Pois faz hoje um ano que estou a trabalhar aqui.
Imbuído do espírito camarário.
Onde nada se faz, mas tudo acaba feito.
Um espectáculo!
E para comemorar tão memorável data, o que faz a Natureza.
FAZ COM QUE CHOVA!
Olha agora parou.
Inconstante do caraças.
Ou é ou não é.
Tou mesmo a ver que quando sair vou apanhar uma molha.
Leis de Murphy (ver um dos primeiros posts)
E por falar nisso, vou começar a apagar alguns, o que lá está escrito já não corresponde ao meu estado actual (doido, mas saudável).
Outra coisa, a quem sofreu na pele, peço desculpa. (ok os meus pais não lêem isto, mas a eles digo-lhes pessoalmente). E não é que o problema era mesmo do Euro???
E já a pensar que tinha Transtorno Bi-Polar do Humor.......
E o que é Transtorno Bi-Polar do Humor?
É algo que se atenua com estabilizadores de humor.
E o que é um estabilizador do humor?
É mais ou menos como ouvir Bruno Nogueira de um lado e ouvir os Malucos do Riso do outro.
Um equilíbrio (eu era para por "é um equilibrio", mas olhando para cima achei que já estavam és a mais no inicio das frases, e isso é uma coisa que poderá chatear o caro leitor, ou barato leitor, tudo depende da pessoa em questão, do seu humor, do ambiente sócio-económico onde se insere, da esfera social a que pertence, do tempo que faz e este deve ser o parenteses mais longo da história sobre um assunto que eu sinceramente já me perdi, acabou tou farto vou fechar, com licença)
Vamos embora que já se faz tarde.
Vou me por numa de borracha e apagar o meu passado, blogueiro, ou bloguista, ou bloguiano, ou aqui no blog, ou que tenha a ver com os posts no blog, ou algo assim.
Não ter nada que fazer é lixado!
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quarta-feira, julho 07, 2004
terça-feira, julho 06, 2004
A água...
"A água"
(Bocage)
Meus senhores eu sou a água
que lava a cara, que lava os olhos
que lava a rata e os entrefolhos
que lava a nabiça e os agriões
que lava a piça e os colhões
que lava as damas e o que está vago
pois lava as mamas e por onde cago.
Meus senhores aqui está a água
que rega a salsa e o rabanete
que lava a língua a quem faz minete
que lava o chibo mesmo da raspa
tira o cheiro a bacalhau rasca
que bebe o homem, que bebe o cão
que lava a cona e o berbigão.
Meus senhores aqui está a água
que lava os olhos e os grelinhos
que lava a cona e os paninhos
que lava o sangue das grandes lutas
que lava sérias e lava putas
apaga o lume e o borralho
e que lava as guelras ao caralho
Meus senhores aqui está a água
que rega rosas e manjericos
que lava o bidé, que lava penicos
tira mau cheiro das algibeiras
dá de beber ás fressureiras
lava a tromba a qualquer fantoche e
lava a boca depois de um broche.
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(Bocage)
Meus senhores eu sou a água
que lava a cara, que lava os olhos
que lava a rata e os entrefolhos
que lava a nabiça e os agriões
que lava a piça e os colhões
que lava as damas e o que está vago
pois lava as mamas e por onde cago.
Meus senhores aqui está a água
que rega a salsa e o rabanete
que lava a língua a quem faz minete
que lava o chibo mesmo da raspa
tira o cheiro a bacalhau rasca
que bebe o homem, que bebe o cão
que lava a cona e o berbigão.
Meus senhores aqui está a água
que lava os olhos e os grelinhos
que lava a cona e os paninhos
que lava o sangue das grandes lutas
que lava sérias e lava putas
apaga o lume e o borralho
e que lava as guelras ao caralho
Meus senhores aqui está a água
que rega rosas e manjericos
que lava o bidé, que lava penicos
tira mau cheiro das algibeiras
dá de beber ás fressureiras
lava a tromba a qualquer fantoche e
lava a boca depois de um broche.
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segunda-feira, julho 05, 2004
Desilusão
Ok, perdemos com a Grécia, uma vez mais. Poderiamos ter acertado mais na baliza, eles poderiam não ter jogado 11 à defesa, enfim, tantas coisas que poderiam ter acontecido e não aconteceram. Fica para 2006.
Mas dá que pensar.
Já seria de esperar que tal acontecesse.
Vejam o filme Non, ou a Vã Gloria de Mandar, de Manoel de Oliveira (não sou adepto dos filmes dele). Nesse filme é retratada a nossa história, através dos nossos desaires.
Conclusão a tirar, sempre que Portugal quis ir além da sua "pequenês", lixou-se.
Esperemos que esta tendência mude, e que eu esteja cá para ver....
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Mas dá que pensar.
Já seria de esperar que tal acontecesse.
Vejam o filme Non, ou a Vã Gloria de Mandar, de Manoel de Oliveira (não sou adepto dos filmes dele). Nesse filme é retratada a nossa história, através dos nossos desaires.
Conclusão a tirar, sempre que Portugal quis ir além da sua "pequenês", lixou-se.
Esperemos que esta tendência mude, e que eu esteja cá para ver....
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domingo, julho 04, 2004
sexta-feira, julho 02, 2004
Fim de semana
Bem este fim de semana, para além de poder proporcionar uma alegria enorme a todo um país, vai ser um fim de semana de nervosismo para mim.
Mais um.
Isto do Europeu não é mesmo nada bom para cardíacos!
Estava a tentar combinar com o meu comparsa ODK uma ida a alcochete para acompanhar a selecção, pelo menos dou assim o meu singelo contributo presencial.
A ver vamos.
Grécia prepara-te.....
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Mais um.
Isto do Europeu não é mesmo nada bom para cardíacos!
Estava a tentar combinar com o meu comparsa ODK uma ida a alcochete para acompanhar a selecção, pelo menos dou assim o meu singelo contributo presencial.
A ver vamos.
Grécia prepara-te.....
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Um "nuestro hermano" inteligente.
Até me vou dar ao trabalho de traduzir....
ELOGIO A PORTUGAL, UM PAÍS COM UMA FEROZ LIBERDADE DE EXPRESSÃO, COM O QUAL NÓS ESPANHOIS TEMOS MUITO QUE APRENDER
Muitos espanhois estão a descobrir hoje em dia, aparentemente surpreendidos, a existência na casa do lado de um vizinho chamado Portugal, um vizinho bastante mais pobre que nós, mas capaz de organizar um evento tão importante como um Campeonato da Europa de futebol, de construir uma série de estádios, todos magníficos, de ganhar à milionária selecção espanhola, e inclusivé colocar como presidente da Comissão Europeia um de seus políticos, José Manuel Durão Barroso.
Esse país, cuja selecção jogou e ganhou ontem a primeira meia-final do dito compeonato contra a Holanda, o qual já por sí é um triunfo, continua a ser um desconhecido para Espanha e para os espanhois. Por quê? Porque os espanhois, com a inverterada suficiência de quem se acredita superior, sempre se negaram a entender - na realidade nem sequer tentaram- a Portugal e aos portugueses.
Quando a realidade é que Espanha e os espanhois teriam - teríamos - muito que aprender com os nossos vizinhos atlânticos. Aprender e lamentar a ausência de Espanha dessa elite intelectual, empresarial e política, que é poliglota, elite muito próxima da Grã-Bretanha e à cultura francesa, muito pouco hispanófila, mas muito tolerante, muito aberta, muito cosmopolita.
Em Portugal sería impensável ter um presidente da República que não falasse francês e inglês. A maioria dos portugueses esforçam-se por falar espanhol com os espanhois, dando importância a uma atitude cívica no tratamento que tão difícil é de encontrar nas paragens hispânicas.
O presidente, Jorge Sampaio, vive na sua casa, no seu próprio domicílio, bem como o primeiro ministro. Não têm pretensões de se tornarem um Trillo. Ninguém enlouquece com o cargo. Ninguém faz uso da sua condição. Antonio Vitorino, actual comissário europeu, demitiu-se do seu cargo como ministro - socialista, por acaso - depois de se ter descoberto um desfazamento de 8.000 escudos (umas 6.000 pesetas) nas contas do seu ministério.
À algumas semanas atrás, o presidente de governo, Zapatero, deslocou-se a Lisboa na sua primeira visita relâmpago ao país vizinho, e não ficou para jantar com Durão Barroso apesar de ter sido convidado. Só por si um sintoma. Vistas assim as coisas, não é estranha essa premente desconfiança que a classe política portuguesa tem de Espanha, desconfiança que a imprensa se encarrega de manter viva. Lá terão as suas razões.
Todo o edifício desse Portugal Aberto –a velha aspiração de quem aqui persegue uma Espanha Aberta capaz de superar os seus antepassados- assenta seguramente sobre uma feroz liberdade de expressão que todos defendem e que se manifiesta nos debates –políticos, económicos- que se celebram na televisão e nos textos que aparecem en diarios e semanarios (de grande importancia no país vizinho).
Comparar esta liberdade de imprensa, esse valor cívico que ostentam as elites portuguesas para falar alto e claro, e criticar o que julgam merecedor de crítica, com o medo de falar dos nossos ricos, dos nossos empresarios, dos nossos políticos, fiéis devotos da lei do silêncio, e com o secretismo e a rendição aos poderes políticos e económicos que hoje caracteriza a imprensa espanhola –sem falar na televisão- é de começar a chorar. Que presumem, então, os espanhois perante Portugal e os portugueses? Este sim é, sem dúvida, um dos grandes misterios da Historia Universal.
Jesús Cacho : 01/07/2004
jcacho@elconfidencial.com
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ELOGIO A PORTUGAL, UM PAÍS COM UMA FEROZ LIBERDADE DE EXPRESSÃO, COM O QUAL NÓS ESPANHOIS TEMOS MUITO QUE APRENDER
Muitos espanhois estão a descobrir hoje em dia, aparentemente surpreendidos, a existência na casa do lado de um vizinho chamado Portugal, um vizinho bastante mais pobre que nós, mas capaz de organizar um evento tão importante como um Campeonato da Europa de futebol, de construir uma série de estádios, todos magníficos, de ganhar à milionária selecção espanhola, e inclusivé colocar como presidente da Comissão Europeia um de seus políticos, José Manuel Durão Barroso.
Esse país, cuja selecção jogou e ganhou ontem a primeira meia-final do dito compeonato contra a Holanda, o qual já por sí é um triunfo, continua a ser um desconhecido para Espanha e para os espanhois. Por quê? Porque os espanhois, com a inverterada suficiência de quem se acredita superior, sempre se negaram a entender - na realidade nem sequer tentaram- a Portugal e aos portugueses.
Quando a realidade é que Espanha e os espanhois teriam - teríamos - muito que aprender com os nossos vizinhos atlânticos. Aprender e lamentar a ausência de Espanha dessa elite intelectual, empresarial e política, que é poliglota, elite muito próxima da Grã-Bretanha e à cultura francesa, muito pouco hispanófila, mas muito tolerante, muito aberta, muito cosmopolita.
Em Portugal sería impensável ter um presidente da República que não falasse francês e inglês. A maioria dos portugueses esforçam-se por falar espanhol com os espanhois, dando importância a uma atitude cívica no tratamento que tão difícil é de encontrar nas paragens hispânicas.
O presidente, Jorge Sampaio, vive na sua casa, no seu próprio domicílio, bem como o primeiro ministro. Não têm pretensões de se tornarem um Trillo. Ninguém enlouquece com o cargo. Ninguém faz uso da sua condição. Antonio Vitorino, actual comissário europeu, demitiu-se do seu cargo como ministro - socialista, por acaso - depois de se ter descoberto um desfazamento de 8.000 escudos (umas 6.000 pesetas) nas contas do seu ministério.
À algumas semanas atrás, o presidente de governo, Zapatero, deslocou-se a Lisboa na sua primeira visita relâmpago ao país vizinho, e não ficou para jantar com Durão Barroso apesar de ter sido convidado. Só por si um sintoma. Vistas assim as coisas, não é estranha essa premente desconfiança que a classe política portuguesa tem de Espanha, desconfiança que a imprensa se encarrega de manter viva. Lá terão as suas razões.
Todo o edifício desse Portugal Aberto –a velha aspiração de quem aqui persegue uma Espanha Aberta capaz de superar os seus antepassados- assenta seguramente sobre uma feroz liberdade de expressão que todos defendem e que se manifiesta nos debates –políticos, económicos- que se celebram na televisão e nos textos que aparecem en diarios e semanarios (de grande importancia no país vizinho).
Comparar esta liberdade de imprensa, esse valor cívico que ostentam as elites portuguesas para falar alto e claro, e criticar o que julgam merecedor de crítica, com o medo de falar dos nossos ricos, dos nossos empresarios, dos nossos políticos, fiéis devotos da lei do silêncio, e com o secretismo e a rendição aos poderes políticos e económicos que hoje caracteriza a imprensa espanhola –sem falar na televisão- é de começar a chorar. Que presumem, então, os espanhois perante Portugal e os portugueses? Este sim é, sem dúvida, um dos grandes misterios da Historia Universal.
Jesús Cacho : 01/07/2004
jcacho@elconfidencial.com
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Antes demais.
O pior da vida são os extremismos.
Não levar em linha de conta apenas a liberdade de expressão.
Tenhamos, também, em consideração que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade do vizinho.
Por isso há que se ter cuidado, pois não se poderá admitir que ao exercer um direito básico de cada um, se interfira no mesmo direito básico de outro.
É apenas um aparte, pois caso fosse à vontade, os processos de difamação e calúnia não existiriam.....
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Não levar em linha de conta apenas a liberdade de expressão.
Tenhamos, também, em consideração que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade do vizinho.
Por isso há que se ter cuidado, pois não se poderá admitir que ao exercer um direito básico de cada um, se interfira no mesmo direito básico de outro.
É apenas um aparte, pois caso fosse à vontade, os processos de difamação e calúnia não existiriam.....
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quinta-feira, julho 01, 2004
Vai uma subidinha de nível?
1) A liberdade de expressão, em todas as suas formas e manifestações, é um direito fundamental e intransferível, inerente e todas as pessoas. É um requisito para a existência de uma sociedade democrática.
2) Toda pessoa tem direito de buscar, receber e difundir informações e opiniões livremente. Toda pessoa tem direito a oportunidades iguais para receber, buscar e difundir informações através de qualquer meio de comunicação, sem qualquer tipo de discriminação por raça, cor, religião, sexo, idioma nativo, opiniões políticas, origem nacional ou social, posição econômica, ou qualquer outra posição social.
3) Toda pessoa tem direito a ter acesso, de forma rápida e atualizada, às informações a seu respeito, contidas em bancos de dados, registros públicos ou privados, e de atualizá-las ou modificá-las caso seja necessário.
4) O acesso às informações em poder do estado é um direito fundamental dos indivíduos. Os estados são obrigados a garantir o exercício desse direito. As limitações exepcionais - no caso da existência de algum perigo real e eminente que possa ameaçar a segurança nacional em uma sociedade democrática - a esse direito devem ser estabelecidas previamente por leis.
5) A censura prévia, interferência ou pressão direta sobre qualquer meio de expressão, opinião ou informação divulgadas em qualquer meio de comunicação, seja oral, escrito, artístico, visual ou eletrônico, devem ser proibidas por lei. As restrições quanto à circulação livre de idéias e opiniões, a imposição arbitrária de informações e a criação de obstáculos à liberdade de informação violam o direito à liberdade de expressão.
6) Toda pessoa tem o direito a comunicar as suas opiniões através de qualquer meio ou forma. O estudo obrigatório ou a exigência de licenciaturas para o exercício da atividade jornalística constitui uma restrição ilegítima à liberdadde de expressão. A atividade jornalística deve ser regida por meio de condutas éticas, sem imposições do governo.
7) Condicionamentos prévios, tal como a imparcialidade por parte dos estados, são incompatíveis com o direito à liberdade de expressão, reconhecido pelos órgãos internacionais.
8) Todo comunicador social tem o direito a não revelar suas fontes de informações presentes em arquivos pessoais ou profissionais.
9) O assassinato, seqüestro ou intimidações que ameacem os comunicadores sociais, e a destruição de materiais violam os direitos fundamentais das pessoas e atingem de forma severa a liberdade de expressão. É dever dos estados prevenir e investigar esses atos, sancionar seus autores e assegurar que as vítimas sejam reparadas adequadamente.
10) As leis de privacidade não devem inibir ou restringir a investigação ou difusão de informações que sejam do interesse público. A proteção à reputação deve ser garantida por meio de sanções civis nos casos em que a pessoa ofendida for um funcionário ou indivíduo público ou estiver envolvida, de alguma forma, em um assunto de interesse público. Caso contrário, deve provar-se que o comunicador demonstrou negligência na sua conduta em obter as informações, fossem elas falsas ou verdadeiras, que tinha a intenção de causar danos à pessoa e conhecimento de que estava difundindo notícias falsas.
11) Os funcionários públicos estão sujeitos a serem mais escrutinizados por parte da sociedade. As leis que penalizam a expressão ofensiva dirigidas aos funcionários públicos, geralmente conhecidas como "leis de desacato", são contra o direito à liberdade de expressão e o direito à informação.
12) Os monopólio ou oligopólios de uma propriedade e o controle dos meios de comunicação devem estar sujeitos a leis antimonopolistas por conspirarem contra a democracia ao restringirem a pluralidade e a diversidade que assegura o pleno exercício do direito dos cidadãos às informações. Essas leis não devem ser exclusivas aos meios de comunicação. Devem ser estipulados critérios que garantam oportunidades iguais a todos os indivíduos.
13) A utilização do poder do estado e dos recursos públicos, a concessão irregular e discriminatória de propaganda oficial, o cancelamento de concessões de rádio e televisão visando a castigar, premiar ou privilegiar os comunicadores sociais e os meios de comunicação em função dos seus diferentes estilos informativos atentam contra a liberdade de expressão e devem ser proibidos por lei. Os meios de comunicação social têm o direito de exercer suas funções de forma independente. Pressões diretas ou indiretas com o objetivo de silenciar o trabalho informativo dos comunicadores sociais são incompatíveis com a liberdade de expressão.
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2) Toda pessoa tem direito de buscar, receber e difundir informações e opiniões livremente. Toda pessoa tem direito a oportunidades iguais para receber, buscar e difundir informações através de qualquer meio de comunicação, sem qualquer tipo de discriminação por raça, cor, religião, sexo, idioma nativo, opiniões políticas, origem nacional ou social, posição econômica, ou qualquer outra posição social.
3) Toda pessoa tem direito a ter acesso, de forma rápida e atualizada, às informações a seu respeito, contidas em bancos de dados, registros públicos ou privados, e de atualizá-las ou modificá-las caso seja necessário.
4) O acesso às informações em poder do estado é um direito fundamental dos indivíduos. Os estados são obrigados a garantir o exercício desse direito. As limitações exepcionais - no caso da existência de algum perigo real e eminente que possa ameaçar a segurança nacional em uma sociedade democrática - a esse direito devem ser estabelecidas previamente por leis.
5) A censura prévia, interferência ou pressão direta sobre qualquer meio de expressão, opinião ou informação divulgadas em qualquer meio de comunicação, seja oral, escrito, artístico, visual ou eletrônico, devem ser proibidas por lei. As restrições quanto à circulação livre de idéias e opiniões, a imposição arbitrária de informações e a criação de obstáculos à liberdade de informação violam o direito à liberdade de expressão.
6) Toda pessoa tem o direito a comunicar as suas opiniões através de qualquer meio ou forma. O estudo obrigatório ou a exigência de licenciaturas para o exercício da atividade jornalística constitui uma restrição ilegítima à liberdadde de expressão. A atividade jornalística deve ser regida por meio de condutas éticas, sem imposições do governo.
7) Condicionamentos prévios, tal como a imparcialidade por parte dos estados, são incompatíveis com o direito à liberdade de expressão, reconhecido pelos órgãos internacionais.
8) Todo comunicador social tem o direito a não revelar suas fontes de informações presentes em arquivos pessoais ou profissionais.
9) O assassinato, seqüestro ou intimidações que ameacem os comunicadores sociais, e a destruição de materiais violam os direitos fundamentais das pessoas e atingem de forma severa a liberdade de expressão. É dever dos estados prevenir e investigar esses atos, sancionar seus autores e assegurar que as vítimas sejam reparadas adequadamente.
10) As leis de privacidade não devem inibir ou restringir a investigação ou difusão de informações que sejam do interesse público. A proteção à reputação deve ser garantida por meio de sanções civis nos casos em que a pessoa ofendida for um funcionário ou indivíduo público ou estiver envolvida, de alguma forma, em um assunto de interesse público. Caso contrário, deve provar-se que o comunicador demonstrou negligência na sua conduta em obter as informações, fossem elas falsas ou verdadeiras, que tinha a intenção de causar danos à pessoa e conhecimento de que estava difundindo notícias falsas.
11) Os funcionários públicos estão sujeitos a serem mais escrutinizados por parte da sociedade. As leis que penalizam a expressão ofensiva dirigidas aos funcionários públicos, geralmente conhecidas como "leis de desacato", são contra o direito à liberdade de expressão e o direito à informação.
12) Os monopólio ou oligopólios de uma propriedade e o controle dos meios de comunicação devem estar sujeitos a leis antimonopolistas por conspirarem contra a democracia ao restringirem a pluralidade e a diversidade que assegura o pleno exercício do direito dos cidadãos às informações. Essas leis não devem ser exclusivas aos meios de comunicação. Devem ser estipulados critérios que garantam oportunidades iguais a todos os indivíduos.
13) A utilização do poder do estado e dos recursos públicos, a concessão irregular e discriminatória de propaganda oficial, o cancelamento de concessões de rádio e televisão visando a castigar, premiar ou privilegiar os comunicadores sociais e os meios de comunicação em função dos seus diferentes estilos informativos atentam contra a liberdade de expressão e devem ser proibidos por lei. Os meios de comunicação social têm o direito de exercer suas funções de forma independente. Pressões diretas ou indiretas com o objetivo de silenciar o trabalho informativo dos comunicadores sociais são incompatíveis com a liberdade de expressão.
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quarta-feira, junho 30, 2004
How to irritate me
Como irritar os "Carneiro"
Fala com eles sempre com uma enorme pausa entre as palavras.
Não deixes que eles falem e, se falarem, corta a conversa a meio.
Diz como queres que eles façam as coisas e fica a controlar.
Não demonstres paixão e age como se não gostasses dele(a).
Levanta a voz cada vez que quiseres ser ouvido. Dá-lhe umas palmadas na cabeça de vez em quando.
Lembra-te que eles gostam muito de dar nas vistas e, no meio de um grupo, dirige-te a ele(a), advertindo -"Estás sempre a dizer eu, eu!"
Entra sem pedir licença e ocupa o tempo dele(a)numa segunda feira de manhã
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Fala com eles sempre com uma enorme pausa entre as palavras.
Não deixes que eles falem e, se falarem, corta a conversa a meio.
Diz como queres que eles façam as coisas e fica a controlar.
Não demonstres paixão e age como se não gostasses dele(a).
Levanta a voz cada vez que quiseres ser ouvido. Dá-lhe umas palmadas na cabeça de vez em quando.
Lembra-te que eles gostam muito de dar nas vistas e, no meio de um grupo, dirige-te a ele(a), advertindo -"Estás sempre a dizer eu, eu!"
Entra sem pedir licença e ocupa o tempo dele(a)numa segunda feira de manhã
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Marca histórica!
Caros blogueiros!
Atingi uma marca histórica, o número de visitas neste blog!!
Não sei quantos são mas o desenho é lindo!!!
Mais ou menos como esta vista abaixo:
Não digam a ninguém mas parece-me a vista sobre a cidade de Riga.....
Comments? Luke
Atingi uma marca histórica, o número de visitas neste blog!!
Não sei quantos são mas o desenho é lindo!!!
Mais ou menos como esta vista abaixo:
Não digam a ninguém mas parece-me a vista sobre a cidade de Riga.....
Comments? Luke
Lembrei-me desta.
"Sr.Dr.? Posso tomar banho com o período?
Minha senhora, pode, desde que tenha sangue suficiente para encher a banheira."
"Sr.Dr.? Posso tomar a pílula com diarreia?
Minha senhora, eu aconselhava um copo de água."
É do nervoso, não liguem....
Comments? Luke
Minha senhora, pode, desde que tenha sangue suficiente para encher a banheira."
"Sr.Dr.? Posso tomar a pílula com diarreia?
Minha senhora, eu aconselhava um copo de água."
É do nervoso, não liguem....
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Temos muita pena
Pronto, acabou a sessão do copy/paste.
Se não sabem inglês azar. Poderia ter traduzido tudo e ter dito que era eu a inventar.
Se calhar era melhor????
Não respondam....
Mas enfim, voltemos ao tópico.
Temos pena, pois temos, a Letónia foi afastada deste Europeu, mas vejamos pelo lado positivo, já é parte integrante da Comunidade Europeia (acho que vou pedir ao tio(de alguém) Barroso uma cunhazita).
Ou seja, basta o B.I. para ir lá.
O que é manifestamente bom.
É um país bonito.
E pronto.
Estava eu deprimido
Na minha vida a pensar
Estando tão distraído
Não procurei observar
Observar o que rodeava
naquele antro de perdição
Não era russa nem moldava
falava apenas letão
Entusiasmado e feliz
decidi arriscar
mas para meu mal, a petiz
disse "comigo, só a pagar"
Pois bem tomem lá uma criação minha.
;-))))))
VAMOS ÁS LARANJAS PESSOAL!
Comments? Luke
Se não sabem inglês azar. Poderia ter traduzido tudo e ter dito que era eu a inventar.
Se calhar era melhor????
Não respondam....
Mas enfim, voltemos ao tópico.
Temos pena, pois temos, a Letónia foi afastada deste Europeu, mas vejamos pelo lado positivo, já é parte integrante da Comunidade Europeia (acho que vou pedir ao tio(de alguém) Barroso uma cunhazita).
Ou seja, basta o B.I. para ir lá.
O que é manifestamente bom.
É um país bonito.
E pronto.
Estava eu deprimido
Na minha vida a pensar
Estando tão distraído
Não procurei observar
Observar o que rodeava
naquele antro de perdição
Não era russa nem moldava
falava apenas letão
Entusiasmado e feliz
decidi arriscar
mas para meu mal, a petiz
disse "comigo, só a pagar"
Pois bem tomem lá uma criação minha.
;-))))))
VAMOS ÁS LARANJAS PESSOAL!
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Não estava para vos massacrar
Mas não dá para passar por cima de uma notícia destas....
F*cking villagers vote against name change
Residents of an Austrian village called F*cking, have voted against changing the name.
The 150 or so people who live in the village debated the issue after roadsigns kept being stolen - many by British tourists.
Spokesman Siegfried Hoeppl, said: "Everyone here knows what it means in English, but for us F*cking is F*cking - and it's going to stay F*cking - even though the signs keep getting stolen."
He said the name came from Mr F*ck and his family who settled in the area 100 years ago, and added "ing", meaning village or settlement.
The villagers didn't find out about the English meaning of the word until Allied soldiers stationed in the region in 1945 pointed out the alternative meaning.
Local newspaper editor Menhardt Buzasa said there had been an increase in the number of signs being stolen, and said British tourists were usually blamed.
"I do not agree it is just the British. F*cking is universal. Germans use it as much now as the British, and it also means the same to the Americans, Australians and anyone in the English speaking world," he said.
Similar votes on a name change have taken place recently in neighbouring Austrian towns Wank am see and Petting, as well as in Vomitville and Windpassing.
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F*cking villagers vote against name change
Residents of an Austrian village called F*cking, have voted against changing the name.
The 150 or so people who live in the village debated the issue after roadsigns kept being stolen - many by British tourists.
Spokesman Siegfried Hoeppl, said: "Everyone here knows what it means in English, but for us F*cking is F*cking - and it's going to stay F*cking - even though the signs keep getting stolen."
He said the name came from Mr F*ck and his family who settled in the area 100 years ago, and added "ing", meaning village or settlement.
The villagers didn't find out about the English meaning of the word until Allied soldiers stationed in the region in 1945 pointed out the alternative meaning.
Local newspaper editor Menhardt Buzasa said there had been an increase in the number of signs being stolen, and said British tourists were usually blamed.
"I do not agree it is just the British. F*cking is universal. Germans use it as much now as the British, and it also means the same to the Americans, Australians and anyone in the English speaking world," he said.
Similar votes on a name change have taken place recently in neighbouring Austrian towns Wank am see and Petting, as well as in Vomitville and Windpassing.
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