
Dia 20
1933 Inaugurado em Dachau o primeiro campo de concentração nazi.
Dia 21
1804 França: Napoleão finaliza o seu Código Civil (e base do actualmente utilizado por nós).
1975 Parabéns.
sexta-feira, março 18, 2005
Yellow
Bons dias! Ontem a festa foi porreira, mas pouca gente, eu incluido, vestidos em conformidade com o tema.
E daqui a pouco, DGV comigo......
A ver se esta também pega.
Dia 18
1949 Fundação da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
E daqui a pouco, DGV comigo......
A ver se esta também pega.
Dia 18
1949 Fundação da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
quinta-feira, março 17, 2005
Impressão
Gosto de ir ver bandas ao vivo. É uma forma de auto-frustração, e uma forma de analisar o que se passa, o que tocam, o que mexe com a plateia.
Como baixista que sou, mediano é preciso dizer, dou muita atenção ao baixo, mais atenção do que normalmente se dá. Ontem não foi excepção. O senhor em causa tocava bem, melhor que eu, mas reparei que dava "pregos" frequentes. Ok, critica fácil, ele está lá em cima e eu a vê-lo, poderá dar origem à célebre "se fazes melhor vai lá". Pois eu tento ir lá, se calhar começa uma etapa na próxima quinta feira. Mas a questão aqui é que percebi que, não obstante todos os pregos, o pessoal curtiu muito, e cantou e divertiu-se. Fez-me pensar que era o único atento à música e não ao espectáculo.
Aquilo nós conseguimos.
De certeza.
Nem que paguemos à plateia!!!!
A ver vamos.
Como baixista que sou, mediano é preciso dizer, dou muita atenção ao baixo, mais atenção do que normalmente se dá. Ontem não foi excepção. O senhor em causa tocava bem, melhor que eu, mas reparei que dava "pregos" frequentes. Ok, critica fácil, ele está lá em cima e eu a vê-lo, poderá dar origem à célebre "se fazes melhor vai lá". Pois eu tento ir lá, se calhar começa uma etapa na próxima quinta feira. Mas a questão aqui é que percebi que, não obstante todos os pregos, o pessoal curtiu muito, e cantou e divertiu-se. Fez-me pensar que era o único atento à música e não ao espectáculo.
Aquilo nós conseguimos.
De certeza.
Nem que paguemos à plateia!!!!
A ver vamos.
Blargh
Hoje vamos ver se se marca os ensaios, e aproveito para ver o ensaio dos Civic, depois, festa de faculdade, presumo que seja interessante, muito embora não vá poder abusar pois amanhã é dia de ir, novamente, à DGV dizer a verdade pelo meu prisma.
Dia 17
1915 Nasce o cantor Nat King Cole.
Dia 17
1915 Nasce o cantor Nat King Cole.
Esta melhor é....
Being good gets you stuff
Being stuff gets you good
Good stuff gets you being
And wheelin' and dealin' and squealin'
Shit lives forever
Being stuff gets you good
Good stuff gets you being
And wheelin' and dealin' and squealin'
Shit lives forever
A melhor para hoje...
King for a day
It is not a good day, if you are not looking good
This is the best party that I've ever been to
Today I asked for a god to pour some wine in my eyes
Today I asked for someone to shake some salt on my life
Look !
Everything's spinning
(We're on the ground)
Never cheer before you know who's winning
(Don't make a sound)
Sniff the glass and let it roll around on you tongue
Let me introduce you to someone before the party is done
Someone to look to in need or in want or in war
If you give hime everything, he may give you even more
This is the best party I've ever been to
Don't let me die with that sillky look in my eyes
In Faith No More "King for a day, fool for a lifetime"
It is not a good day, if you are not looking good
This is the best party that I've ever been to
Today I asked for a god to pour some wine in my eyes
Today I asked for someone to shake some salt on my life
Look !
Everything's spinning
(We're on the ground)
Never cheer before you know who's winning
(Don't make a sound)
Sniff the glass and let it roll around on you tongue
Let me introduce you to someone before the party is done
Someone to look to in need or in want or in war
If you give hime everything, he may give you even more
This is the best party I've ever been to
Don't let me die with that sillky look in my eyes
In Faith No More "King for a day, fool for a lifetime"
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